Sonhos que o Rodrigo Teve

Um relógio digital, visto em um sonho lúcido

Veja também posts sobre Sonhos Lúcidos no meu blog.

Já a algum tempo gostaria de manter um lugar com os sonhos que tive. Finalmente achei um jeito que é fácil e rápido de fazer isso.

Para não esquecer os sonhos deixo uma caneta e um papel ao lado da cama. Quando acordo de noite e estou com o sonho ainda vivo na cabeça escrevo as duas ou três palavras mais marcantes. Tem funcionado. O problema é entender a minha letra quando tento ler o papel de manhã. :-)

06/01/2005: A dois dias atrás descobri que existem milhares de pessoas que estudam o Sonho Lúcido (Lucid Dream). Um Sonho Lúcido é quando você está sonhando mas sabe que está sonhando. Isso renovou minha expectativas a respeito dos sonhos, algo que sempre gostei, e resolvi voltar a anotar os meus sonhos. Isso é uma parte importante para iniciar o processo de lucidez nos sonhos, pois você irá cada vez mais entender as coisas que aparecem no seu sonho e descobrir as pistas de que está no mundo dos sonhos, e não na vida real. Mas se os sonhos lúcidos são tão reais quanto a vida real, o que é sonho e o que é realidade?

Sinais

Seguem alguns sinais que se repetem em meus sonhos:
  1. Lugares em Canoinhas
  2. Casas de Madeira
  3. Madeira como decoração
  4. Vó Geni
  5. Escola, Universidade, provas ou trabalho a entregar
  6. Lugares amplos
  7. Voar
  8. Pára-quedismo
  9. tramóias, teorias da conspiração
  10. Ver coisas através do retrovisor do carro
  11. Cair em buraco

Feitos Alcançados nos Sonhos Lúcidos

Estatísticas

Totais

Atualizado até 10/07/2005

Semanal

Distância, em dias, entre Sonhos Lúcidos

  1. 12/06/2005 - 4
  2. 08/06/2005 - 11
  3. 28/05/2005 - 15
  4. 13/05/2005 - 13
  5. 30/04/2005 - 11
  6. 19/04/2005 - 0
  7. 19/04/2005 - 22
  8. 28/03/2005 - 11
  9. 17/03/2005 - 9
  10. 08/03/2005 - 8
  11. 28/02/2005 - 0
  12. 28/02/2005 - 7
  13. 21/02/2005 - 10
  14. 11/02/2005 - 3
  15. 08/02/2005 - 2
  16. 06/02/2005 - 8
  17. 29/01/2005 - 1
  18. 28/01/2005 - 10
  19. 18/01/2005 - 0
  20. 18/01/2005 - 4
  21. 14/01/2005 - -

Objetivos a curto prazo

  1. 14/06/2005 - Ter pelo menos 4 sonhos lúcidos em junho. Até agora tive 2.
  2. 19/05/2005 - Ter pelo menos 3 sonhos lúcidos no mês de maio: Não consegui. Tive somente 2 sonhos lúcidos em maio.
  3. 19/04/2005 - Completar a tarefa do mês de abril do Site Dream Views: Saltar de pára-quedas de um avião.: Não consegui :-(
  4. 05/04/2005 - Ter um sonho lúcido até sexta-feira (08/04)!!: Não consegui :-(
  5. 31/03/2005 - Saltar de pára-quedas em um sonhos lúcido, como foi proposto na tarefa do mês de abril no site DreamViews. Tenho até o final do mês para atingir este objetivo, mas gostaria de completá-lo o mais rápido possível!
  6. 31/03/2005 - Ter um sonho lúcido na noite de 09 de abril, em conjunto com vários outros sonhadores lúcidos do site DreamViews.: Não consegui :-(
  7. 31/03/2005 - Ter um sonho lúcido até domingo, 03/04.: Não consegui :-(
  8. 31/03/2005 - Bater, agora em abril, o meu recorde de sonhos lúcidos em um mês, que é de 6, em fevereiro.: Não consegui :-(
  9. 28/03/2005 - Ter no mínimo 2 sonhos lúcidos até quinta, fechando o mês de março com pelo menos 5 sonhos lúcidos. Tenho 3 dias para isso acontecer, então vou me concentrar mesmo!: Não consegui :-(
  10. 17/03/2005 - Ter 6 sonhos lúcidos em março. Até hoje já tive 2, então preciso ter mais 4 até o dia 31/03!Não consegui :-(
  11. 14/03/2005 - Ter um sonho lúcido, ainda esta semana. No máximo até sexta (18/03): Consegui! Em 17/03 eu tive um SL e conversei com o golfinho!
  12. 01/03/2005 - Conversar com um golfinho em um sonho lúcido, como foi proposto na tarefa do mês do site DreamViews. Tenho até o final do mês para atingir este objetivo, mas gostaria de completá-lo até o meio do mês.:Consegui! Em 17/03 eu tive um SL e conversei com o golfinho!
  13. 21/02/2005 - Ter um total de 6 sonhos lúcidos neste mês, para superar o número do mês passado. Como já tive 4 sonhos lúcidos este mês não é uma meta difícil. Só faltam dois em uma semana!: Consegui!!! No último dia do mês tive dois sonhos lúcidos em seguida!!! Foi o teste da técnica de WILD.
  14. 21/02/2005 - Ter outro sonho lúcido até sexta (25/02), com um mínimo de duração. Tentar alguma técnica para aumentar o tempo de sonho lúcido.: Não consegui! :-(
  15. 14/02/2005 - Ter outro sonho lúcido até sexta (18/02) e testar alguma de minhas habilidades no mundo dos sonhos. Não consegui! :-(
  16. 04/02/2005 - Novamente tentar voar de verdade em um sonho lúcido. O prazo é até dia 11/02, sexta que vem. Consegui! E foi bem na tampa. Na madrugada do dia 11/02 tive um sonho lúcido e voei!!!
  17. 28/01/2005 - Conseguir voar de verdade em um sonho lúcido, que devo ter até a madrugada de quinta que vem (03/02/2005):Não consegui. Estranho, já faz 6 dias que não tenho nenhum sonho lúcido :-(
  18. 26/01/2005 - Ter pelo menos um sonho lúcido até quarta (02/02/2005):Consegui!! Em 28/01/2005 tive um sonho lúcido!
  19. 14/01/2005 - Ter pelo menos um sonho lúcido até terça (18/01/2005): Consegui! Em 18/01/2005 tive dois sonhos lúcidos, extremamente reais, consecutivos!!
  20. 10/01/2005 - Ter pelo menos um sonho lúcido até domingo (16/01/2005): Consegui! Em 14/01/2005 tive meu primeiro sonho lúcido tendo a intenção de tê-lo! A descrição está abaixo.

Objetivos a médio prazo

  1. 21/02/2005 - Ter pelo menos 1 sonho lúcido por dia. Tenho um enorme interesse que isso aconteça no máximo daqui a 6 meses (a partir de agosto).
  2. 21/02/2005 - Ficar calmo nos sonhos lúcidos e aproveitar o momento.
  3. 02/02/2005 - aumentar a número de sonhos lúcidos que tenho, mês a mês.
  4. 11/01/2005 - ter pelo menos 2 sonhos lúcidos por semana, depois do primeiro mês de estudo.: não consegui :-(

Diário de Sonhos

Fase Arco-Íris

Fase Arco-Íris

Dezembro

  1. 28/12/2005 - (Sonho Lúcido 22) - Muita gente

    Estava em Canoinhas com um monte de gente em volta. Vi minha avó Geni e daí me toquei que deveria estar em um sonho. Fiquei lúcido e as pessoas e as cores parecem ter mudado, como num flash. Conversei com algumas meninas e consigo me lembrar claramente dos barulhos que suas bocas faziam quando falavam.

Julho

  1. 10/07/2005 - Casamento de Justin e Britney

    Casamento Justin e Britney, com tudo pago. Hospedagem em Hotel 10 estrelas, suíte presidencial. Muuuuito bom. Lembro do gosto do mousse de chocolate.

  2. Bar Anos 80

    Rio de Janeiro. Bar erótico e anos 80. Seriado do "De Volta para o Futuro" passando na TV. Eu andando pelado dentro do bar. Banheiro minúsculo, com pia, vaso, mictório e armário. Acho estranho que tudo aquilo cabe em um espaço tão pequeno. Pessoal pescando no mar com uma pipa/rede.

  3. 09/07/2005 - Loja de Surf no Centro

    Caras de bike com bastões. Podem querer nos bater. Vamos a uma loja de surf no centro. Vejo um negro vestido de milico.

  4. Siris e Peixes Saindo do Ralo

    Siris e peixes saindo do ralo. Peixe bem colorido e vívido. Construção atrás de casa está caindo. Penso em chamar o Seu Eliseu. Escorregando com Natan no asfalto, de cobertor.

  5. 08/07/2005 - Quilha Mole

    Surf. Fun está com quilha meio mole mas tudo bem. Surf junto com um cara importante do Havaí. Ele é um chefe indígena.

  6. Show de Teatro

    Show/Performance/Teatro numa janta de endinheirados de SP. Número de masturbação foi o último. As atrizes ficavam embaixo da mesa e pegavam nos caras. Fazia parte do espetáculo e da emoção. TV, cantos. Muito lindo. Mulher pulando para cima e grudando no teto.

  7. 07/07/2005 - Chuveiro de Água Azul

    Dispositivo para instalar chuveiro com água azul. Ela purificava tudo.

  8. Andando de Carro

    Notebook novo Cava. Andando de carro novo logo/praia, ao lado da rodoviária religião/locutor.

  9. Comida

    Comida. Pene crocante. Deslizando com o pé. Muita gente. Mãe, Natan, escola, madeira.

  10. Jogo Fliperama

    Jogo Fliperama. Arcade. A definição não era boa. Tinha que ficar com a cara colada na tela. Mistura de tiros e RPG. Fui muito longe no jogo. Achei princesa. Ela tirou um enorme cigarro da boca e me deu. Encontrei Celso, do BB e um magrinho que fez faculdade comigo.

  11. 06/07/2005 - Cedip e Pedro

    De volta para o CEDIP. Pedro Mariucci. Caricaturas do Matsuoka. 3D no terminal da mãe. Tinha um concurso para voltar a integrar o CEDIP. Era mais na parte de planejamento mas o Pedro reclamava que o salário estava defasado.

  12. 05/07/2005 - Sandrão DJ

    Entro sozinho. GPS maluco. Subindo árvore enorme. O DJ é o Sandrão.

  13. Banheira e Político com Cabelo de Índio

    Banheira, um monte de gente. Alguém mexe com a Bel. Eu brigo com o cara. Depois falo para todo mundo, respondendo questões a respeito. Político com corte de cabelo tipo índio. Cabelo bem grosso.

  14. 04/07/2005 - Festa aniversário

    Festa aniversário. Apresentação com bonecos do homem aranha. Preciso. Vôo asa de brinquedo. Chocolate na casa do aviador. BH. O quadro bicicletas. Prop revista.

  15. Velha dos Sachês

    Velha dos sachês vendendo chá de nicotina. Champ surf na ladeira. Descendo de colchões.

  16. Parapente no Rio

    Rio. Decolangens Paraca. Exitação a princípio. Depois mais de 80 decolagens por minuto. Repórter falou isso. Cara disforme problema com filho, 4 olhos, cara de massa de modelar. Paula filhotes liga e pede para passar aqui.

  17. 02/07/2005 - Onda Perfeita

    Onda perfeita dentro da discoteca. Só reflexo poderia ser usado como propaganda.

  18. Lençol Escrito

    Roupa. Lençol cheio de escritos para não pegar mais na pessoa. Sacanagem. Pessoal do interior pedindo indicação de ônibus. Bicicleta azul antiga. com guidão rebaixado (minha bicicleta de infância, uma berlineta).

Junho

  1. 30/06/2005 - Pára-quedas antigo

    Pára-quedas antigo com Giba. Carona Mará. Desmascararam S.

  2. 28/06/2005 - Loucura total

    BH. Campeonatos de xadrez. Tênis perdidos passeamos de bonde. Desvios no pedigree. Bumer/babalu, cachorros/ovelhas/coiotes, com pelos marrons e pretos. Pizza porta mala.

  3. 27/06/2005 - Livro Esquisito

    Procuramos (Fabio e eu) autora de livro. Só acho um tal de Zin Zin Jaq.

  4. Livraria do Piu

    Piu abre uma livraria numa das galerias do centro. É bem grande e o problema é que tem um estoque enorme, antigo. Ele faz uma promoção violenta só para limparem todos aqueles livros. O pé direito é bem alto. Acho que vou ajudá-lo na nova empreitada.

  5. 26/06/2005 - Surf Gigante

    Surf Gigante. Monta de água, passando por uma construção. Dava para pegar a onda ali mas a galera não gostava. Encontrei o Juba e o Helio. Danilo, do Infernal, também. Mostrei algo no computador para eles.

  6. 25/06/2005 - Dudu vai para o espaço

    Dudu vai para o espaço. Bel brigou comigo porque fiz contato que outro cara fez cagada, querendo mostrar no jornal. Saímos para conversar fora do ap. Marines disse que ele estava enjoado todos os dias. Guia explica por onde estava passando a nave naquele momento. Odair foi junto com dudu. Vejo imagem da estação espacial e a Terra ao fundo. Muito bonito.

  7. 23/06/2005 - Adam Curry doente

    Adam Curry com um câncer dos brabos. Pergunto para alguém quantos programas ele tem gravado. Penso que daria para escutar por quase um ano.

  8. 22/06/2005 - Jogo Baseball

    Jogo Baseball com Natan. Estou mais nervoso que ele.

  9. Aparecida

    Aparecida vem trabalhar aqui em casa. O rosto é o mesmo mas aparenta estar mais jovem. Trocamos algumas palavras mas não conversamos. Está de saída porque vai viajar. É quinta e a sexta tem folga. Estou escrevendo no corredor de casa. Antes mãe sugere como fazer uma palestra do odontocão.

  10. 21/06/2005 - Música Rita Lee

    Escuto música da Rita Lee. A letra era de uma parte da música "Saúde":

    Mas ninguém sai de cima 
     Desse chove-não-molha
     Eu sei que agora
     Eu vou eh cuidar mais de mim!
    

    Fazem implante de telefone na pele, abaixo da cabeça. Entro em um chevette velho, marrom, junto com o Fábio e o João Consiglio.

  11. 20/06/2005 - Luva do Mickey

    Mergulhando com amigos, quase no seco. O segundo estágio do respirador era uma luva do mickey.

  12. Filhotes de Poodle e Maria Gigante

    Estes dias estamos com 9 filhotes da babalu em casa. Acho que isso influenciou este sonho.

    Filhotes de poodle também estão aqui em casa, no banheiro. Parece que eles estão com a barriga em carne viva. Coloco eles para fora.

    Estou num lugar para jogar no bicho. Quero ver os números para falar para minha mãe mas só consigo ver dois: 822 e 819.

    Encontro minha prima Maria e ela está muuuuuuuuito alta. Digo isso para ela.

  13. 19/06/2005 - Voltei

    Voltei. Pessoal todo me fila, esperando dar seis da tarde. Scripts novos do Aurélio. Vou para outro lado e encontro S. fazendo terrorismo. Cava está com o pé fudido.

  14. 17/06/2005 - Caminhão que Vira Bicicleta

    Leitor de cartão no computador. Teste de vôo com macacão de lycra. Visita primos na minha casa, em Canoinhas, vindos do Rio Grande do Sul.

    Estacionamento. Caminhão branco. Volante no banco e vidro quebrado. Era alguma vingança de alguém. Saio com o caminhão e ele vira uma bicicleta. Estou andando na Avenida Iguaçu.

  15. 16/06/2005 - Projetor Sony Optimix

    Hotel nos Eua. Querem me pegar de tudo quanto é jeito. Estavam lá Bel e Natan. Corri muito mesmo. Lembro de terem me apresentado um sistema de projeção de imagens que era da Sony e chamava-se Optimix. Consistia em um projetor que era maleável com uma tela bem fina por cima. Assim dava para ver imagens que eram quase 3D.

  16. 15/06/2005 - Loira Campeã de Yoga

    Dirigindo caminhão. Bati a traseira manobrando na entrada de uma fábrica. Foram umas meses de fórmica também. Antes eu estava conversando sério com uma loira. Ela era campeã de Yoga e passava uns vídeos dela num telão.

  17. 14/06/2005 - Cadeira de Rodas Motorizada

    Cefet. O pessoal está em prova. Acho que é a primeira vez que não preciso fazer uma prova em um sonho. Por alguma razão eu não precisava fazer prova alguma. Só estava junto com as outras pessoas da sala. Está se falando de livros e aparece um cara em uma espécie de cadeira de rodas motorizada. Ela é como se fosse um trenó de neve, escondendo os pés do sujeito, que deve estar esticados lá dentro. Parece um caixote na parte dos pés. Ele começa a explicar sobre um livro que haviam acabado de falar. Secco está por lá.

  18. 12/06/2005 - Animação em Computador na Cidade do Interior

    Inundado. Vou nadando até encontrar o Wilson e a mãe dele. Tem histórias de separação e de como mãe dele se admira como se encontraram. Eu mostro que não foi coincidência porque foram no mesmo shopping, no mesmo bairro em que moravam.

    Zeca Camargo apresenta a história de uma cidade que fez um filme de animação muito bom. Garçonete me pergunta se quero ir fundo. Digo que sim, com sentido dúbio.

  19. 08:37 - (Sonho Lúcido 21) - Piu e Juba no Restaurante

    Restaurante. Mulher corta pedaços/bandejas de carne. Ela assina a carne e pede para o garçom levar para a geladeira e trazer um pedaço. Pede sempre do mesmo jeito.

    Vou no banheiro mas a porta dá para um lugar aberto, com caderias e mesas. Vejo o Piu e o Juba sentados. Na hora acho que estou sonhando. Faço um cheque de realidade no nariz e fico lúcido. Senti que mesmo com a mão no nariz conseguia respirar. .O incrível é que notei que só a narina direita é que estava funcionando; fato que confirmei logo depois que acordei. Olho em volta e sento com eles. O Piu quer ficar falando mas eu disse para ele dar a vez para o Juba. Vejo o movimento do outro lado da rua movimentada. O comércio e os barzinhos estão em ebulição. Volta a conversar com eles e acordo.

  20. 11/06/2005 - Óculos de Camisinhas

    Fiquei em torno de 1 minuto lúcido.

    Prostitutas querendo transar e ensinando como usar a camisinha. Vejo pessoas usando as camisinhas nos olhos, com se fossem óculos.

    Fase Arco-Íris

    Fase Arco-Íris

    Fase Amazônia

    Fase Amazônia (Terra)

  21. 09/06/2005 - Estrada esburacada

    O começo está ininteligível.

    Estrada muito esburacada para passar.

  22. iPod Transformer

    Cidade que voltei com alguns amigos depois de três anos. Acho que o dia era 06/05. Encontramos dois caisa de amigos que agora são gays. Entro em uma loja e compro um iPod diferente. Ele é meio transformers e vira de diversas maneiras, meio redondo. Tem até espaço para fita cassete. Vejo caras de moto fazendo exibição.

  23. 08/06/2005 - (Sonho Lúcido 20) - Fábio e Monise

    Cnc. Acho que estou lúcido. faço um cheque de nariz e confirmo a lucidez. Vejo Fábio e Monise. Não lembro o resto.

  24. 07/06/2005 - Moluscos Enormes

    Exploração de uma área maior do oceano. Vejo a Terra de cima e a área que estamos explorando aumenta significativamente.

    Peixes enormes, moluscos, fantásticos. Surf de novo. Diversas pranchas. Muita gente.

  25. 05/06/2005 - Aula com Professor Legal

    Natan dormiu na Marinês. Avião da Bel não pode pousar em Curitiba e foi para Floripa.

    Estou em uma escola. Aula legal com professor que explica as propriedades anais e dá macetes de como decorar. "Quinze centímetros", dizia ele, "uma purra", falando da mão. Ele explicava as qualidades elástica do mesmo. Alunos iam na frente explicar alguma parte da matéria e imitavam o jeito dele falar e gesticular. No final sorteou quem iria fazer uns trabalhos que valiam bastante. Tinha um projeto de um filme com a minha mãe, mas não foi sorteado.

    Quando acabou a aula fui pegar o meu carro, que estava em outro local. Vejo um rio e ruas alagadas. Passo em outro colégio e dizem que alagou tudo e meu carro quase foi embora. Uma japa me leva de carro até a sala da diretora, andando pelos corredores da escola. A mulher confunde minha mãe com uma escritora de sucesso.

    Antes saí para andar de skate com o Dudu e um amigo. Na volta a Ji estava brava, tinha chorado.

  26. Surf no Canal

    Fui com minha mãe até a casa de uma conhecida dela, em Camboriú. A casa ficava retirada, bem longe do centro. Era a beira mar. Chegando lá vi que as ondas estavam perfeitas. Me arrependi de não ter levado a prancha. Vejo duas pranchas na sala de entrada da casa. Logo aparece um menino, pega uma prancha e cai na água. Fico vendo eles surfarem. Quando ele sai noto que estão surfando em um canal, pois do outro lado tem mais prédios. Olho melhor e estamos em uma subida e a água vem lá de baixo com muita força e enche as comportas do canal. É aí que o pessoal surfa. O menino diz que nem olha a previsão na Internet, pois só precisa tirar a cabeça para fora da janela de sua casa.

  27. Alma Surf e Matéria Paraná

    A revista Alma Surf está com uma matéria de capa de uma onda gigante no interior do Paraná. A chamada da matéria diz: "610 metros e abrindo grande!" O local era um lago e precisava de vento para funcionar. A água era bem marrom.

    Outra reportagem darevista falava dos dois campeonatos brasileiros de surf. Um meio que de mentira e o outro mais sério, com os fodões. Em desenhos mostrava o treinamento Hitec dos fodões, com computadores, etc.

  28. 04/06/2005 - Rio de Janeiro e Estrada do Pepino

    Bel foi para São Paulo. O Natan está dormindo comigo.

    Estou no Rio de Janeiro e vejo a estrada que sobe para a rampa do Pepino (nunca fui lá). Resolvo subir e a Bel vai me encontrar lá depois. Na subida vejo uns caras na calçada que estão usando uns tipos de carve diferente. Estão mais para longboards do que carve. Explico para eles o que é o carve e eles se interessam. Continuo a subida e chego em um restaurante. Do outro lado tem uma praia que o garçom me diz que teve uma etapa do WCT. Vejo Andy Irons ficar bravo por alguma coisa.

    Subo mais um pouco e vou com um taxi cheio de gente. Quando estou dentro da loja do restaurante chega um cara falando em inglês e tentando comprar alguma coisa. Ajudo o vendedor e descubro que ele quer comprar açucar mascavo. Minha Vó Geni está junto com ele mas me explica que ela não era a minha vó, mas sim uma senhora que havia trabalhado com a gente por um bom tempo. Eu acredito na história mas acho meio estranho.

    A Bel não consegue me achar e liga no celular. Dou as dicas para ela mas não adianta. Acabo vendo ela num localizador no meu relógio de pulso. Agora ela entende como chegar e nos encontramos.

  29. Surf em Guaratuba

    Ondas. Bote com um gringo tentando ancorar perto da rua. Converso com pescadores. Pergunto se eles viram surfistas em alguma praia. Dizem que está acontecendo um campeonato de surf feminino na praia do Surfista.

    Agora são 09:30h e ninguém acordou na casa. Estão por lá a minha mãe, Silvia, Marines, Odair, Bel e alguma amiga dela. Abro o meu computador e vejo que quebrei o display de cristal líquido. Fico muito triste.

    As mulheres saem para as compras; eu vou surfar.

  30. 03/06/2005 - Star Wars Recursivo

    Estou participando do universo de Star Wars. No auge da batalha tudo fica recursivo, voltando a um ponto anterior.

  31. Mergulho Para a Morte

    Uma pára-quedista que mergulha para a morte para ajudar a mãe que iria morrer de algum jeito e este gesto iria ajudá-la.

  32. Roubo de peças da bike

    Um cara estava roubando peças da minha bike, na cara dura. Eu chego por lá e ele quer engrossar. O Dudu também chega junto e daí não tem mais para o sujeito. Fazemos ele colocar tudo de volta e ainda o cortamos. Ele agora é uma tira de carne, tipo uma tripa e do tamanho e formato de um canote de selim. O cara fica com medo da gente e foge.

  33. 02/06/2005 - Ônibus e Estudo com Todo Mundo

    Ônibus. Lá dentro está o Zezão, antigo colega de segundo grau. Saio de lá com minhas duas pranchas, mochilas, cadeiras e sacolas. Nem sei como consigo carregar tudo.

    Estou agora em outro local. Parece que é um estudo e tem um monte de gente junto. É para todo mundo tirar a roupa. As mulheres não querem tirar a roupa na frente dos homens. Eu digo que todo mundo tem direitos iguais e falo para o cara que está dirigindo a coisa que assim não dá para ficar. Ele concorda e diz que ela têm que tirar a roupa como todo mundo. Algumas relutam mas acabam concordando. Todo mundo fica pelado na frente do coordenador.

  34. 01/06/2005 - Futebol e Cabelo Comprido

    Eu e Eder no deserto. Chega Davison de caminhão. Eles vão no futebol. Digo que fui num Atletiba. Tenho cabelo comprido, queimado de sol.

  35. Baleia Pré-Histórica e Avião Mutante

    Estou de carro em uma ilha. Andamos pela estrada. Um amigo fala de uma baita baleia que tem por ali. Vejo ela. É mostruosa, meio pré-histórica, com enormes barbatanas nas costas, no formato de estrelas. No instante seguinte estou pilotando um avião pequeno para desviar dela. Quase bato em montanhas. Pouso em Canoinhas e agora o avião é uma espécie de tico-tico.

  36. Edícula em Canoinhas

    Cruzeiro Marítimo. Todo mundo está fantasiado. Muuuuuuita festas.

    Corte para Canoinhas. Agora estou no terreno ao lado da casa da minha vó. Vejo coisas da horta e uma mesa com manteigas de embalagem para servir uma pessoa só; tem um monte delas. A Aparecida está por lá. Ando mais um pouc o e vejo um puxadinho (edícula) onde guardávamos as coisas de nossa casa aqui de Curitiba. Acho muito interessante e fico me perguntando como não tinha visto isso antes.

  37. Surf no Nordeste

    Surf. Fábio Gouveia junto e Dudu também. Estou em uma ponte/escada/barragem. Tem que esperar a água encher para poder passar. Enquanto o negócio está enchendo, desço de lá e vou até o final de um corredor. Tem uma negra vestida de baiana. Pelo jeito estou no nordeste. Ela me diz que gosta de receber turistas.

    Estou com a minha prancha. Encontro GuiSpeed. Ele dirige um caminhão estranho, com toras de madeira em cima. Vamos todos para uma praia mas o mar está ruim. Chego na casa de um japa. A mãe dele é dona de uma retransmissora de TV a Cabo em Curitiba. Sugiro que ela retransmita séries famosos tipo Barrados no Baile e outras do gênero. Ela diz que não dá. Brinco de luta com o japa. As ondas melhoras é como se fosse uma onda dentro da outra. Uma é redondida e a outra é quase que uma parede reta. Um cara se arrisca a dropar e se dá bem, mas só ele...

Maio

  1. 31/05/2005 - Curta Metragem e Experimento com Quartos

    Sonho super vívido. Acho que tive um falso despertar e daí voltei a dormir. Só depois é que me toquei que ainda estava dormindo (meio lúcido) e daí acordei, com a mesma sensação de quando se sai de um sonho lúcido, aquela tontura e movimentação para a realidade.

    Eu e mais um monte de pessoas estamos estudando cinema com um diretor famoso. Vamos fazer um curta metragem com ele. O diretor de fotografia fica puto porque o contrato que ele assinou é para fazer o filme e não diz nada de tempo. Ele tem que ficar lá porque o diretor atrasou algumas coisas...

    Um cara massageia a cara de um cachorro que parece com gente. O cachorro gosta e faz xixi.

    Uma das coisas nesta mostra de cinema é que vários casais vão dormir junto e parece que eu tenho a chance de ficar com a Sharon Stone. Ela é legal e conversa bastante. O pessoal distribui uns números e vemos quem vai ficar com quem. Algumas mulheres entraram na brincadeira mas na hora H não querem mais ficar com ninguém. Outras ficam e algumas são atacadas por rapazes mais afoitos que não sabem respeitar as meninas.

    Falo com algumas pessoas sobre professores de yoga; elas parecem conhecer alguma coisa a respeito e me perguntam coisas.

    Não encontro a saída/subida para o quarto onde estou. Fico andando no hotel/chalés e nunca acho a saída. Alguém me dá as dicas e consigo chegar no meu quarto. A minha companheira de quarto não está mais lá.

  2. 30/05/2005 - Escola em São Miguel do Iguaçu

    Escola em São Miguel do Iguaçu. A Freira (Irmã Domitila?) está simpática. Ela corta cebola e alho para mim. Orlei está por lá e mostra um programa que pode ser usado para monitorar o coração, tudo digitalmente. Acho bem interessante.

    As salas eram num andar de baixo do terreno. Algo bem claro e agradável.

  3. São Paulo e Passagem de Volta

    Vou para São Paulo visitar uma empresa de uns conhecidos. O colega tinha construído uma enorme sede, feita de metal e a cobertura era de um plástico fino. De longe diversas torres amarelas podiam ser vistas. Ele me mostra alguns programas que estão fazendo, tudo simulado. Chego em um local e vejo prédios crescendo na minha frente, como se fossem plantas. Digo para ele que a simulação poderia também ser feita para se ter computadores virtuais. Ele acha a idéia interessante.

    Fico preocupado para ver quem vai pagar a minha passagem de volta.

  4. 29/05/2005 - Rocha Crescendo em Las Vegas

    Sábado

    Rocha que cresce em Las Vegas e poderia dominar a cidade. Vejo isso através de fotos na web em épocas diferentes. É uma casca esponjosa que cresce em cima das montanhas, fazendo um platô. É de um cinza claro.

  5. Opala Preto

    Um carro, Opala preto, de um antigo colega do Banco do Brasil. Estão por lá também o Daniel Trike e uma mulher fatal. Perseguição com carrinhos e Natan.

  6. 28/05/2005 - Móveis e Cabeleireiro

    O cara que fez alguns móveis aqui para casa é um cabeleireiro neste sonho.

  7. (Sonho Lúcido 19) - Vôo e Clarissa

    A lucidez deste sonho foi menor do que as anteriores. Eu estava lúcido mais sem a percepção total do ambiente e de minhas ações.

    Voei e fiquei controlando o vôo, colocando as mãos para baixo e até fazendo barulho com a boca para ver se voava melhor. Depois encontrei a Clarissa e resolvemos conversar. O engraçado é que eu colocava uns matos verdes na sua boca e ela começava a falar. Daí colocava mais matos. Chegou uma hora em que ela não queria mais.

  8. Filme e Babás Famintas

    Filme DVD em restaurante. Ruben senta na mesa de outros. Animais invisíveis que não param de crescer. Troca de DVD por outro filme. Babás que querem comer no mercado às nossas custas.

  9. Carrinhos de Madeira em Trilhos

    Presépio/carrinhos de madeira que vão andando em um trilho de trem. Eles passeiam e quando chegam no final cortam-se no meio e saem do trilho. Menino tenta colocar uma carta da onda de Teahuppo num baralho diferente que estava perto do presépio. Este baralho tinha cartas pequenas e na tonalidade marrom. Um cara viu o que ele estava querendo fazer e não deixa colocar a carta. Chega um gringo e quer comprar algo. O cara pára de nos mostrar os carrinhos para atender ele. Todo mundo se dispersa.

  10. 27/05/2005 - Computador de Tinta e República.

    Cara maluco. O computador dele não funciona direito, sai tinta e não fixa as letras. Era como se fosse um mix de computador e máquina de escrever. Estou numa casa onde qualquer um pode ficar, tipo uma república. É só cair em qualquer canto e dormir.

  11. Greg

    Greg vai para restaurante e não deixam entrar. O restaurante parece ser em Canoinhas, uma casa com um jardim bem simpático, com luz do sol do final da tarde. O Greg é o Claudio Marzo e está com o cabelo lambido de brilhantina, penteado para cima, feito um moicano; está vestindo um pijama curto e clarinho. A Danielle Winitz também está vestida como ele. O Cassiano Gabus vem buscá-lo.

  12. TV e Jesus Corrupto

    TV a prazo para dar para alguém. Digo para a bel que não posso pagar mas ela resolve comprar assim mesmo. A prestação é de R$750.

    Mãe diz que nunca gosto das coisas que ela disponibiliza e pergunta se quero ficar.

    Corte. Golfe dos chiques. Luiz Adelmo aparece. Vejo flashes de pessoas maltratando um cara, tipo um Jesus Corrupto. Isso era o que fariam se pegassem o corrupto de Brasília.

  13. 26/05/2005 - Kike e Campo Futebol

    Casa. Véspera de Feriado.

    Com o Kike procurando um campo de futebol. Explico para ele como foi o esquema da venda da empresa. Tem algo que falamos sobre joguinhos de computador.

  14. Colegas Desmaiados

    Cara São Paulo queria comer churros. Foi até uma escola. Meninas e quatro rapazes foram num beco pegar algo. Demoraram. Vamos ver o que aconteceu e estão todos desmaiados.

  15. 25/05/2005 - Estações de Temperatura

    Estações de temperatura. Pequena, preta, com ponteiro branco. Vou ver se dá para enxergar de casa.

  16. Marina e Cesar

    Casa da Marina. Ela tem uma máquina gigante de fazer pão. Parece os fornos da Pizza Hut. O Cesar está com problema que ela não quer falar. O João está por lá também.

  17. 24/05/2005 - Perseguição e Escudo de Energia

    Perseguição por informações que eu tinha. Muita perseguição de bike, carro, etc. Matam um cara na igreja. No final desenvolvi um escudo. Se o cara tentava me pegar ele explodia.

  18. Férias em SMI

    Fui para São Miguel do Iguaçu; acho que era férias. Carro na cozinha. Wilson tentando tirar. Falo com mãe e digo que trouxe umas caixas de linux para vender. Acho estranho, pois o negócio é de graça. Tio Adelmo está por lá e Júlio também.

  19. Ponta Grossa e Trabalho

    Ponta Grossa. Estou com uns 5 ou 6 amigos. Tenho que passar uma semana trabalhando por lá. A galera corre para pegar o trem. Toca um rock conhecido para anunciar a partida. Saímos na disparada. A galera entra. Tento jogar a mala de um deles para dentro e o maquinista acha que estou querendo entrar de graça. Vou para casa e começo a assistir uns filmes que tem muita conversa. Chegam a minha mãe e a Silvia.

  20. 23/05/2005 - 3:46 - Carrinho de Computador

    Floripa

    Carrinho que reproduz tudo no computador. Ele é de controle remote. Estou em um barracão com peças de todo tipo. Isso ajuda a fazer/arrumar o carrinho.

  21. 7:30 - Cruzeiro Marítimo

    Cruzeiro Marítimo. Primeiro chegamos de barco, o dudu e eu estamos dirigindo. Depois estou em uma janta do barco. É do lado dos estúdios da Record onde gravam o programa do Bóris. Tem uma quadra telada grande, ao lado. Na janta converso com uma menina. Vejo diversos livros da série "Duna" com capas legais. Todos têm temas de cavalos árabes, com o deserto e o céu escuro (azul), no fundo. Logo depois os cavalos começam a galopar. Também pego um livro. É de aventura e a menina que conversei era oficial do exército de Israel.

    Minha mão me liga e diz que está indo visitar uma livraria fora do barco. Vou junto. Saio do barco pela porta errada e quase caio das escadas rolantes de carga. Um cara me chama pelo nome e indica o caminho certo. É uma escada rolante de emergência. Saio bem na frente da minha mãe, trancando ela na parede com a escada. Ela está um pouco chateada porque minha prima saiu antes só porque iriam sortear camisetas na livraria. Bel e Natan estavam ali por perto. A livraria chamava-se Eldorado e o logo era uma asa estilizada em material dourado.

  22. Jornal Nacional Maluco

    Jornal Nacional Maluco. Os dois apresentadores (Fátima Bernardes e Bonner) mudaram o estilo do jornal; agora ele é bem informal. O Bonner está com barba por fazer e ela bebe café na mesa. Eles riem bastante e não ficam lado a lado, mas sim com as mesas em ângulo, de uns 45 graus.

  23. 22/05/2005 - Inauguração no Banco do Brasil

    Frio em Floripa.

    Uma inauguração enorme no Banco do Brasil de SJP e eu estou de saída. Foram colocadas dezenas de cadeiras depois da rampa do estacionamento e tem um monte de gente que não conheço, vestidos de preto com detalhes também em couro preto. Fico entrando nas salas à direita à procura do meu computador mas não o acho. No lugar só encontro laboratórios de pesquisa, com pessoas de braço, animais, etc. Num armário de coisas minhas acho um extensor de acendedor de cigarro, de carro, um capacete de mountain bike marrom e meu capacete de vôo/speed.

  24. 21/05/2005 - 3:57 - Menores do Banco e Trilhões de Abelhas

    Reencontro diversos menores do Banco do Brasil depois de um tempão. São vários que foram para o encontro. Os caras são os mesmos e a única diferença é que estão mais velhos. Vejo o Chico num fliperama, ele está com o cabelo bem preto e um pouco comprido. Vou tentar falar com ele mas sai rapidamente. Encontro o Adriano e falo com ele sobre trabalho. Eles estão tentando implementar alguma coisa de tecnologia e digo que posso ajudá-los. Alguém me pergunta sobre um sistema específico e fico tentando procurar no computador.

    Sinto a pele coçar e vejo umas minhocas, verdes, minúsculas, saindo da minha pele. Puxo-as e outras continuam a sair. Disseram que era alguma doença venérea. Fui para casa (antiga, grande, num sítio) e entrando em um celeiro comecei a ouvir ruídos fortes. Quando me dou conta eram trilhões de abelhas. O mel borbulhava pelos aposentos e elas apareceram quase que todas de uma vez. Pequeno terror. Estou com meus filhos (uns 3) e tento salvá-los.

  25. 6:50 - Conserto de Moto e Elefantes-Mulheres

    Conserto de moto de alguém. Passo um bom tempo até conseguir arrumar os detalhes para consertar a moto na concessionária. As mesas dos atendentes estão atoladas em uma fossa. Chamam elefantes-mulheres para acalmar as mesas e elas parecem se assustar, como se fossem ratinhos. A moto estava +- ilegal pois tinha viajado para São Paulo sem autorização.

  26. Bar do Santo/dos Leões

    Mesas longas, ambiente aberto tipo churrasqueira, com azulejos brancos. Estacionamento atrás, num gramado. No banheiro, bem precário e com a privada mergulhada na água até encima, a foto do lugar quando da última enchente, com as ondas batendo nas janelas.

    Casa velha, aberta, na periferia de Curitiba. Mamá era o dono. Atrás tinha um laguinho e dois bichinhos eletrônicos que pareciam reais: um sapinho e outro que não consigo me recordar. No bar tinham brincadeiras feitas pelos clientes que se misturavam uns com os outros. Uma deles ficou imortalizada num gibi. Amarraram/costuraram um cara numa mesa. O sentido no gibi era +- erótico, mas no final arrancaram o dedo dele e diziam que ele iria pelo menos ser publicado. Na cena final aparecia os dedos esfacelados do pé do sujeito e a turma de amigos rindo dele.

    Mamá mostra uns brinquedinhos eletrônicos no estilo do iPod, mas usados como dispensers de queijo ralado e ketchup. Eles eram lacrados e Mamá abriu um colocando farofa no interior de um grandão.

  27. 20/05/2005 - Cara da Faculdade

    Floripa, casa do Dudu. Dormi na sala.

    Filme dos beatles. Estou de carro e de bike ao mesmo tempo e demoro para achar um lugar. Cara da faculdade quer meu bilhete para sair com carro dele. Digo que não rola porque daí não saio com o meu.

  28. Tiro no Meu Peito

    Festa na casa do Rodney com uma banheira de hidromassagem enorme. Dois caras assaltam a rua e levam um transformador e depois assaltam as pessoas. Um dos caras me dá um tiro, a dor é forte e me dá um gelado enorme no peito. Acho que vou morrer. Olho o peito e não tem nenhuma marca. Eles fogem e são presos em seguida.

  29. Ninhada e Ratazanas

    Bruder numa mesa de lanche com mais pessoas. Fala muito baixinho das tramóias de alguém. Diz que não pode falar ali. Marcamos então em um restaurante. Lá tem comida boa. Um garçom vê que olho para uma sopa e me trás um pouco, molhada em um pão; parece sopa de tomate. Vou pegar mais comida e troco o prato, daqueles marrons inquebráveis.

    Corte, casa da Vó. Tem uma ninhada de cada tipo por lá, um monte de bichos diferentes. Aparece um filhote de ratazana que atormenta todo mundo. Vejo propaganda de um desenho animado que mistura heróis de diversas companhias. Bel me fala de uma conta ($), onde trocaram diversas coisas do gás e encanamento sem autorização. Fico puto e vou ver o que é. A conta é bem alta (+- R$500) e tem várias páginas de explicação. Tento ler mas quase não consigo.

  30. 19/05/2005 - Revista Animada e Slater num Caixote

    Sol e surf o dia inteiro em Floripa.

    Banca com uma revista onde a terceira capa animada. Era uma moto fazendo wheeling e depois mostrava ela parando. Achei legal ter esta tecnologia em papel. Tirapele passa por lá.

    Kelly Slater numa corrida a pé/sentado num caixote contra um monte de outros caras que pulam feito cangurus; no final eles desistem.

    Volta um pouco no passado e agora estou em um campeonato onde tem uma prova de parapente com muitos brazucas Um deles chapa no morro; parecia o Obelix do filme.

  31. 18/05/2005 - 6:22 - Quarto de Hotel e Dentes caídos

    Chuva que não acaba mais em Floripa...

    Quarto de Hotel. Estamos em uns 4. Rodney e outras duas meninas. Estou perto de uma delas. Ela me dá um beijo. Vou para o banheiro levar tirar uns ferrinhos, tipos clipes de papel desentortados, que coloquei nos dentes. Tento tirar e dois dentes do fundo caem. Guardo os dentes para tentar arrumar depois. Tiro os outros ferros com cuidado.

    Vejo caras que apareceram no programa do Jô Soares e que sabem tudo sobre o lWill Eisner. Digo que achava que conhecia um deles. Falou do trabalho e dedicação que os gênios fazem.

  32. 8:03 - Terrorista que Persegue Presidente

    Terrorista/Franco Atirador que segue um sujeito importante (presidente?) pelo mundo para achar a melhor oportunidade para matá-lo.

  33. 17/05/2005 - Carve, Cachorro e Hotel Luxuoso

    Acampamento em um lugar com barquinha. Estamos andando de carve. Pessoal querendo andar. Acho que já está tarde e fico. Dou conselhos para a gaelra e digo para colocar luva, joelheira, etc.

    Corte. Andamos pela rua e vemos um pincher preto, latindo sem parar. Ele avança querendo me morder. Pego-o pela cabeça e jogo-o muito alto, no telhado de uma casa, dentro de um condomínio. Todo mundo corre.

    Vou até um anexo de um Hotel. Estou com uma menina. O lugar é hiper-luxuoso. O acesso é uma construção redonda, sem muitos adornos. Ao entrar vejo uma escada que leva ao andar inferior, com uma ligação para o Hotel. Sofás lindos, cortinas, decoração suntuosa. Descemos as escadas e nos dirigimos à entrada do Hotel. A menina me diz que só podem entrar no hotel os hóspedes, convidados ou amantes. Somos barrados e ela mostra que trabalha lá. Em seguida diz que sou seu namorado e me tasca um beijo. Os hóspedes estouram champanhe na beira da piscina.

  34. 16/05/2005 - Quadrinhos e Pamela

    Casa da Vó, em Canoinhas. Vejo na TV que está passando filmes bíblicos; deve ser época de Páscoa. Numa revista tipo Época vejo matéria sobre quadrinhos; diversos desenhos, tudo azul claro. Penso que deve valer a pena comprar o material que está sendo mostrado na revista.

    Corte. Numa banheira, fora da casa em que estou entrando tem um cara barbudo e mais velho. Ele fica rindo e escrevendo em um notebook que fica submerso dentro da água. O cara parece que sempre está bêbado. Tod mundo gosta dela; acho que é um escritor importante.

    Corte de volta para a casa de minha avó. Estou sentado da poltrona dela e quando levanto o rosto a Pamelo, a antiga funcionária aqui de casa, aparece na frente. Me assusto. Ela quer pedir dinheiro emprestado. Tiro ela da sala e a mando embora. Vejo ela saindo pela garagem, da janela da cozinha da minha avó.

  35. 14/05/2005 - 04:53 - Perseguição atrás de Dinheiro

    Fui dormir pelas 11:00

    Estou dirigindo um ônibus. A direção é uma manivela sensível, indo muito rápido para os lados. Também é muito rápida a aceleração e o freio. A mulher do filme Atração Fatal chega em casa pelada. Parece meio boba e diz que usaram ela de tudo quanto é tudo. Está toda arranhada e vira de costas, mostrando a bunda. Uma mistura do Samy e do Wilson quer me convencer a volta a voar. Tinha viajado junto com o Ruben, as esposas e os filhos.

    Corte. Agora este pedaço foi um pesadelo. Não tão terrível quanto o último que tive, mas ruim. Eu tirei dinheiro do banco e estava na casa de minha tia, em Canoinhas. Uns caras me viram e começaram a corer atrás. Só perseguição; o típico pesadelo de fuga sem fim. Desespero. Ruim. No final consegui me safar, entrando no corredor da casa de minha tia.

  36. 13/05/2005 - Aeromodelos de Plástico na Rampa de Vôo Livre

    Fui dormir pelas 10:30h.

    Estou em uma montanha, numa rampa de vôo livre. Tem um pessoal brincando com uns pequenos aeromodelos de plástico, radiocontrolados. Eles explicam como fazer para controlá-los direito. Ao descer a montanha ela se transforma em um lugar na Argentina, numa montanha de escalada. Estou com alguma coisa, uma bota, ou botão, não entendi o que escrevi. Falo com um atendente sobre o que vamos comer. Digo que é uma sopa.

  37. - 05:22 - (Sonho Lúcido 18) - Skate e Homem Borracha

    Entro em um pequeno prédio, de uns dois andares. Ele está todo rachado por dentro por causa de uma construção que foi feita em cima. Falo para o cara que tem uma loja por lá e também parece ser um espécie de síndico que o prédio vai cair. Digo que ele tem que sair de lá.

    Falo com P.C. Digo coisas técnicas para ele e explico como funciona as conexões de rede. Acho estranho o colar que ele usa. Explico coisas para a mulher dele. Saio em um carro dali e chego em Campinas.

    Estou em uma Van e uso terno e gravata. Tem uns meninos descendo de skate uma ladeira daquelas pedrinhas do centro de Curitiba (petit pour?) Vejo um luge que é também uma barraca; uma verdadeira traquitana. O cara dono do luge uma uma calça jeans toda rasgada por freiar. Um cara de skate me reconhece e pergunta o grau/ângulo da descida; digo que é pouco. Fico lúcido. A realização da lucidez me vem naturalmente, como uma conclusão óbvia. Olho as minhas mãos e resolvo fazer uma brincadeira com o cara que está na minha frente para ver a reação dele. Passo a mão na bunda do cara e ele pula, ficando puto e reclamando, exatamente como na vida real. Ele cai num rio que está do lando do lugar onde estão andando. Resolvo testar mais um poder e estico a minha mão como o homem borracha, ajudando ele a sair dali de baixo. Começa aquela tontura da transição do sonho para a realidade e acordo.

  38. Lenny Kravitz e DJ Mamá

    Lenny Kravitz está dando um show particular na MTV. Estou ali junto, mas parece ser a minha casa. Vejo ele tocando uma mistura de pianinho, e instrumento de corda. Ele é prata e cabe nas mãos. Uma menina começa a dançar com ele e canta junto, bem desafinada. Sivuca está por lá e quer tirar uma foto com um tal de DJ Mamá, que parece ser muito importante. Ele me passa a máquina e ela parece estar meio suja com massa de tomate. O DJ Mamá tira a foto de um cara e cobre R$1.675 pela foto, impressa na hora por um processo parecido com uma polaroid. O cara paga sem pestanejar. Acho um absurdo o preço. Tiro a foto dele junto com o Sivuca e por esta ele cobra somente R$1.000. O DJ Mamá também dá uma técnica de como dançar a noite inteira e não se cansar; ele mostra um monje e diz o que ele faz.

    Corte. Estou em um avião com o Natan. Ele quer que a gente salte de pára-quedas, mas eu não deixo porque não temos como ficar juntos e o Natan aind a é muito pequeno.

  39. 12/05/2005 - 03:32 - Show de Moto!

    Dormimos pela meia noite.

    Eu vejo diversas motos do tipo SuperBike e resolvo comprar uma 450, da Honda, toda futurista, mas com design simples. Ela tem umas saídas de ar perto da perna que jogam o ar para cima, deixando o piloto quente, em dias frios. Mostro a moto para a minha mãe e ela não gosta tanto assim. Mas parece estar conformada com a minha decisão. Show de moto!

  40. 06:11 - Jogo na Web e Pecinha no Lago

    Vejo um jogo de naves espaciais na Internet, que dá para jogar via browser; era parecido com um que eu jogava quando criança. Os gráficos estão perfeitos e a tela é meio transparente. O som também é idêntico ao original.

    Algumas pessoas que trabalhavam comigo estão por perto. P. parece estar dormindo na mesa ao lado e, quando acorda, quer ficar segurando a minha mão. Acho aquilo estranho, mas como ela insiste, deixo porque ela parece triste.

    Agora estou dentro de uma espécie de submarino, mas ele está boiando fora da água, em um laguinho. Alguém joga uma peça de madeira para o Ri., na margem, mas ele não consegue pegar. A peça cai na água e ele pula atrás, mergulhando de roupa e tudo. Em poucos segundos ele está de volta com a peça na mão; todo mundo cai na gargalhada, pela situação. Ri. fez um bom trabalho! Gravo tudo no celular e mostro para algumas pessoas depois.

  41. 11/05/2005 - 06:58 - Previdência e Tangos e Tragédias na Novena

    Fui para a cama as 22:00h, mas só fui dormir lás pelas 23:30h.

    Cara cai duro no chão, pagando a aposentadoria da Previdência. A cena é na rua, mostrando o cara orgulhoso com a aposentadoria e depois tem um treco e cai.

    Corte. Estou na escola. Me falam que temos que entregar um trabalho de matemática até o dia 15. Não sei fazer e ligo para amigos (Marcelo Toledo) para tentar pegar o trabalho deles. Olho o caderno e não tenho idéia nenhuma de como se fazem aqueles exercícios.

    Corte. Cesar Barbado moro do lado de minha casa. Está rolando uma novena na casa dele e as músicas são do Tangos e Tragédias. Acho estranho que ele está de volta, morando em Curitiba.

  42. 10/05/2005 - 01:48 - Milk Shake no Aeroporto

    Natan estava com febre. A Bel acabou dormindo com ele; fiquei sozinho na cama.

    Milk Shake no Aeroporto. Estão por lá a Vó Geni e o Chico. A bebida estava muito boa, deliciosa.

  43. Poluição na Ilha do Mel

    Muitos Jardins com terras fundas e grama alta em todas as casas que eu podia ver. Era uma construção diferente de jardins, onde os diferentes níveis e cortes de terra se integravam na paisagem junto com a grama e as folhagens. A terra era cortada em formas simétricas, lembrando pirâmides e outras formas geométricas.

    Corte. Vejo o Gian sair andando batendo panelas, protestando. O motivo da manifestação era por causa da poluição da Ilha do Mel. A notícia foi divulgada pela TV e a população ficou sabendo das barbáries que estavam fazendo com a Ilha. Fui até lá comprovar diretamente. Alguém me deu um pedaço de chocolate.

  44. Tramóia com os Deputados

    Tramóia para aumentar o salário dos deputados e conseguir favores comerciais. S. era o responsável.

    Corte. Recebo multa no meu carro. Falo com o motorista que estava me ajudando e ele diz para não me preocupar. Como a multa é de outra cidade ela não chegaria até o meu município.

    Seu Odair esqueceu a carteira dele. Eu acho uma nota de 5 e outra de 12 (ou algumas notas que somavam 12). Entrego a carteira para ele.

  45. 09/05/2005 - 05:13 - Freio no barco

    Freio Rodney e barco; vamos velejar juntos. Ele prefere ir sozinho por causa do peso.

  46. 06:27 - Ração Quebrada

    Barco na chuva. Demora para navegar. Vemos diversos flocos de ração; muitos estão quebrados mas os da Kovalski continuam inteiros.

  47. 08/05/2005 - Pneu Furado da Bike

    Estou andando de bike no asfalto com o pessoal do speed. Eu tinha esquecido de levar os tênis e outros materiais. No meio meu pneu fura. Não estou com a mountain bike, mas sim com outra bicicleta normal. Parece aquelas de mulher. Começo a arrumar as coisas para voltar sozinho e deixar a galera continuar a trip. Parece que já tinha acontecido antes. Uma pessoa pára e me devolve um avião de plástico e digo que não era meu.

  48. Construção em Floripa

    Dudu. Ete e Pompeu foram para Floripa. Dudu tentou ligar mas não deu. Estavam em um hotel legal. Chegamos depois. Lembro de aeria e construção de alguma coisa com o dudu. Bel e eu conversamos invertido. Foi legal.

  49. 07/05/2005 - 02:04 - Campo de Concentração de Plástico

    Gangues tomando conta da cidade (Canoinhas). Começaram a recolher pessoas. Fizeram uma enorme estrutura de corredores de plástico separando a cidade do "campo" deles. Quem tenta escapar é cozido no choque enorme que leva.

    Tem um cara de olho azul e cabelos grisalhos que é o líder. Toda a cidade foi separada. Quem ficou para dentro dos corredores de plástico está no campo de concentração; quem ficou fora está livre.

    Estou em um ônibus, na parte interna do campo; diversas pessoas também estão dentro também. Vemos um pai e uma criança brincando do outro lado dos plásticos; sentimos o gosto da prisão.

  50. 04:55 - Visão de Garopaba

    Tiro no peito. Sangra feio. Acho que é facada. Design de um novo carro. Sede de sexo.

    Encontro um conhecido. Está sem celular a mais de um ano. Vamos para a praia. Estou com Arlei e outro cara. Vemos a praia. As ondas parecem estar legais. Estamos dentro de um lugar que parece ser um convento. Vamos andando por dentro mas não conseguimos sair, mesmo andando e descendo por diversos lugares. Após descer por algumas escadas consigo sair passando por uma janela/grade velha. Tento de todo jeito chegar na praia mas não consigo. Vejo o Gian surfando e conseguimos chegar na areia. Ali parece a visão que eu tinha de Garopaba, antes de conhecer a praia. Um monte de gente jovem deitada na praia. Tinha uma menina muito bonita fazendo topless.

  51. 07:12 - Galática e Faca de Pedra

    Faca de pedra com poderes especiais. Engarrafamento se não sair logo. Corrida entre carrinho de brinquedo e pessoa. Um cara (alienígena) perguntando onde ele achou a faca de pedra. Mulher me dizendo tudo o que fez paraq não perder o cara.

  52. 06/05/2005 - 04:52 - Peladas na Praia

    Mulheres peladas numa praia nos EUA. Pagava-se pelo que se via. Tinha uma tela, tipo um monitor de notebook, onde você poderia sintonizar as diversas freqüências delas; acessou, pagou. Marinheiros não deixavam a gente ver. O Claudio M. ficou impressionado. A rua que dava para a parte da praia/enseada que elas estavam era muito estreita, com um portal de mármore preto. Fomos de ônibus.

  53. 05:33 - Mestre De Rose no Portal

    Estou no meio do mato perto de um Portal/Igreja; Mestre De Rose e uma menina estava juntos. O mestre era bem mais novo do que é agora. Era uma visita guiada. Tinha um grande duto no local; vidros e carros passando perto. Falou da borracha. Fez ásanas no mato. Tinha um macarrão que armazenava informações. Era só colocá-lo em uma espécie de Disk-Man e ele saia tocando o que havia gravado nele.

  54. 06:13 - Handebol

    Jogo handebol. Cara dono de 5 funerárias está lá - meu sogro tinha falado dele ontem. Jogo a bola para ele mas acaba caindo em outra pessoa. Corro para o Gol e ele joga a bola para mim, indo muito para frente. Estico o braço para pegar a bola e acordo com ele nesta posição.

  55. 05/05/2005 - 05:43 - Fragmentos Confusos

    Entrevista sobre carve na TV.

    Corte. Tarso Genro. Subiu, ficou ministro e caiu, mas a filha dele se separou muito antes.

    Corte. Vejo novela de época. Vejo jogo de guerra em programa de TV. Carve apareceu de novo na TV. Mulher fala que é pouco. Digo que está OK.

  56. 06:34 - Giulia Gam

    Policial em módulo futurista. Atende ligação com o revólver. Tem uma bolacha perto do cano e uma calcinha. O cara vira a Giulia Gam. Está sem camisa. Ela tem saudades da praia. Eu suspiro. Ao fundo vem uma onda enorme.

    Corte. Propaganda IBM. Japa vistido de laranja e dando o seu endereço eletrônico. Algo como lj@lj.com.

  57. 04/05/2005 - 06:40 - Torneira Aberta

    Num dos fragmentos de sonhos que me lembro, escutei a campainha do telefone. Foi algo extremamente real!

    Estou no telefone com a Patricia, nossa funcionária de casa. Explico a ela que tinha deixado a torneira do banheiro dos fundos aberta (e isso ocorreu mesmo). Depois a Bel aparece do nada (achei isso estranho) e diz que vai reclamar para alguém...

  58. 03/05/2005 - 05:18 - Perdendo Matrícula no CEFET

    Fomos dormir pelas 23:00h. 1 day to go...

    Estou em uma praia. Uma mulher está se afogando e vamos salvá-la. Me avisam que é o último dia para matrícula no CEFET. Saio correndo.

    Estou no CEFET fazendo uma prova com o professor japonês de química. Um colega de turma revisa uma fórmula que não entendo nada; fico bem apreensivo. Mostro para meus amigos um rolo de filme e pergunto se eles já fizeram a matrícula; todos confirmam. Pego o papel de matrícula (tipo os de loteria, para pintar os espaços) e não acho as instruções. Estou bem nervoso. Meu amigo diz que o total de créditos é 35, mas só precisamos de 31 pois estamos no último ano/semestre.

  59. 06:08h - Como Funcionava a Empresa

    Casa Wilson, de Canoinhas. O Pompeu me aguarda na porta. Está ele e um amigo. Ambos são muuuuuuito grandes. Ninguém tinha-o atendido. Ele levanta um cartaz por cima do portão para se fazer notar.

    Estou reunido com diversas pessoas e explico como funcionava a empresa, como era o esquema e a história da Conectiva. Iríamos tentar fazer algo juntos.

  60. 01/05/2005 - Estacionamento em Floripa

    Fui dormir cedo pois iria pedalar no outro dia (domingo).

    Vejo um hospital em Floripa. Já vi este hospital antes em outro sonho. Quem sabe é um local fixo de meus sonhos, recorrente. Agora estou com o Fábio e mais 3 pessoas numa churrasqueira na casa do meu tio, em Canoinhas. É no segundo andar e tem bastante sol entrando. Ele não sabe das novidades.

    Corte. Estou em outro lugar de Floripa, num estacionamento. Ele é tem as ruazinhas muito fechadas, praticamente o carro não consegue passar. Vejo diversos carros estacionados, todos com o mesmo modelo. Parece que o modelo tem algo a ver com um símbolo de pinguim. Jogo volei. Subo num ap. para trocar de uniforme. Agora é de noite. Vamos mandar levar uma pizza na casa do Maito.

Abril

  1. 30/04/2005 - 05:47 - Show do Rush e Querosene em Canoinhas

    Nada de anormal nesta noite, fora as notícias um pouco estressantes. A Bel ficou vendo filme e dormiu na sala com o Natan.

    Show em bar da esquina da praça da Espanha. Acho que era o Rush. Tinha gente saindo pelo ladrão; o lugar estava estourando. Os donos estavam felizes da vida por ter conseguido trazer uma banda daquele porte para um bar tão pequeno. Tinha um monte de tatuados. Rolou também alguma coisa tipo super-herói e salvamento de pessoas, mas não consigo lembrar direito.

    Corte. Estamos em Brasília. Tem uns gerentes do Banco por lá. Tem um cara que é de bem com a vida e faz exercícios. Ele sai bem cedo com uma bicicleta que tem 4 rodas atrás, bem largas, como pneus de buggie.

    Corte. Estamos na casa de Canoinhas, na lavanderia. A Bel pede para eu esquentar querosene num potinho. Pego uma sacola de papelão e coloco o querosene dentro dela. Digo que ela não pode sair de perto porque é perigoso, ainda mais numa sacola daquelas. Levamos a sacola com o querosene dentro para fora, na cerca; venta um pouco. O querosene queima e a fuligem sobe. Na cerca vemos vizinhos, do lado que era a casa do Olavo. O pessoal é militar. O dono da casa pergunta se o Natan já nasceu. Digo que vou convidá-lo para a festa de 3 anos dele, tirando um sarro; todos riem. Querem ajuda para um conhecido deles que quer ser transferido de lugar.

  2. (Sonho Lúcido 17) - 07:50 - Título

    Neste sonho o meu estado de lucidez não foi tão claro quanto os outros. Estava um pouco absorvido pelo sonho, mas tive todos os indícios de lucidez...

    Uma garagem no fundo de casa; muitas pessoas. Conversei com diversas delas sobre vários assuntos. Uma hora o Metallica estava por lá e o vocalista tirou a roupa, ficando pelado. Achei isso estranho, pois era impróprio para a tv; acho que isso me ajudou a ficar lúcido. O técnico Luxemburgo também estava por lá, dizendo que era ele que mandava e mostrando que os jogadores deveriam seguir ele.

    Em dado momento estou lúcido, mas não é cristal clear. Olho espelho e tudo está certo. Vejo a minha imagem refletida normalmente. Como não tinha nada distorcido, resolvo olhar para a minha mão e ela sim está estranha, mudada, distorcida. Olho a mão atentamente e a sua imagem não se mantém permanente e fixa; o dedinho sai do dedo anelar e a imagem fica mudando levemente. Vejo ZM e questiono o que o cara está fazendo ali. Empurro ele. Lembro do desafio do site Dream Views e subo no telhado invocando um avião, mas penso em um helicóptero, que é o que acaba aparecendo. Ele tenta chegar perto mas é difícil. Solta até um cabo mas não dá. Fico um pouco excitado pensando que logo vou acordar e não vou conseguir atingir o desafio e, infelizmente, é isso que acontece. Acordo.

  3. 29/04/2005 - Papa na Sala de Aula

    Fui dormir pas 23:00h. Reviravoltas hoje...

    O novo Papa (Bento) entra na sala de aula que estou. É austero e faz cara de mau para todos os estudantes e fala para sentarem direito. Estou sem mesa, só com uma cadeira. Começa a passar um vídeo de alguma prova de corrida. O padre está atrás do carro, um jipe aberto. Sinto o vento na cara. De volta para a sala Bento me chama a atenção umas duas vezes sem motivo aparente. Dou de ombros me conformando que estou sendo perseguido...

  4. 28/04/2005 - 05:56 - Satélite Identificador

    Fomos dormir pelas meia noite. Hoje foi dia de show da Maria Betânia...

    Rudabaga. Esta palavra veio em algum lugar no meu sonho. Perseguir/localizar carros via monitoração de satélite.

    Corte. Estou em Caiobá e as ondas não estão legais. Logo depois elas começam a melhorar mas estou sem prancha. Um local me empresta algo parecido com uma lanchinha e vou surfar. Quando estou me dirigindo para o fundo passo por um monte de barcos. Até parece uma cidade de tanto barco junto e espremido. Encontro um pessoal junto e com eles está um velho amigo meu, o Deco. Só que ele está bem velho e gagá. O Paulo, primo de minha mãe, está junto cuidando dele.

    Corte. Dois colegas de trabalho (A. e N.) estão sentados, sem camisa, discutindo os programas de controle de busca com satélites.

  5. 27/04/2005 - 05:38 - Mudando de Área

    Bel estava no hospital com a tia Mariliz. Eu e o Natan fomos para casa. Fomos dormir juntos pelas 23:00h. Alguns sonhos estão difíceis de lembrar. Eu tenho que ficar alguns instantes parado, refletindo e esperando a lembrança aparecer. É como quando sabemos alguma coisa mas não conseguimos lembrar. Aquela sensação de leve desconforto onde o pensamento está na ponta-da-língua, mas não sai...

    Mudando de área. Fui para a parte de suporte da empresa. Já estão lá o Helio, antigo amigo de São Miguel do Iguaçu, a minha tia Ana, de Castro e o jl. O lugar é super minúsculo, uma portinha e um tipo de corredor, nos fundos de um restaurante de um posto de gasolina. O ambiente é bom e o sentimento também. No restaurante tem um esquema de comprar comida e ganhar um livro usado; pelo menos é isso que é dito da comanda.

    Minha tia está vendo uma revista onde tem o Eric Clapton, novo, tocando a sua guitarra. Ele está vestido com um macacão de couro nas cores azul, branca e vermelha. Ele está tocando na neve e a parte de baixo do macacão é como um sobretudo.

  6. 06:35 - Adolescentes Heavy

    Estou andando perto de casa, nas cercanias do eco-bola. Pego uma entrada no meio do mato, à direita. Estou perto da Pedreira e vejo dois ensaios; um deles é na Pedreira e acho que é de alguém famoso. O outro é do lado esquerdo, numa quadra de esportes coberta com telhado estilo de zinco. Vejo de longe e parece legal. Quando chego lá vejo que são uns 4 ou 5 adolescentes, quase crianças, com guitarras bem recortadas, bem heavy. Eles tocam e cantam bem, fazendo movimentos com a cabeça e algumas danças coreografadas. Acho estranho que pessoas tão novas conseguem tocar assim. Quase choro olhando aquilo, lembrando de minha infância. Tem uma construção de vidro do lado direito, onde é a pedreira. Quem construiu isso foi um ricaço.

  7. 07:00 - Neta fundador Time

    Futebol. Estou num corredor de uma concentração de estádio de futebol. Vejo sentada no chão alguém que é (no sonho) neta do fundador de um time de futebol. Acho que é do Atlético. Ela está usando um vestido vermelho, bonito; é loira e com os cabelos ondulados.

  8. 26/04/2005 -03:45 - Game Sarcófago

    Fui dormir as 11:45pm. Estava lendo...

    Estou em um fliperama. Tem um jogo que você entra dentro, parecido com um sarcófago, mas as mãos e pés ficam mais abertos, no formato de um X. Ali dentro estou imerso totalmente no jogo. Um amigo meu já tinha ido e agora é a minha vez. Não me sinto confortável ainda para entrar e fechar tudo; resolvo treinar com ele aberto. Tem umas madeiras descendo e tenho que acertá-las; é meio difícil.

    Corte. Estou em Paranaguá. A Consuelo também está no ambiente. Falamos, junto com outras pessoas sobre os resultados de ter comprado um apartamento ou ter guardado o dinheiro. A Consuelo tinha comprado o ap e ele valorizou, quase dobrou de preço. Eu guardei e não ganhei tanto assim.

  9. 06:33 - Bebida Comemorando Derrota do Guga no BBB

    Supermercado. Vejo uma gôndola cheia de diversas garrafas de plástico brancas, uma bebida qualquer, comemorando a derrota, isso mesmo, a derrota do Guga. Mas não era no tênis, era algo a ver com o Big Brother. Fico pensando que eles já tinham tudo pronto, e quando foi anunciado o resultado, imprimiram o rótulo correspondente. Fico pensando porque fizeram isso com o Guga; era melhor ter feito com o outro cara que perdeu...

    Corte. Bel procurando lugar para alugar. Sala pequeníssima, difícil até de passar na porta. Parece que ela tinha aparecido na Playboy e um monte de pessoas vai atrás de nós na rua, até o carro.

    Corte. Simone foi estudar fora, mas o Eduardo não deixou ela levar o Tobias. Ela estava meio desesperada. Vou junto com a Bel procurar ofertas de cursos em outros países. Achamos alguma coisa interessante na Espanha...

  10. 25/04/2005 - 06:19am - Negociando Lote de Gibis

    Fui dormir pelas 10:00pm. Levei o Natan para o quarto dele pelas 11:30pm. Lembro de ter diversos sonhos, mas só consegui anotar um. A impressão era que eu acordava um pouco depois do período REM, e não logo em seguida.

    Gi era minha namorada, mas ela estava gorda. Estou em um salão grande. Acesso um computador e vejo uma página de bugs (tipo bugzilla), na web.

    Corte. Estou em algum supermercado ou lanchonete. Vejo duas meninas em uma mesa próxima que falam de surf.

    Corte. Estou em casa, no ap em que morava junto com a minha mãe, na Silva Jardim; estou no meu quarto. Falo com um cara pelo telefone. Queremos fazer um negócio com os meus gibis. Digo que devemos fazer um preço justo para nós dois. Tem algo a ver com R$250,00 pelo preço de um lote de gibis.

  11. 23/04/2005 - 03:46 - Pneus Furados e Cama na Chuva

    Retiro de Yoga do Sonhos. Minha colega de quarto e eu fizemos a prática sugerida pela Lama Tsering, revezando períodos de sono de 30 minutos, por duas vezes cada um. A idéia era tentar atingir o estado desperto, durante o sono; nenhum de nós conseguiu. Hora de dormir: 00:10h, mas como revezamos só fui dormir realmente às 02:40am.

    Noite. Os pneus do meu carro (Tipo prata) furam. Na verdade ficam destroçados; não tem mais jeito de usá-los. Examino as rodas e elas tem partes afiadas, que devem ter sido a causa para ter estragado os pneus daquele jeito. Ninguém quer me ajudar muito. Parece que ficam dizendo que o carro não presta mais.

    Dois caras brigam para se candidatar a prefeito. Vou embora. As meninas vão para um bar na frente do local onde estávamos e continuam a festa.

    Corte. Estamos (Bel, Natan, eu) em uma casa. A Bel deixou nossa cama, junto com o Natan dormindo, ao relento; começa a chover. Reclamo para ela que não poderia fazer isso e vou lá para tirar o Natan da chuva. O Ruben está por lá. Ele ajuda a fazer alguma coisa dentro de casa.

  12. 06:20 - Jonatan Voando e Preso no Muro

    Estou voando de Parapente. Pouso em um campo de futebol. Vôo legal. Faço aproximação em cima de uma cerca e pouso tranquilamente. O Jonatan, meu vizinho, vem voando também e não faz a aproximação direito; fica preso na cerca.

    Corte. Dois prédios baixos, próximos. Praticamos budismo em cada um deles. Vejo a Simone, grávida de novo, no outro prédio.

    Rua. Pessoal vem nos oferecer comida. Não quero nada do que nos trazem; a comida é enjoativa. Tenho a impressão que já tinha comido muito aquilo.

  13. 21/04/2005 - Dirigindo no Refúgio do Odsal Ling

    Estou no retiro do Odsal Ling, em Cotia, para fazer o Dream Yoga. Vou dormir às 10:00pm.

    Estou dirigindo uma van da Odsal Ling. Ela têm tudo automático mas é difícil fazer ela andar em velocidade constante. J. está junto, praticando também.

    Lembro de comida também.

  14. Mauro Voando Pelado e Outras

    Castro. Tem um livro de um parente que quer ficar em algum lugar.

    Corte. Barco que pula muito na água. Dois caras tentam ficar em pé mas caem. Minha prima Susana estava com o Natan. Algo na cozinha.

    Corte. Mauro e Khan voando juntos, de duplo; o Mauro pilota e está pelado. Acho estranho. Eles meio que pousam, meio que caem em um lugar. O Mauro mete muito a mão nos comandos.

    Corte. Vou buscar a namorada do jl. Está dormingo com outras amigas. Casa com lugar grandes na parte de trás. Parece um estacionamento e tem muita pedra brita espalhada por lá. Vejo dois carros que participam de rally. Ambos são brancos e com vários detalhes em azul e vermelho. Acho estranho. Pessoal como sorvete em potes individuais.

  15. 20/04/2005 - 03:51 - Serial Killer

    Fui dormir às 10:50pm.

    Pesado. O primeiro pesadelo desde que comecei a anotar os sonhos, em janeiro. Assassino serial. Matava sem a menor razão. Dentro de casa. Três vezes o matamos mas ele sempre retornava. Morbus Gravus; ouvi estas palavras diversas vezes. Sentimento real de terror. No final destrocei o cara, ainda como embrião. Destrocei como se faz com um peito de frango.

    Esquecemos de um, que ainda aparecia em um display eletrônico, como último nome. Ele voltou sob a forma de um cachorro e começou a nos morder. Horrível, desespero.

  16. Menina deslizando em Jaraguá do Sul

    Menina local de Jaraguá. Corria mais que eu, que estava andando motorizado em cima de um edredom azul que temos em casa. Ele gostava de mum. Ela tem uma tatuagem de uma mão na coxa esquerda. Eu deslizava em um asfalto limpo e comprido, em cima do edredom. Achei estranho que ele não rasgou pelo atrito.

    Pego ônibus vermelhor para continuar a correr. Ônibus tem placa dizendo que é proibido para estrangeiros. Tem também sinais de proibido sexo (mostrando através daquele símbolo de dois pares de pés, um ao contrário do outro, na posição sexual. Tem outros símbolos de proibido também. Eles estão na lateral do ônibus vermelho, pintados de branco.

  17. 19/04/2005 - Bom em Matemática, 007, Batman e outras coisas...

    Escola. Professora me diz que sou muito bom em matemática. Pergunta se não quero ensinar para as meninas. Me senti bem na escola. Estou sentado no fundo.

    Corte. Meu quarto da casa em Canoinhas. Sul Africano dizendo que poderia ter feito um negócio muito melhor. Falou que o produto era muito bom.

    Corte. Fuga tipo 007. Corrida e deslizada no capô. Perseguição. Tiros.

    Corte. Calouro do Cefet que encontrei estes dias correndo no Barigüi. Vejo página de revista que ele escreveu. A página é vermelha e preta. Tem diversas dicas. Fala do correio quase de graça e sobre um código que muda todo dia para fazer verificação.

    Corte. Batman (o ator) morreu. Homenagem por toda a indústria de entretenimento. O apresentador do Jornal Nacional fala de tudo, mostra as cenas, etc. No final ele fala boa noite e fica vesgo. Morreu também um sindicalista. Pouco gente e caixão grande. Luz do sol de fim de tarde o ilumina.

  18. (Sonho Lúcido 15) - Enfermeira Branca de Costas

    Had 2 lucids in a row today (april, 19th, 2005). Vividness 4 (from 1 to 5) and ended a 22 days dry spell!!! Did not control anything, just went in the dream flown. The first one last just one minute; the second one several minutes. The first lucid happened between 5:00am and 5:40am. The second one at 06:20am.

    In the fist lucid I just "realize" that I was dreaming. In the second one I pinched my nose to do the reality check.

    Went to bed at 10:30pm. My son (2 years old) slept with me and my wife. Wake up at 11:20pm to put him on his bed. 4 dreams total for the night. Tried WILD at 03:00am with no success. Got deeply paralysed but just that. I concentrated a lot in the Ajna Chakra (Third Eye, between eyebrows), focusing in a white dot there. At 4:00am my son woke up with a bad cough. I went to the kitchen and got a syrup to him. So, I did a forced WBTB

    In the first lucid I slept on the left side and my right nostril was open. In the second lucid I had slept on the left side of the body but both my nostrils were open. The nostrils open/close stuff I took from a experiment in the nasal cycle from the Lucidity Institute. Do not know if it influences the lucid dreams, but I started to put it in my journal also.

    I did MILD before sleep and at every time that I woke up after REMs.

    Vitamins/pills: I DID NOT took any B complex pills nor Valerian tea for the night.

    Food: I ate a hole veggie pizza and drank tea at dinner (8:00pm).

    Dream: Estou descendo uma rua inclinada. Tem uns caras que apontam armas para mim. Fico fingindo que não estou vendo e tenho medo. Entro em um corredor e fico lúcido, sem precisar fazer nenhum cheque de realidade. O lugar parece um hospital. Chego em uma sala, no final do corredor, à esquerda. Tem uma enfermeira limpando o chão. Não consigo ver o rosto dela pois fica virando a cara.Então coloco-a de costas e toco-a com o dedo, conversando. Ela é bem branca de pele. Tentei reavivar o sonho umas duas vezes mas não deu certo e acordei.

  19. (Sonho Lúcido 16) - Escritório e Helicóptero em Floripa

    Deitado no escritório. Estou numa sala e o pessoal da empresa está em outra. Todo mundo com cobertores de faixas azuis e brancas, como o edredom que tenho em casa. Achei estranho e fiz um cheque de nariz. Bingo! Fiquei lúcido!!.

    Encontrei uma colega da faculdade, baixinha, e a comprimento com um beijo. Abri um gaveta ao lado e ela range como na realidade. Vi fotos da família; todas bem coloridas e tendo a impressão que já as tinha visto outras vezes.

    Passei para outra sala. Parecia o apartamento de São Miguel do Iguaçu. Estava pensando na tarefa do mês de abril do site Dream Views (saltar de páraquedas de um avião). Achei um helicóptero pousado nos fundos da casa, lá embaixo. Entro no helicóptero e já sinto que tenho um pára-quedas nas costas. Falo com o piloto. E peço para ele subir bastante. Ele fica conversando comigo e andando na altura dos carros pela praia de Floripa, me mostrando as coisas. Diz que tem que sair das linhas de alta tensão antes de subir. Vejo as ondas e o mar bem azul. Tem uns caras surfando. Acordo.

  20. Discórdia no Carve Fake

    Encontro um menino andando na rua. Parece o centro de Curitiba. Está andando com um carrinho tipo carve, mas é uma traquitana. Tipo uma mini-maca com diversas rodas embaixo. Falo para ele do dropboards. Me disse que já conhecia mas que queria ver os folders do produto. Vai junto com o pai e a mãe. Mostrei um filme que Ricardo tinha me mandado. Me surpreendi pois o pai e a mãe eram personagens do filme!!

    Me contaram que tinha ajudado a desenvolver o brinquedo, aqui em Curitiba, mas separaram a sociedade. Estávamos em um lugar bagunçado, uma sala enorme, com a luz do sol entrando pelas enormes janelas. Tinha um monte de computadores, todos abertos. Entrei com a senha do administrador em um computador e mostrar para eles o novo site da dropboards. Também disse que iria falar com o Ricardo para deixar as coisas claras.

    Antes: Comprar lanterna. Minha mãe tinha ido junto para me comprar uma lanterna. Ela era bem velhinha, no sonho, estava parecida com a minha avó. Ficou chateada porque não achamos a lanterna. Eu disse para ela que não tinha razão para ficar chateada (dei uma dura), pois era só uma lanterna. Vi outras lanternas, uma vermelha, com led vermelho e com cheiro adocicado. Uma outra lanterna que de alguma maneira era usada para cozinhar ovos no escuro e outras duas lanternas de santinhos, que dispensei na hora.

  21. 17/04/2005 - Surf em Margareth River e Greve Geral

    Sábado de noite. Dormi à 01:00h, estava colocando um espelho na minha bike. Não tomei nem chá, nem complexo B.

    Surf com os bons em Margareth River. Depois estamos em um penhasco e um dos surfistas se amarrou em uma plataforma. Ele está pronto para se jogar lá de cima e bater algum recorde. A plataforma é liberada quando o sol chega na cauda de um cachorro. Lá embaixo tem uns sleeves futuristas, com diversas cores. Estão sendo lavados e tem cocô junto.

    Corte. Greve Geral. Bel está correndo atrás de dois empregados seus. Falo para ela que isso não adianta fazer. Estamos no centro de Curitiba. Eu e o Assis comandamos a organização do nosso lado. Encontro os caras da Attho. Fazem uma reportagem comigo.

  22. 16/04/2005 - 00:44am - Tudo escuro no Carro

    Fui dormir as 11:50pm. Chá Valeriana e 2 comprimidos de complexo B.

    Estou andando de carro com a Bel na estrada. De repente fica tudo escuro. Fudeu! Acho que vou bater. A Bel não gosta da palavra. De repente a luz volta e de novo tudo apaga. Acho estranho aquilo.

  23. Constelações

    Cara parentes da minha vó. Minha vó chora porque o Natan é muito peralta. Remédio para dermografismo para a tia Mariná; ela está toda vermelha.

    Vamos até os parentes da Sílvia. Antes tiro fotos de alguns caras nos carros. Eles não me vêem. É para uma investigação. Um cara sai atrás de mim. Pulo do ônibus. Vamos esconder o cara. Também me levam. Chego em na casa dos parentes. É uma construção feita entre 1930 e 1970, pelo menos era isso que dizia um jornal. Eram os parentes ricos da Sílvia. Fiz correlação com Luciana/Tia Leda.

    Tem um esporte, tipo o Speed Skate. Usam macacão de couro e um skate, mas parece que mistura com um tipo de bocha. O pai de um dos caras que está junto comigo é recluso. O cara tem cabelo comprido, preto, e tem cara de menos idade. Ele faz apologia a um tênis antigo. Tem uma gostosa que se insinua para mim.

    Neve no terraço; usamos para treinar snowboard no piso de mármore preto. Tiramos um pouco de neve para melhor derrapar.

    Vejo diversas constelações ali fora. Não as identifico muito bem, acho estranho. Parece que são móbiles pendurados no espaço. Lembro de falar sobre uma constelação do "homem", porque era a cabeça de um homem, feita de arame. Fiquei pensando que nunca tinha visto uma constelação deste tipo

  24. Tigre e Muro

    Fragmentos. Natan e eu. Tigre. Subimos um muro alto para ele não pegar o Natan. O tigre tenta mas não consegue nos pegar. Desiste e resolve conversar com a gente.

  25. 15/04/2005 - Olho Roxo

    Hora de dormir: 00:30am. Chá de valeriana e 2 pílulas de complexo B.

    Fragmentos. Cara (brasileiro) que trabalha nos EUA foi confundido com alguém. Parece que bateram nele pois estava com olho roxo.

  26. Cuidando de minhas roupas

    Surf. Estou na praia. Eu queria que um cara olhasse as minhas roupas, enquanto eu surfava. O cara não estava a fim. Ondas legais, na beira da praia.

  27. 14/04/2005 - Dinheiro Sobrando

    Receita do dia: chá de valeriana e 2 pílulas de complexo B. Janta foi pão/queijo/tomate no forno.

    Fui para a cama às 10:00pm mas custei a dormir (será que foi o chá?). A última hora que vi o relógio eram 00:30am.

    Estou com a mãe. Ela fala que pode dar um pouco do dinheiro que deixei disponível para a Heloísa. Sonhei coisas antes mas não me lembro...

  28. Galera Yoga

    Estou andando de carro na Padre Germano Mayer. Vejo a Alice e dou carona para ela. Vamos para a unidade e ajudo o pessoal a traduzir um texto de áudio. Engraçado mas as duas meninas que estão junto não param de fumar. Elas falam de um cara que morreu e de um bailarino que acharam bem bonito.

  29. 13/04/2005 - 05:38h - Lista de Diretrizes Orçamentárias

    Nem sei como fui ter um sonho com este título tão economês...

    Estou em casa e tenho que fazer um budget. Estou me batendo e o Seu Odair quer ajudar. Depois de um tempo ele fala que se é para fazer uma Lista de Diretrizes Orçamentárias fica fácil. Ele faz um rascunho no papel e me passa.

  30. Caderno Sonhos, Canela e Novela

    Estou em um carro e paro para conversar com o Secco. Anoto uma coisa no meu Caderno de Sonhos para não esquecer e ele me pergunta o que é aquilo. Explico que é para anotar os meus sonhos. Falo com o Secco sobre um email que o jl mandou, perguntando sobre uma montadora de PCs que está contratando. Parece que era para o irmão dele. Ele queria saber se a comida do restaurante tinha bastante canela, para informar para o irmão.

    Corte. Sou convidade para um debate/discussão sobre um projeto parecido com o PC Conectado. Chamaram diversos especialistas do Brasil inteiro. O encontro consiste em debater temas que o coordenador lança e responder questionários. Lembro de receber um papel com o nome do projeto escrito com lápis de cor. Minha mãe está ali perto e converso com ela sobre o computador que peguei emprestado dela não estar se conectando ali por causa da Internet.

    Corte. Cena novela. Uma menina leva, numa espécie de charrete, outra menina, morta, na parte de trás. Ela está numa estrada de chão batido e vê alguém andando numa terra arada, ao lado da estrada. Esta pessoa estava envolvida com a morte da menina de alguma maneira. A condutora faz a charrete entrar na terra arada e tenta atropelar o indivíduo. Corte de novo, o Rodarvus era ator na novela.

  31. 12/04/2005 - Cuidando do Natan e Floripa Estatal

    Demorei para dormir. O Natan estava com a gente e levou um tempão para cair no sono. Devo ter cochilado. Levei ele para o seu quarto pelas 11:30pm.

    Cuidando do Natan, de noite. Local meio ermo. Parecia ser uma rua sem saída, no final da cidade. Construção legal e asfalto novo, com mato rasteiro para todos os lados. Ele corria junto com os cachorros. Minha mãe estava junto para ajudar a cuidar dele. Perguntei para ela se não queria ir dormir lá em casa.

    Corte. Ele estava ajudando na empresa. Fazia algum tipo de leitura e ajudava a pegar erros. Comentei que indo deste jeito deveríamos ver o que ele faria com 3 anos.

    Corte para Floripa. Uma estatal foi contratada para manter a ponte. Vi o local de fabricação das peças de reposição. Galpão grande, muitas peças e metais andando por lá. Era uma junção da UFSC e dos que trabalhavam lá. O pessoal estava aliviado por conseguir o contrato.

  32. Pagando Contas da Faculdade

    Canoinhas. Estou no final da faculdade. Estou de carro e converso com outro colega. Vou pagar as últimas mensalidades. Paro o carro em uma rua de Canoinhas, entre a praça e o mercado, indo para a minha tia. Deixo o carro estacionado errado. Recebo uma multa e uma lição de moral. Uns caras tentam mudar o carro de lugar mas não conseguem por causa do peso. Chega um outro cara e pega ele, sozinho, e muda.

    Entro no local para pagar a conta. É um bar, daqueles de antigamente. O menino que atendia no bar, que parece o Juliano, de Guaratuba, diz que surfou uma onda de 110 metros. Acho estranho mas não consigo ter idéia de proporção. Durante muito tempo eu fico limpando uma cadeira branca, de plástico, que está suja, praticamente preta.

    Finalmente consigo pagar as coisas. Chegam uns caras no bar e brigam com o dono, pois deu crédito para alguém que era empregado deles. Vi um papel mostrando o que eles teriam que pagar a mais por causa disso.

  33. Drop no Peru

    Eu entrei numa sala de aula. A professora estava em cima de uma cadeira, de vestido. Um bico do seio dela estava à mostra. Todo mundo via mas ninguém tinha coragem de falar para ela.

    Vejo um recorte de jornal, emoldurado na parede. No recorte tem uma reportagem sobre um campeonato de speed no Peru. Fico olhando e a foto (do Rob), se torna viva e me vejo na estrada e ele passando a milhão na minha frente. Outros caras passam também mas é ele que ganha a bateria. Ele comemora plantando bananeira no skate andando ainda bem rápido. Ele toma confiança e desce outra ladeira e faz mais uma manobra arriscada. Desta vez é uma cambalhota em pleno drop. Só que agora ele cai mas está tudo bem; já está competindo de novo na próxima bateria.

    No final quem ganha é uma equipe de São Paulo chamada WOOD. Vejo os 4 caras que ganharam. Olho para cada um deles bem devagar. Um loiro mais baixinho, dois de cabelos escuros e um de barba rala. Eles estão bem felizes pelo feito.

  34. 11/04/2005 - Operação Orlei

    Poucos fragmentos deste sonho.

    Estou falando com o Orlei. Tem alguma coisa a ver com operação. Vemos umas meninas passando e achando algumas bonitas.

  35. Floripa Antigamente

    Fomos até uma livraria, por alguma razão ela estava 20 anos no passado. Olhei uns discos antigos e coisas da época. Bem interessante para garimpar coisas. Floripa estava cheia de paralelepípidos. Estávamos andando de caminhonete. Tem um cara que tenta roubar as coisas detrás da caminhonete. Rola alguma coisa com roupas de fantasia. Matei um cara que não queria cooperar. Estava tentando nos roubar.

  36. Banho Chuva Natan em Canoinhas

    Canoinhas, casa da minha Vó. Natan sai correndo da porta da sala indo tomar banho de chuva. Antes rolou um jogo de cartas e tinha alguém que sempre batia.

  37. 10/04/2005 - AABB: Bar no More

    Estou em Canoinhas, na AABB. O bar não existe mais e no seu lugar tem uma farmácia popular. O novo lugar é logo na entrada da sede. Vejo um cara entrando que tem os dedos dos pés e com as pontas cortadas. Ele também tem os dedos infeccionados bastante; estão amarelos por causa do pus. Vi uma prateleira enorme de remédios. Também vi uma grande quantidade de lingüiças.

    Um filhote de golden, bem parecido com o Bumer estava ali perto.

  38. José e Júlio na Casa em Canoinhas

    Quase sem lembranças...

    O José e o Júlio estavam na casa de Canoinhas. Tinha uma tela de computador toda estranha. Algo a ver com tarifas telefônicas.

  39. Sergio BB e Escada Cefet

    Encontro um antigo chefe meu do BB (Sérgio) da época em que eu era menor auxiliar. Ele está numa escada do Cefet. Quando me vê convida para tomar sorvete.

    Corte. Vejo a dona da escolinha do Natan esperando um taxi. Eu já estou dentro do taxi e paramos para ela. A motorista do taxi é uma mulher barbuda.

  40. Machucado Menina Bar e Surf Eder

    Sonho mais longo da noite...

    Bar pequeno, azul e com mesinhas tipo lanchonetes hamburger dos anos 50. Tem umas meninas que estão pedindo dinheiro. Elas não são pedintes, mas garotas de boa aparência e bem vestidas. Estão comigo o Leopoldo, Juba e o Carioca. Elas insistem e continuam a pedir dinheiro (R$1 ou 2). Dizemos que não temos. Insistem de novo. Alguém parece que xingou/magoou elas. Uma delas dá um tapa em alguém de nós. Fico bravo e vou dar um tranco nela. Coloco a mão na sua cintura; estou vestindo uma luva preta. Aperto o meu dedo com força. Meu dedo/mão entram na sua carne, furando. Machuco-a. Abre a pele e faz um furo. Vejo o estrago e resolvo levá-la para o hospital. Fico pensando se ela tem plano de saúde.

    Antes. Saída da escola. Ricardo (amigo do 2o grau) quer me falar de cara que saiu do BB. Vamos até estacionamento e econtramos o Eder por lá. Ele trabalhava agora com hidráulica e tinha uma chave de cano na mão. Do lado tem uma piscina com galera jogando basquete embaixo da água. Eder fala de surf e diz que quase não surfa mais. O Davison indicara um lugar que era um rio, mas era muito raso. Ele não ia mais pois podia quebrar as quilhas...

  41. 09/04/2005 - Bel Filha Comerciante Praia

    Novamente consegui um bom número de sonhos esta noite. Consegui recordar 7 mas um deles nem entendi a pequena frase que escrevi. Então ficaram 6 para a posteridade.

    Estávamos em uma praia; parecia a Camboriú de antigamente. A Bel era filha de um comerciante/produtor local. Eu estava na beira da praia e tinha uma barraquinha que vendia camarão; acho que tinha a ver com o negócio do pai dela. As ondas estavam bem grandes; vamos ver. Perguntam se eles não têm outra barraquinha. Perto dali está rolando um show de rock.

  42. Congresso IBM Indonésia

    Vai ter um congresso da IBM na Indonésia. Sugerem que eu vá. Nem penso duas vezes e já saio reservando as passagens para eu e a Bel irmos. No sonho não lembro nada da IBM, só da festa e do hotel. Chegamos por lá e estava bem quente, céu azul, sol, mar. O hotel também era bem legal. Uma hora estou deitado no quarto e um sapo preto e amarelo, enorme, fica grudado numa parede do quarto. O sapo pula da parede direto na minha cara, ficando preso perto da garganta. Fico meio no desespero para aquela coisa sair de perto de mim. A Bel e minha mãe conseguem tirá-lo de lá.

    Minha mãe tira, não sei de onde, quatro pranchas de surf, todas branquinhas e me dá uma. Teve alguma história de um código de cofre que não lembro.

  43. Motocas e Vôo Chinês

    Este foi um sonho que só relembrei de manhã, quando estava escrevendo os outros...

    Motocas. Escola? Estrada. Muitas motos esportivas. Acelero. Diversos andam rápido comigo. Já não estou mais na moto; estou voando. Só olho para a frente. Tudo se movimento muito rápido. Entro num tipo de túnel de fogo. Lembro de alguém me mostrar uma moto, na frente de casa. Casa com sombra de árvore, sentimento bom. Acho que antes estava numa escola diferente, falando com o professor na sala.

  44. Demo Software Livre Para Gui

    Estou em uma empresa fazendo um demo de Software Livre para o Gui (speed) e seus colegas. Tem uma sala só, larga e comprida. Lembro bem do demo no computador; a cor predominante era marrom. Tinham coisas que não funcionavam na tela.

  45. Bolsa de Valores

    Sonho rápido. Um cara falava da bolsa de valores subindo de 100 para 150 pontos, mais de 50%!! Depois teve um corte para o Natan correndo, acho que na sala de nossa casa. Ele estava sem camisa e com diversas frases escritas no peito. Acho que eu que tinha escrito.

  46. Quarto de manhã

    Estamos no nosso quarto, de manhã; está meio escuro. Vejo uma foto preto e branco da Bel, com o capacete de cavalgada. Tinham mais pessoas também na foto. Gian e Marúcia aparecem no quarto. Ele fala que foi para Rio Negro e pessoas falaram bem do carve, que ele levou junto. Disse que tinham interessados em comprar. Do lado da cama da Bel tem um monitor de computador suspenso por uma armação de metal azul. O computador está acessando a Internet.

    Outra foto grande da Bel, bonita, mostrando as unhas; acho que eu tinha tirado. Pergunto para todos se não acharam o meu caderno de sonhos, pois não o estava encontrando. Marúcia conversa comigo.

  47. 08/04/2005 - 03:26h - Muitas Pistas e Calculadora Estatística de Moda

    Fomos dormir pelas 10:30pm. Meu poder de recordação dos sonhos melhorou mesmo. Muito interessante.

    Estou de roller ou outra coisa no gênero em um lugar que tem diversas pistas juntas. Parece que é na Europa. É como se fosse um parque, com muito verde e árvores e diversas pistas, cada uma diferente, para skate, patins e esportes afins. O asfalto já está um pouco judiado, mas ainda bom, tipo o São Lourenço. Chega uma hora em que os drops acontecem de dentro de um carro. As pessoas ficam de capacete e saem de costas, como os mergulhadores fazem quando entram na água, saindo do barco. Parece que tinha alguma espécie de carrinho atrás de cada um. Me vejo em cima de um dos pinheiros grandes do parque. Ele está do lado de uma casa grande, branca e o Natan também está lá embaixo. Começo a descer.

    Mudança para a casa branca, enorme, com vários andares. Vejo muita carne embalada, jogada no chão. Tem alguns caras e garotas na casa. Vejo a Bequinha também. Eu estou usando uma calculadora estatística que dá a média do tamanho das mini-saias (e também a cor), baseado em o que todo mundo está usando. Acho que era só apontar a calculadora para alguém que ele fazia diversos cálculos do gênero. A calculadora começa a apitar e mostra no seu visor uma pergunta/proposta. Ela diz que sabia que a calculadora era de tal pessoa (uma mulher) e que se era ela que estava fazendo aqueles cálculos uma empresa queria contratar ela. Na verdade quem estava mexendo na calculadora era eu.

    Interessante como podemos avançar em modelos de negócios...

    Vejo uma mulher com uma calcinha jeans, bem colada no corpo. Começo a ler uma matéria em uma revista sobre um jogo de futebol feminino. Nela aparecem fotos de uma jogadora que numa queda, junto com outra atleta, passa uma pequena lâmina na outra, causando um corte leve, parecido com arranhão.

  48. Festa na Areia e Metallica fantasiado de Nazista

    Estamos Bel, Odair, Natan, cachorros e eu numa cama em um apartamento. Tem um cara qu está fazendo uma apresentação no computador. Ele quer vender uma festa para nós. Em vez de fazer a festa em um clube, ele propõe que seja na beira da praia. Parece que é algo do tipo "festa de 15 anos". A festa é para ser em conjunto com alguém que não pode pagar muito. Penso que provavelmente o Seu Odair é que arcará com grande parte do pagamento.

    Corte. Estou lendo um gibi. Na história rola uma trama da volta dos nazistas. Cenários escuros e lúgubres (subterrãneos, água pingando, masmorras). O Metallica embala a trilha sonora e o vocalista está vestido de nazista.

  49. 05:54h - Andando a pé e Encontro com Estranho Amigos

    Estou indo a pé para casa para pegar algo para a minha mãe. Estou com gesso ou ataduras no pé. O Bumer e a Babalu estão junto e ficam correndo de um lado para o outro. Numa hora a Babalu sai correndo no meio da rua e o Bumer vai atrás; é a maior confusão e os carros páram e buzinam. Fico bravo com eles e dou um chute em um dos cachorros. Um cara que estava passando de carro vê aquilo e pára para me dar uma lição de moral. Começamos a conversar e digo que foi só por causa do calor do momento, que adoro os meus cachorros.

    Vamos para uma sala ali perto e o cara é bem gente boa. Estão juntos algumas pessoas da sua família. A Bel agora está junto comigo. Ele me mostra um aparelho de som portátil, branco, que acabou de comprar. Gosto do cara, temos diversas coisas em comum. Em seguida ele me dá a impressão que agora quer conversar com a família e daí resolvo ir embora.

    Começa a chover e saímos correndo. Não sei como aparece outro carro e cada um pega um. Vamos para casa.

  50. Teste Notebook Anti-Fogo

    Estou fazendo um teste de notebook anti-fogo numa sala ampla mas escura. Sento na frente de uma mesa de madeira onde tem um notebook aberto. Do outro lado da mesa está uma mulher que vai fazer o teste. Iniciamos o teste e uma nuvem de vapor de água sai do notebook e começa a me molhar. Eu acho aquilo engraçado e faço uma piadinha com a mulher. Ela continua séria. A névoa engrossa e me molho mais ainda.

  51. Testes de Skate e Apartamento na Praia

    Estamos (Bel, eu) em um apartamento legal, no litoral. É branco e bem espaçoso. A varanda é muito ampla. Estamos vendo vídeos de teste de skate e luge. No vídeo um cara desce uma ladeira de skate, a milhão. No meio ele faz curvas longas e numa hora desaparece em um dos lados da estrada. Quando volta está num luge e continua a descida. Logo em seguida em fica de costas e vai de encontro a uma parede de pedras e bate com força as costas na parede. A Bel se assusta. Logo em seguida vemos que ele tinha um air bag nas costas, no formato de uma enorme bola de futebol. O airbag estoura mas o cara se salva. Ele estava mesmo fazendo testes com aquilo.

    No ap. alguém vem tomar banho, acho que era um vizinho. A Bel fala com alguém e as ondas crescem lá fora, chegando a respingar diversas vezes na sacada do apartamento.

    Estou com a Bel e mais uma outra mulher na mesa. Pensamos em conversar mas o Natan aparece na hora. Eu vejo o relógio e acho que está tarde. Levantamos correndo e daí noto que os relógios estão todos errados. Na verdade ainda era bem cedo.

  52. 07/04/2005 - Surf e Complexo Militar

    Fui dormir pelas 11:00PM depois de ficar lendo o livro do Taiu. Este sonho eu só lembrei depois de anotar o sonho de baixo. Interessante que estou aumentando a minha média de recordação de sonhos por noite de uma maneira bem natural. Logo após acordar de um sonho ou de manhã quando estou fazendo as últimas anotações do sonho anterior, me vem à cabeça um sonho que tive de noite e não tinha lembrado. Também estou tendo flashs, durante o dia, de sonhos passados, de vários meses atrás, que não lembrava. Muito legal!!

    Surf. Carlos mostrou alguns drops dele e o que fazia quando estava em ondas grandes. Mostrou como amarrava a cordinha e qual era o seu posicionamento. Bem instrutivo.

    Eu estava em um complexo muito grande, com vários andares e o mar entrava nele por uma parte. Teve algo militar na história e tive que mostrar alguma coisa para eles que eu não estava preparado para fazer. Fui no banheiro e fiz algo que não lembro.

  53. 05:31 - Turismo Legal e dança dos Piratas

    Sonho monstro, bem comprido. Perdi muita coisa do começo...

    Acho que estou em uma praia do Espírito Santo. Fizemos de tudo, compras, excursões, visitas. Desci estradas ruins de ônibus e uma mulher desceu dirigindo um ônibus em uma ponte interditada, quebrando as barreiras. Ela disse que sempre tinha passado por aquela ponte, desde a sua infância, e não era agora que iria deixar de passar.

    Um dos motoristas de ônibus, cara legal, tinha comprado o seu próprio ônibus e alugava para as excursões. Fiquei pensando quanto ele tinha pago no ônibus; deveria ser bem caro...

    Antes da festa de encerramento estávamos conhecendo o salão aonde iria ser o jantar. Vi as toalhas das mesas e lá estava escrito toda a estrutura da empresa e de quem atendia a gente. Apesar de estar tudo ali escrito parecia que tinha alguma tramóia por trás daquilo.

    A festa de encerramento foi muito legal. Um lugar gigante, com teto muito alto, com estrutura de metal. Rolou uma dança com os atendentes, que começaram a puxar todo mundo para o salão. Os caras que começaram a dançar eram bem fortes e pareciam piratas. Encontrei o Orlei no meio da dança e ele me disse que tinha chego a pouco tempo. Eu já estava indo embora e ele estava começando as coisas. Falei para ele que poderíamos ir surfar junto, que eu emprestava a minha Funboard para ele.

    Parece que dei alguma palestra por lá, antes de começar a parte de turismo. O Natan gostou do passeio. Lembro dele em cima de um ônibus, com boné virado para trás, tomando vento na cara e sorrindo muito. Me senti um pai realizado olhando para ele. Troquei olhares com a bel e deu para ver que ela estava sentindo a mesma coisa.

  54. Carro Leve e Passeio de Bike com Desconhecidos

    Estou na estrada e saio da rodovia principal, dobrando à direita numa estrada secundária de asfalto. O dia está bonito e o sol já está baixando, deixando aquele dourado típico no chão negro. Dois caras resolvem razer um racha. Eu começo a acelerar só para brincar. Eles se mandam e eu vou na boa. Fico tentando mas não consigo colocar o cinto. A estrada é boa e muito reta.

    Quando começa a ficar mais estreita e com curvas vejo do lado direito a preparação para um piquenique com milhões de tralhas. Acho que era do pessoal do racha.Vou andando e dezenas de pessoas na frente abrem caminho para eu passar. Ando mais um pouco e chego no final da rua. É uma fábrica e está o maior lamaçal. O meu carro (vermelho) está limpo. Resolvo tentar andar um pouco mais para a frente. A rua via uma trilha e desisto. Para virar o carro em um espaço tão pequeno coloco os pés no chão e viro ele no eixo. O carro parece bem leve. Começo a voltar e encontro uma ribanceira que não tinha quando desci. Acho estranho e pergunto para dois caras da fábrica. Eles me mostram outro caminho mas é casca também. Tento levantar o carro e ele está bem leve. Levo o carro embaixo do braço até a fábrica.

    Quando chego de novo na fábrica estou de Mountain Bike. Quando vou saindo embora chega um cara com uma caminhonetinha branca e duas bikes atrás. Chegam mais umas quatro ou cinco pessoas com ele, todas para andar de bike. Falo que estou vontando a andar e ele convida para andar junto. Como é sábado de tarde fico meio na dúvida, digo que não tenho comida, etc..... Ele me dá um pedaço de algo que parece chocolate com amendoim. Tem um casal mais velho que vai andar junto e outros caras.

    Entro na fábrica e me enrolo para sair.

  55. Romance numa Sala Pequena

    Último sonho, já de manhã, depois das 07:00h. Cochilo rápido antes de levantar.

    Bel e eu numa sala pequena, nos fundos de casa, vendo TV. Está legal. O clima é romântico e nos beijamos. Escutamos barulho e o Natan aparece. Tem mais gente na casa; parece que são alguns parentes da Bel. Alguém vem com o Natan e fazem uma brincadeira de ficar um atrás do outro e só aparecer a cabeça saindo da camiseta. Acho que é a Julia.

    Fase Amazônia (Terra)

    Início da Fase Amazônia (Terra)

    Fase Amazônia

    Fase Amazônia (Águas)

  56. 06/04/2005 - Metrô França

    Fomos dormir pelas 23:00h. Ainda estou meio grogue para anotar os sonhos iniciais. Este sonha da frança só lembrei no início da manhã e não sei em que horas da noite ele aconteceu.

    Fragmentos. Estou andando de metrô, em Paris. Eu estava do outro lado da cidade e peguei o metrô para ir para o lugar de encontro, provavelmente a sede da Mandrake. Lembro de ver grandes túneis muito iluminados e o trem aumentando a velocidade. A partir de uma hora ele acelerou fortemente. Lembro de ter visto um velocímetro marcando mais de 400 km/hora!

  57. Escola e Henrique Meirelles

    A visão do Henrique Meirelles no sonho deve ter acontecido porque ele foi capa da revista Carta Capital desta semana.

    Estou em uma sala grande, com muita gente junto; ela é do tipo anfiteatro, com as cadeiras do fundo mais altas que as da frente. Henrique Meirelles está dando a aula e está nervoso. Ele chora por alguma razão que desconheço. Ando pela escola. Encontro o Daniel Trike ele fala sobre uma promoção de bujões de gás bem barata. Continuo andando e vou até uma sala onde o chão de terra batido com pedra brita por cima. A pedra está bem compacta e quase parece um piso liso.

    Vou para o lado de fora da sala e ando, seguindo a construção. Está escuro e é de noite. Sento em um banco e troco a minha calça por um moleton com inscrições do pára-quedismo nas pernas. Alguém olha e acha interessante. Estou perto de uma avenida larga, asfaltada e com muito verde nos lados. No outro lado tem uma casa antiga, como se fosse a sede de um sítio. Uma menina sai andando com um pequeno ciclomotor verde. A roda da frente é maior e gordinha; a de trás parece ser somente para manter o equilíbrio. A menina sai andando equilibrando-se somente na roda da frente.

  58. Salto Pára-quedas Super Vívido

    Interessante que sonhei com pára-quedismo duas vezes esta noite. Será que é por causa da tarefa do mês, do site Dream Views (saltar de pára-quedas, lúcido?)

    Estou em cima de um avião, na parte de fora. O Secco está junto comigo. Os caras que estão dentro do avião brincam conosco com um buraco em cima da fuselagem; enfiam o dedo, mexem com a gente. Estamos nos divertindo com a subida do avião.

    Estou bem na parte de cima e vejo o Secco perto da asa. Lá embaixo vejo as luzes da cidade começarem a se acender mas ainda acho que estamos baixo para saltar. Passa um pouco de tempo e o Secco sai da asa e fica no vazio, mas não cai. Parece como nos desenhos animados. Ele volta correndo para a asa. Nesta hora o primeiro pára-quedista salta, seguido logo em seguida por outro. O Secco vê os dois e salta também. Agora estamos bem alto. Eu me excito muito com o salto e na hora que me solto do avião o sonho começa a desvanecer e acordo. Foi muito vívido e real!

  59. Super-Homem Renascido em Laboratório

    Sonho muito comovente.

    Lugares escuros; lembravam cavernas. Muita tecnologia orgânica. É a recriação do Super-Homem. Parece que a mãe dele estava junto e o objetivo era revivê-lo. Vejo o processo e uma hora aparece um objeto na forma de um ovo, orgânico, transparente e verde, com ramificações parecidas com raízes no seu interior. Dentro dele vejo uma vida pulsando. A mulher e eu nos emocionamos com aquela visão.

  60. 05/04/2005 - Olimpiadas e Diversos Jogos

    Muita chuva e frio nesta noite. A minha mãe pegou o Natan e veio fazer janta. Muito bom! A Bel chegou tarde e eu estava com dores no corpo, por causa da gripe. Este sonho teve diversas passagens e pareceu ser o mais comprido da noite. Lembro vagamente de ter outro sonho antes, mas estava muito grogue para poder me mexer na cama e anotá-lo. O sonho a seguir teve diversas partes desconexas entre si.

    Converso com o Ruben e ele me mostra um jogo diferente, onde é estendida uma rede, igual as usadas nos jogos de tênis, na beira do mar. A rede é bem comprida, muito mais que redes normais. A partir daí as pessoas competem de alguma forma, cada time de um lado da rede. Me parece que é alguma mistura de cabo de guerra (sem encostar na rede) com corrida. As imagens que ele me mostra são bem bonitas e coloridas, com o mar bem azul, a areia bem amarela e a espuma muito branca.

    Estamos em um hotel parecido com estância. Parece que estão acontecendo diversos jogos por lá. A Bel e eu estamos em um quarto com outras pessoas. O Seu Odair também está por lá. Ela não se sente à vontade para dormir junto com aquelas outras pessoas e resolvemos ir embora. Saimos de carro e os cruzamentos/entradas são bem confusos. Volto na contramão algumas vezes.

    Agora perto da piscina do hotel acontece uma competição de montaria. Paris Hilton é bem pequena e não consegue nem subir no cavalo. Ela é bem pequena e gordinha. A treinadora dela também é gordinha e entra em desespero. As duas choram. Elas aparecem na TV para o mundo todo. A treinadora desnorteada pede para ligar para a mãe da menina. O reporter diz que eles estão ao vivo na TV e ela não se importa e continua chorando/viajando. Ela começa a dar o número de telefone e o reporter fala alto para a audiência não copiar o número. Ela está realmente perturbada com o que aconteceu.

    Corte para uma cena de interior de país de terceiro mundo. O Paul McCartney está por ali estasiado com a sua viagem por aquele país. Parece uma criança descobrindo o mundo. O lugar está em guerra e mais para diante aparecem umas mulheres atléticas e vestidas com aquelas novas roupas de corridas coladas ao corpo. Elas passam correndo, todas juntas, através de uma linha de tiro. Logo em seguida me dizem que foi assim que este esporte se originou, com as pessoas correndo juntas para diminuir a chance de serem atingidas pelo fogo inimigo.

    Agora estou mesmo em uma competição daquele esporte de velocidade em equipe. Ele é jogado em uma rua de chão batido, com separações como se fosse raias de competição. Separando as rais estão armações circulares de metal, que acompanham a rua. São círculos grandes, que vão se ligando um aos outros e que são interrompidos, de tempos em tempos. Os círculos são usados para desnortear os adversários e também para dar uma idéia de onde cada competidor está para os seus colegas de equipe. Pelo jeito o objetivo é passar toda a equipe de um ponto da rua até o outro, sem que nenhuma pessoa seja atingida pelos adversários. Achei o jogo legal e bem ágil, exigindo raciocínio rápido e trabalho em equipe.

    Depois vi que o jogo estava sendo jogado no quintal da casa de um pai de um amigo meu. Perto da garagem estavam escritas as regras do jogo numa bolsa de couro marrom e também tinham outras inscrições falando de como era legal a família estar junto e também algo sobre pizza.

  61. Pedalada em Medianeira e Caminhada no Mato com Naves

    Estou andando de bike na estrada, na verdade acho que estou com alguma moto. Mais pessoas estão comigo. Paramos para esperar um pessoal que está a vários meses andando. Eles passam na nossa frente, quando um furgão interrompe a estrada. Falam um pouco da aventura e daí continuamos a andar. Pedalamos até a entrada da cidade, era Medianeira. Falei para o Minduim que eu estava na minha cidade Natal.

    Corte para uma caminhada no meio do mato. É uma mistura de fuga e expedição. Tem duas naves no meio da história. Pego o dinheiro que está dentro de uma das naves. A caminhada é para ser longa, de várias dezenas de quilômetros, mas eu consigo chegar rapidamente ao destino.

  62. Navios Militares e Fábrica de Cofres

    Estou no mar junto com a galera de Guaratuba. Ficamos esperando as ondas e dali a pouco começam a aparecer no meio da gente uns navios militares grandes. Vamos remando para outro pico e saímos da água entrando numa fábrica.

    Na fábrica o Gian e um cara, que no sonho deveria ser o pai dele, estão arrumando um cofre e falando de um aparelho de solda e de como melhor arrumar ele. O lugar que eles estão é uma pequena fábrica. Lá fazem cofres e também me mostram uma pilha enormes de revistas Fluir que tinham impresso.

  63. Longboard Heavy Metal

    Estou andando de ônibus numa rua bem movimentada. Poderia ser São Paulo ou alguma cidade grande do litoral. Vejo dois caras com skate longboard embaixo do braço. Um é tipo Heavy Metal, roupa preta, cabelo e cavanhaque também pretos. Penso que tenho que ver o meu próximo esporte.

  64. 04/04/2005 - Homem/Robô Lego

    Este sonho durou muito mais, mas não consegui lembrar de muita coisa além do que eu tinha anotado...

    Lugar que tem grande variação de inclinação. Um homem/robô que muda de forma conforme conversamos. Parece um daqueles transformers. No sonho ele mudou diversas vezes de forma para me atender.

  65. Mergulho com Velho Camaradas

    Mergulho com a galera, mas só lembro da parte final. Estamos enchendo tanques de ar e vamos revezando. Estou na praça, em Canoinhas, junto com algum Chico. Estamos com dois skates longboard. Chegam por lá o Davison e o Jegue. Falamos do L. que faz mais firula do que anda de verdade...

  66. 03/04/2005 - Natan Alto e Aulas de Motocicleta

    Domingo, estou com febre e com o nariz trancado da gripe. O Natan foi dormir na casa da minha mãe.

    Estou andando de carro na rodoviária. Uns caras estão de moto fazendo um curso de pilotagem. Estão de macacão e fazem diversas manobras. Uma que vi diversas vezes é aquela de empinar a parte de trás da moto, freiando a parte da frente. Fala para alguém do esquema que tem que usar na praia, quando sai do mar e vai entrar no carro. Tem que ter uma escova grande e também uma garrafa pet de água com um furo pequeno na tampa, daí dá para limpar os pés.

    Corte para outra cena. Estou com o Natan em outro lugar e ele está bem grande, mas com corpo de garoto. Colocamos ele de costas comigo para ver a altura. Já está da minha altura.

  67. Mulher Gorda, Titãs pelo Celular e Partituras Fotográficas

    Estamos em uma cidade do litoral: Dudu, Odair, eu e outro cara. Os Titãs também foram junto. Saímos para ver a cidade do alto, por uma rua de asfalto. Os caras do Titãs vão ensaiar e resolvem dar uma canja para a gente, ligando no celular e deixando-o ligado para termos um show privativo.

    Tem uma mulher gorda que deve algo. Ela foge da polícia com uma prancha muito grande e com motor atrás. A polícia também tem destas pranchas só que são piores que a dela. A Gorda faz uma manobra muito legal e joga um monte de água nos policiais que acabam caindo de suas pranchas e não conseguem continuar a perseguição. Eu vou atrás dela.

    Subo uma rua estreita e muito inclinada e chego a um barraco. Ela está lá, dormindo. Agora está mais bonita do que antes. Parece que tem outras pessoas dormindo lá também. Vou Tio Adelmo está por lá também. Ela me diz que não vende mais partituras. Vi algumas e consegui ler diversas coisas nela. A maioria era de composições clássicas e ela disse que as pessoas não queriam comprar mais. Também vi uma partitura especial da Região Sul, com diversas fotos. Tinha uma foto que era de uma igreja em Arabutã, num pequeno morrinho. Da própria igreja saía uma lâmina de água que formava uma cachoeira.

  68. Meninos Ladrões de Fusca Vermelho

    Três meninos querem roubar um fusca vermelho que era meu e fazem uma emboscada. Ficamos presos numa casa antiga, de madeira, pintada de amarelo. Esta casa era algum restaurante velho. Do lado da casa tinha muita coisa jogada, inclusive restos de outros carros. Aconteceu uma confusão com os meninos e parecia que tinham outras pessoas sequestradas também pela situação. Eu aproveitei a confusão e peguei um ancinho de arrumar feno e finquei ele no menino que era o líder dos bandidos-mirins. Parecia que o sonho se passava em Brasília.

  69. Pedalada com Duas Bikes

    Como eu estava ruim da gripe/nariz/febre acabei não indo pedalar. Ontem até liguei para o Renato falando isso para ele. Acordei pelas 07:00h e vi que o tempo estava bom. Mesmo assim resolvi não ir para não ficar pior. O sonho que tive logo em seguida foi de ter ido pedalar. Engraçado ;-)

    Achei que tinha ido andar de bicicleta. Eu tinha levado 2 bikes. Falei com Renato e disse que não me lembrava de como cheguei lá (dream-sign). Numa descida vimos uma escada grande no meio do asfalto, encostada no barranco. Pensamos em passar por baixo mas um cara na nossa frente freiou forte antes e parou. Vimos que tinha uma alambrado ligando o barranco à escada. Se tivéssemos ido iríamos bater de cara. O alambrado pegava grande parte do barranco e se projetava para fora; era uma propriedade particular. Dava para ver os donos do terreno (cara mais velho e umas meninas, que deveriam ser filhas dele) arrumando as coisas. Vi também uns vasos suspensos na parte de cima do alambrado.

    Continuamos a andar e agora a estrada era de terra. Estávamos indo para o Anhangava. Depois de uma curva olhei para trás e parei. Vinham uns 5 caras descendo de skate, na terra. A princípio pareciam que era só o shape mas daí olhei melhor. As rodas eram finas e altas, tipo daqueles carros que querem bater recordes de velocidade/economia de combustível.

    O pedivela da minha bike era de câmera de pneu e eu não conseguia deixá-lo cheio. O do Renato também era e ele conseguia. Chegamos mais perto do Anhangava; tinha um parque por lá. O cara que cuidava do parque era um velho conhecido meu (no sonho). Tinha o cabelo comprido e todo mundo o conhecia. No parque tudo tinha sido arrumado. Era um parque bem legal, com diversas construções, lugar para descansar e até casas envidraçadas.

    Estamos (Bel, Natan e um monte de gente) numa destas casas. Estamos fazendo uma brincadeira de empurrar e se fingir de estátua. O Natan está bem grandão mas gordo. Ele é um cara muito legal. Eu é que fico preocupado com a sua gordura.

    Corte para um disquete velho que achei. Pego e coloco num computador e vejo a tela. A definição é ótima para algo feito a um tempão atrás. Aparece uma cena de inverno e o cara da CNN que faz entrevistas é que está narrando a coisa em inglês. Ele fala, em off, e dá a entender que é sobre uma guerra nuclear que tinha acontecido.

  70. Palha Show de Bola

    Este sonho tive de tarde, quando estava descançando da gripe.

    Cheguei no Palha (montanha vôo-livre). Estou no pé do morro e converso com algumas pessoas. Estou com uma mochila e outra coisa na mão. Resolvo subir.

    Começo a subir por uma estrada de asfalto abandonada e ivadida pelo mato. Logo em seguida pego uma escadaria de pedra negra muito longa. Vejo uma mochila no meio do caminho e continuo subindo. Bem no final vejo um cara de costas com uma mangueira na mão. Pego ele por trás e dou um abraço. É o Clavícula. Falo com ele e está lá também o Samy, de óculos quadradinho, e outro cara que me cumprimenta pelo nome mas não sei quem é. Olho lá de cima e vejo a imensidão que é o vale lá embaixo. Vejo uma grande clareira com enormes pedras negras, muita água e mata verde por todo lado. Digo para o Clavi que não me lembrava mais daquilo tudo. Lá em cima as pedras também são negras. O cara que não conheço resolve tomar banho por causa do calor e se joga em uma piscina natural, ao lado de onde subi. Daí é que eu noto que estou em uma grande construção de madeira aparente envernizada. Fico espantado e o Samy/Clavi me falam que foi o Clube que fez tudo aquilo. É uma construção alta, com muitos vidros e com diversas divisões. No meio tem cadeiras, de um lado os banheiros, do outro vidro, provavelmente para ver o pessoal voando, e um grande palco, que é de onde se decola. Pergunto se não é pequeno para decolar mas eles me confirmam que não é. O Samy diz que na parte de trás tem alojamentos. Ele disse que tinha vindo quinta e ira ficar até domingo por lá. Acho que até fiz um cheque de realidade e falei isso para ele, pois não estava acreditando na maravilha que tinha visto.

  71. 02/04/2005 - Mulher 007

    Não lembro de praticamente nada neste sonho, somente do que anotei no caderno.

    Mulher 007. Mão que faz descer prédio suavemente. Era a atriz que fazia a Feiticeira. Parece com um seriado. Ele sempre correndo.

  72. Atropelamento em Canoinhas

    Canoinhas. Tento fazer uma limonada na vizinha da Tia mas vaza tudo no liquidificador. Dizem que tio não consegue mais emprego. Sala grande, praticamente um salão; julgamento. Alguém atropelou uma pessoa. Isso já tinha acontecido antes. Querem mais grana mais o juiz não dá. Fala que dá o necessário e pronto, senão estão se aproveitando da justiça para enriquecimento e ela não é para isso, mas só para reparar danos. Saimos junto com o juiz e encontramos o Aurélio. Estamos comendo pipoca.

  73. 01/04/2005 - Ingresso para Evento de Pára-quedismo Seguro

    Tive diversos sonhos esta noite, mas só consegui recordar dois. A impressão é que eu acordava um pouco depois do período REM. Também tentei WILD mas acabei dormindo logo em seguida. Pelo menos não fiquei 1 hora acordado :-)

    Estou em uma sala com um amigo. Recebo um ingresso para um evento de pára-quedismo que diz ser totalmente seguro. O ingresso é marrom com um avião estilizado em preto. Os detalhes do ingresso são muito claros e vívidos. Vejo algumas chaves e nelas têm os nomes das pessoas que iriam para os eventos. Uma das chaves tinha o nome do Beto e da Nina. Achei estranho que eles estavam juntos.

    Logo em seguida estamos em um ap do meu tio em canoinhas. Minha mãe vem correndo e diz que um amigo da Tess virou o estômago. A Bel sai correndo para ajudar.

  74. Imposto de Renda e Aplicações

    Estou em uma sala. Tem um cara que já trabalhou com a gente que está querendo imprimir o seu imposto de renda. Ele pega aquelas antigas impressoras matriciais e um formulário verde para imprimir o imposto que tinha feito.

    Eu estou com minha mãe no carro e tento entender como fiz um investimento em uma conta e não sabia porque nem de onde tinha vindo o dinheiro. Para variar não me toquei que era um sonho...

Março

  1. 31/03/2005 - Marcineiros e Pranchas

    Ontem eu tinha praticamente certeza que teria um sonho lúcido nesta noite. No final da tarde comecei um trabalho de auto-sugestão bem forte, repetindo inúmeras vezes que teria um sonho lúcido na noite. O engraçado é que aconteceu quase tudo ao contrário. Não tive nenhum sonho lúcido e não consegui me recordar dos sonhos da noite/madrugada. O único sonho que me recordo foi um bem curto já pela manhã.

    Dois marceneiros estavam na casa da minha avó, em Canoinhas, trabalhando em uma caixa que deveria ser uma prancha que eu tinha encomendado. Era uma caixa de madeira e estava em um chaminé grande, fazendo algum tipo de defumação. A cola que eles estavam usando não era muito boa e estava descolando. Arrumei outra cola para eles e testaram; pareceu ser melhor. Lembro de ter chovido lá fora.

    Depois estou na garagem da casa e a janela de um quarto que tinha sido meu não existe mais. No lugar dela temos uma porta de vidro bem grande. Os caras estão testando um pára-quedas com linhas que parecem folhas. O homenzinho que ficava embaixo, para testar, saiu e as linhas arrebentaram. Eu digo para eles que linhas de folha não vão funcionar, que são muito fracas. O cara me diz que era um tipo de linha que deveria agüentar muito a tração exigida.

  2. 30/03/2005 - Perdido de Bike em Canoinhas

    Aconteceram algumas coisas antes neste sonho, mas não me lembro.

    Estou tentando conseguir uma conexão com a Internet em um computador mas não está funcionando. Não acho o lugar onde se colocar o número do telefone para discar. Tento procurar dentro de algum menu mas também não consigo. O Fabio me diz que pode estar dentro da fita, que fica no computador. Abrimos o computador e tem mesmo uma fita de plástico com a reprodução dos números e logins que estávamos vendo na tela. Tentamos recolocar a fita dentro do computador mas também não conseguimos. Vou embora.

    Na rua, em Canoinhas, na frente da papelaria do Lageano, vejo uma propaganda de cerveja sendo feita. Todo mundo faz um gesto igual, tentando incubar este negócio no consumidor. A Ivete Sangalo está liderando a tropa. Ela está gorda e acho aquilo estranho.

    Tem uma passagem do sonho que não sei onde se encaixa, mas eu estava num apartamento, dentro do meu quarto. Estava escuro e o interruptor de luz estava quebrado.

    Na rua novamente eu pego uma bike e saio andando para pegar o Natan ou a Louise. Pelo jeito era a bike errada porque um cara corre atrás de mim. Estamos agora numa revenda da agrale, em Canoinhas. O cara é gente boa, pois entende a situação. Tem mais dois caras junto com ele. Piso em um cocô. Tento limpar com um pano. Combinamos em andar de bike juntos. Pego a nova bicicleta e começo a subir a rua em direção à Igreja. A bike agora era uma mistura de tico-tico e bike normal. Paro perto da igreja e tentando me lembrar onde morava o Fabio. Fico parado ali tentando me lembrar.

  3. 29/03/2005 - Reunião em Santa Felicidade e Triciclos Turbinados

    Estávamos andando por Santa Felicidade. Vi uma rua nova que cortava grande parte do bairro e virava um atalho. Achei bem legal e daria para encurtar bastante alguns caminhos. A rua era reta, dobrando à direita numa rua bem movimentada. Em volta dela tinha bastante grama e árvores bem cuidadas.

    Chegamos em uma mistura de restaurante e boteco; vamos ter uma reunião. S. está junto para participar da reunião. Alguém esquece algo no carro (fusca branco) e volto para buscar. O Natan está junto. Ele fica brincando dentro do restaurante e uma hora já está se rolando na comida.

    Corte para um estrada de terra. Diversos triciclos no estilo easy rider estão por lá. Eles andam muito mas só a partir de 8.000 (giros, quilômetros?). É isso que um cara diz, parece ser o dono dos brinquedos. Muda a cena para um terreno enorme de uma casa. Os triciclos estão ali também e andamos pela grama no maior gás. A casa é bem grande, branca. O terreno de grama é enorme também e tem um muro branco separando a casa do resto do mundo. Eu ando com o triciclo mas parece que ele está afogado. Libero um pouco o acelerador e volto a acelerar de forma mais suave. Funciona, o triciclo anda muito rápido.

    Dentro de casa vejo mini-heróis (crianças) tocando horror em todas as coisas. Um mini batman começa a chorar. Ele liga seus retrofoguetes e sai voando para se secar das lágrimas.

  4. Cidade de Ficção Científica

    Estou em um cenário de ficção científica. Tem uma base enorme, que atende milhões de pessoas. É uma construção bem ao estilo Moebius, meio redonda e parecendo um cabo de guarda-chuva, entortando na parte de cima. Ela parece engolir as naves e transeuntes que estão por ali. A nossa base é uma cópia fiel daquela, só que em miniatura. Nós também engolimos naves pequenas e transeuntes mas parece que somos "do bem". Tentamos esconder os pequenos da base grande para que ninguém os pegue. Tem uma névoa que esconde as bases e não deixa as naves menores ou os transeuntes ver o que está acontecendo realmente. Para eles é somente uma mudança de cidade ou de lugar. Tudo parece uma caricatura de Las Vegas.

    Num corredor dentro da cidade-base encontro o Gian junto com uma menina.

    Estou também em um lugar (perto do ap que morei na água verde/cemitério) e vejo em uma banca de revistas uma revista do Lanterna Verde. É um gibi americano e ele está fazendo uma análise de uma tradução de determinado personagem para o português. Parece que tem uma teoria da conspiração em cima deste personagem. Algo na tradução levou a uma discussão maior. O pouco que lembro do gibi era bem legal. Centenas de páginas, bem colorido com muitos tons de verde e vermelho.

  5. 28/03/2005 - (Sonho Lúcido 14) - Roubo e Daniela Cicarelli

    Fiquei lúcido no meio do sonho mas rapidamente perdi a lucidez. Coisa de minutos. Uns dos primeiros sonhos da noite.

    Estou dormindo no meu quarto, sozinho. Acordo e tenho um pressentimento. Vou até a cozinha e não tem mais nada. Um ladrão levou tudo. Fico com medo que ele ainda esteja em casa. Vejo um tiro na mesa da cozinha, um furo que cabe o dedo dentro. Saio até a portaria e converso com o porteiro Marins. Ele está sonolento. Atiro em um cara e acho que era o ladrão. Ele derrete em uma gosma marrom clara e parece que está em uma embalagem de plástico de remédios.

    Estou voltando para casa e vejo as casas do condomínio. Leio os números e eles não estão na ordem correta. Acho aquilo estranho e faço um teste de realidade (tapo o nariz com a mão). Como continuo a respirar tenho a certeza que estou sonhando. Fico lúcido!!. Do meu lado está um mulher sentada no capô do carro. Não sei o que me vem à cabeça pois não penso em nada de útil para fazer. Resolvo ficar conversando com ela. Dali a pouco estou limpando alguma coisa com papel higiênico. Ele está sujo. Logo depois perco a lucidez. Vejo a Daniela Cicarelli, ela canta numa banda de rock. Alguém estava fazendo um entrevista com ela e falava do outro amor dela. Tocam algumas músicas e até que é bem legal.

  6. Antiga Sede e Sala Enorme

    Estou com a Bel na sede antiga da cnc. Lá estão também os cachorros. Parece que aquela era uma outra casa, também nossa. Entro em uma parte que nunca tinha visto. É um lugar enorme, bem claro, com decoração meio antiga. Muitas peças de prata e sofás brancos. É uma sala com pé direito enorme e que tem um balcão numa altura em volta de todo o salão. Uma parte de cima continua para o lado com mais sofás brancos e peças de prata. Tem uma escada branca também e parece que vamos tomar o café por ali.

    Encontro o Aurelio e falo com ele. Conversamos sobre o lugar e como era bom trabalhar lá. Pensamos em voltar a trabalhar por lá.

  7. Palha e Ciclone

    Estamos, Bel e eu, subindo o Palha, a pé. Corte para um apartamento antigo, grandes vidros, bem ensolarado. Parece o ap do meu Tio, no centro. A luz do sol entra pela janela de vidro e bate num sofa velho. A sensação é de bem estar e aconchego. Duas pessoas estão sentadas: um cara mais velho e uma mulher de seus 25 anos. O A. e o C. falam para ela que ela poderia ter ido trabalhar conosco se não fosse as instabilidades econômicas. Vemos um ciclone se formar na rua da frente. Muito vento e poeira são levantados através do canudo que suga tudo para o céu. Vejo pessoas sendo arrastadas na rua, perto do ponto de ônibus. Vou até a parte de trás do apartamento e fico debruçado na janela enorme de vidro. O ciclone passa pelo prédio e sento um solavanco enorme. Fico assustado.

  8. Excursão e Traquitana IBM

    Estou em uma excursão que parece ser em Brasília. Andamos de ônibus e alguns reclamam que o prédio da UNB ainda está com outro nome; culpam o governo pela demora na mudança. Agora estamos no hotel e estou na frente de um cara que comia muito. Quase ninguém gosta dele. Para encher o saco dele a Bel dá um tupeware enorme cheio de chocolates e outras coisas. Estão por lá o Tio Adelmo, Tia Neide e o Giba.

    Quintal de casa, na verdade a parte de trás de casa, na calçada. Estamos tentando montar um aparelho para refrigerar algo. Estão lá o Marcelo da IBM, o PC e outras pessoas. Alguém nos dá as dicas de como lugar tudo aquilo e a coisa começa a funcionar. A hélice gira forte e tudo está ok. Conversamos entre nós como o cara nos passou os procedimentos todos corretos e que isso é incomum nos dias de hoje.

  9. 27/03/2005 - Marisa Monte e Arnaldo Antunes

    Estou vendo o Arnaldo Antunes cantar. Ele está vestido com um macacão azul e que tem listras pratas. Algo meio teatral/futurista. Ele se mexe de um lado para o outro meio robô, como sempre faz. Está cantando uma música. Vejo cores vibrantes (vermelho/amarelo/laranja) atrás dele.

    Em seguida ele e uma mistura da Marisa Monte/Orth começam a cantar uma música linda, muito bonita mesmo. A música se chama Tempo e acho que só existiu na minha cabeça. Ela fala do tempo e da felicidade. A Marisa está muito linda e bem magra. Parece que ela não está vestida, e fica deitada cantando a música. Tempo, felicidade, saudade, tempo... Estes são os temas da música. Infelizmente não lembro a melodia.

  10. Ratinho e Fios de Luz

    Sonho longuíssimo. Provavelmente o mais longo que tive desde que iniciei o estudo dos sonhos lúcidos. E perdi a parte inicial do sonho...

    Estava em uma chácara; muita pedra e verde, grama e casas esporádicas; muito morro, mato e árvores. Estou em uma estrada pequena de pedras, cascalho. Encontro os caras do speed. Eles estavam indo dropar em algum lugar.

    Estou agora vendo uma espécie de making-of de uma foto de escalada. Na foto aparece um cara só com o dedo segurando-o num poste de luz, destes que vemos na rua. Na verdade o cara estava em cima de uma escada e deixou os dedos no poste para ser fotografado.

    Corte para um café colonial. Lugar claro, com decoração típica destes cafés. O Ratinho está fazendo um discurso que demorou um tempão.

    Corte novamente para um novo modelo de negócios. Um cara montou, no meio do mato, um boteco onde a galera do Heavy Metal podia ir com seus carros e escutar o som da altura que quisessem. Vi um planfleto disso e fui até o lugar. O pessoal estava vestido com roupas pretas e caras de mau; no final das contas eles eram inofensivos; só queriam ficar ali escutando as suas músicas, conversando e bebendo um pouco.

    Volta para o buffet. Vi uma mulher que estava de saia sem calcinhas. Ela tinha um bumbum muito bonito.

    No buffet nos mostraram um filme antigo, onde mostrava alguém que parecia ser a tia do lanche do banco do brasil. Aquela de nariz aquilino e cabelo preto, sempre (ou quase), mau humorada.

    A casa do buffet ficava em cima da água. Embaixo tinham encanamentos com diversos fios de luz e canos labirínticos. Alguns fios começam a queimar/sair faíscas por estarem em contato com a água. Ratinho mostrava um detector e como se poderia apagar o fogo.

    Novo corte para um livro ilustrado de como se deveria cortar as jubas de um leão. No começo aparece um leão somente com dois fios de cabelo. No livro tem desenhos passo-a-passo. Quando a juba começa a crescer o próprio leão coça o lugar e vai deixando-o desgrenado de forma natural.

  11. Bobo do Avião

    Vejo um cara bobão que conseguia controlar um avião só com o poder da mente. Mas o cara é muito atrapalhado. O avião ficava baixinho e quase batia em tudo quanto era lugar. Antes ele tinha dado uns tiros e acertara o colete a prova de balas da aeromoça.

  12. 25/03/2005 - Diversos Jogos

    Estava em um lugar em que aconteciam diversos jogos, como se fosse uma olimpíada, só que mais informal. Tento lugar duas vezes com uma mulher que usa bastões mas perco. Na terceira consigo ganhar. O cheiro dela é muito bom. Vejo crianças e elas perguntas da Angela. O lugar é muito amplo. A mulher está vestida de couro e parece uma guerreira. A luta de bastões é legal. Lembro de ter as sensações bem vívidas. Muita gente lutando.

  13. 24/03/2005 - Jogos, Flor e Bar (Fragmentos)

    Sonho vívido, mas só lembro de fragmentos. Não anotei na hora, pois estava muito grogue e acabei perdendo muito dele. Acho que misturei este sonho com outro, mas tudo bem, já que são fragmentos...

    Lugar muito amplo, como se fosse uma faculdade. Tudo branco, com muito espaço. Estou participando de algum tipo de jogo, lembro de peças e um lugar para fazer a marcação, em formatos de "X". Eu estou numa parte alta do complexo e tem um amigo meu na parte baixa. Ele faz marcações como eu.

    Outra parte do sonho é um encontro com um vocalista daqui de Curitiba, o Flor. Cara muito gente boa e de bem com a vida. Ele nos mostra uns designs que fez de uns vestidos para pessoas mais velhas e parece que quer usar isso em um bar que está vendendo na Alameda Dr. Muricy. Conversamos um pouco e vejo que o cara é legal mesmo.

  14. Joe Ferreira Pára-quedista

    Este sonho foi longo, com certeza mais de 20, 30 minutos. As partes iniciais eu não lembro direito.

    No início do sonho eu deveria estar em algum tipo de reunião. Lembro de andar de carro, numa noite chuvosa, com outras pessoas da empresa. Fomos a uma reunião em algum lugar. Em determinado momento do sonho estou voltando a pé com outro colega e ele se transforme em um amigo meu de vôo, o Joe Ferreira. Daí para a frente que o me lembro melhor dos acontecimentos.

    Estou andando com o Joe e começamos a falar do pára-quedismo. Ele havia começado a saltar a pouco tempo. Vejo ele fazendo um salto, em conjunto com um instrutor. Ao invés dele saltar da maneira tradicional (preso ao instrutor), ele estava atrás dele, segurando os pés do instrutor. Durante a queda ele vai indo lentamente para a frente e pega o pilotinho na parte de trás do pára-quedas do instrutor, puxando-o e fazendo o pára-quedas abrir. O pouso acontece na beira de um lago. Vejo o Joe fazendo a aproximação e acho que ele vai cair no lago. Ele vem aproximando, com o instrutor em cima dele e um pouco antes de bater no lago dá uma puxada meio forte nos batoques e o pára-quedas entra em planeiro paralelo. Mais uma puxadinha e ele pousa suavemente do outro lado do lago. Perfeito, ainda mais para um iniciante!

    Agora estamos em uma ante-sala de algum lugar. Ali tem duas cadeiras, uma mesinha e um quadro de avisos. No quadro aparecem alguns anúncios de pára-quedismo. Joe fala que está saltando em Ponta Grossa (cidade perto de Curitiba). Eu pergunto porquê, já que em São Paulo tem diversos locais bons para a prática do esporte. O Joe fala que em São Paulo só estão saltando mulheres, na área de salto que ele poderia ir, por isso resolveu ir saltar em Ponta Grossa.

    Conversamos mais sobre o tesão que é praticar esportes diferentes (vôo, pára-quedismo, etc) e o quanto isso muda as nossas vidas. Me sinto muito bem conversando sobre isso com o Joe.

    Ele também me diz que está comprando uma casa em Ponta Grossa, para poder aproveitar mais este novo esporte que esta fazendo.

    Agora estamos em uma rua larga, sem saída e queremos pegar um taxi para outro lugar. Tentamos pegar um carro que havia chegado mas o motorista diz que temos que chamar os carros através de algum rádio. Sem problema algum pegamos um rádio e entramos na freqüência dos taxistas. Agora o Joe é uma mulher e chama um taxi de forma enérgica. Logo em seguida estamos no taxi indo para algum lugar.

    Conversamos sobre um amigo meu (Aurélio) e vemos foto dele quando criança andando com uma espécie de fórmula 1 antigo. O engraçado é que este meu amigo é a mistura dele mesmo com um outro amigo meu, o Juba.

  15. 23/03/2005 - Morte no Banco e Favela Suja

    Corrida. Querem matar o presidente do banco. Juba junto; Gordon também. Locais bem amplos, com enormes pés-direito. PC também está lá. Um monte de jornalistas querem saber do atentado para o presidente. Na garagem alguém mata outro cara na porrada, com um lixo daqueles de metal, todo furado.

    Fuga. Agora estou em uma favela. Ajudo a levar um embrulho grande, marrom, para dentro de um barraco na favela; parece ser o corpo de alguém. O cara que nos atende mostra dentro de uma porta um outro jeito de embrulhar corpos. Parece ser uma casca de madeira, que deixa o corpo imperceptível. Vamos nos esconder naquele barraco. Ele está caindo aos pedaços. O lugar é horrível, sujo, porco. Um espaço que o cara chamou de quarto tem um pedaço de papelão servindo como janela e que cai em cima dos pedaços de madeira que servem de cama. Tudo é muito sujo. Do lado da cama tem uma abertura para um banheiro bem horrível, daquele tipo casinha do interior. Mijo e merda escorrem por todo lado.

    Um cara (o que chegou junto comigo) pega uma metralhadora e atira em três caras que estão no barraco. Ele atira para pegar de raspão na cabeça, e tira o escalpo de cada um; o cérebro dos três fica aparecendo.

  16. Gravando Fitas

    Estou com o Rodney e o jl gravando algumas fitas. Estamos nos fundos de uma casa, em uma edícula bem grande, com três salas amplas. Piso de pedra escura e paredes brancas dão um ar de aconchego no lugar. A primeira sala é onde estamos e tem diversos sofás e tapetes. Na última sala tem diversos cabides com peças de vestuário brancas e azuis.

    Estou tentando usar dois aparelhos de som antigos para gravar, mas a fita de gravação está desenrolando um pouco. Tiro a fita e enrolo ela na mão. A Elza também está por ali. Como não consigo fazer que ela funcione direito saio para comprar outra fita. Estou agora em alguma das ruas que vão para o centro, perto do Alto da XV. Estou descendo a rua e o telefone celular que tenho no relógio de pulso toca. É uma menina que é a minha namorada. Ela fica dizendo que não fui aonde deveria ir e me enche bastante. Ela nem tem idéia que não estou furando nada, mas sim indo comprar as fitas. Ela me enche tanto que desligo o telefone.

    Agora estou num restaurante. Tem um cabeludo que fala de Linux como se tivesse todo o conhecimento do mundo. Tem diversas pessoas ao redor dele e também alguns repórteres. Parece que ele vai ter uma entrevista com o Clodovil.

  17. Minduim e Gel

    Minduim e Flávio estão na minha casa. A casa é bem grande mas a cozinha é pequena; só um balcão, uns armários e a geladeira. Converso com ele sobre os gels repositores. Vou mostrar para ele, no armário, mas no começo só acho umas bolachas e alguns frascos tipo xarope. Depois acho o que comprei e ele diz que é ruim. Eu falo que é o mesmo que ele tinha. Disse que o bom é o que vem em embalagem de xarope. Falou que sentiu alergia dos outros e não sabia se eram seguros. Falou também que o que recomendaram depois do último mundial era outro produto. Minha mãe aparece na cozinha mas os dois parerem não vê-la. Mostro o Minduim para ela e apresento o Flávio.

  18. 22/03/2005 - Marinha e Casamento Cesar

    Esqueci muito do início do sonho. Era algo a ver com a marinha. Eu estava em um barco e aconteceu um quase assassinato. Teve algo com uma batida da cabeça. Algo com um ilha.

    Corte para o casamento do Cesar. Parecia ser em uma escola, um campus grande. Muitos caminhos de concreto com grama em volta. Minha mãe está junto e outras pessoas também se dirigem para o lugar que vai ser o casamento. Chegamos em uma sala bem grande, com muita madeira em todas as paredes. Cor forte de madeira, um marrom quase vermelho. Muita gente já está sentada. Quando eu chego uma mulher fala comigo e pergunta porque eu não queria que o casamento fosse feito na chácara.

  19. 21/03/2005 - Show Rock e Transporte Embaixo da Terra

    Estou em um show; não sei se é do Legião ou do RPM. Lembro do fim de uma música e todo mundo levantando e aplaudindo. Na saído tento falar com alguém responsável dizendo que alguém da banda não era simpático ou algo do gênero.

    Corte para um barco ou transporte embaixo da terra. Tinha muito gente por lá e era quente e escuro. Lembro de ficar embaixo de um cobertor e tentar esconder algo.

  20. 20/03/2005 - Bike no meio de casas/favela e Neve na Argentina

    Eu estava passeando de bike no meio de casas pequenas e mal pintadas. A rua era muito estreita, praticamente só uma ruela, só passando uma ou duas pessoas ao mesmo tempo entre cada casa; parecia uma favela. Uma mulher conta a história do marido, que havia saído num domingo de manhã para jogar futebol e foi encontrado alguns dias depois dentro de um carro, morto, com os olhos, boca, nariz e ouvidos costurados. Ela estava bem sentida contando aquelas coisas.

    Acho que paramos para comer por ali. O Natan quer fazer xixi e eu o levo até o banheiro.

    Corte para uma rua da Argentina. Tem uma neve fina e diversas pessoas andam de ski em cima das casas. Vejo o Adriano, um antigo colega do BB andando por lá. Vejo uma asa delta diferente voando no céu azul. Junto com ela tem uns dois pára-quedas do lado. Todos se juntam em um só objeto e a asa é seguida pelos dois pára-quedas, mas agora sob a forma de outras asinhas. Um cara pilota a asa e duas meninas pilotam (ou vão junto) com as asas ligadas à asa principal. Eles pousam em uma sacada de um prédio e as moças dizem que não querem mais saber daquilo.

    Tem um show em um terraço. A Tatinha está lá e diz que o nome correto da Adidas é Adida.

  21. Falso Acordar Ficando Tudo Destruído

    Pode ser que eu tenha ficado lúcido neste sonho, mas como não tenho certeza, não vou marcar. Mas ele teve todos os indícios de ter sido um sonho lúcido.

    Eu tive um falso acordar no meu quarto. Os nossos armários estavam destruídos, parecia que havia passado um furacão por lá. Eu fiz teste de realidade prendendo o nariz com os dedos e continuei a respirar. A partir daí não lembro bem o que aconteceu. Lembro que a Bel e o Rigues estavam no sonho. Acho mesmo que foi um sonho lúcido; o problema deve ter sido a minha lembrança do sonho. Vou deixar em aberto por enquanto...

  22. 19/03/2005 - Piscina e Carro Elefante

    Natan teve febre esta noite. Tive um outro sonho antes desse, mas na hora que acordei ele estava chorando e fomos atendê-lo.

    Estamos na minha casa, mas ela é diferente. Grande, com muito branco, espaçosa. Resolvemos ir para outro lugar e vamos sair de carro. Daqui a pouco alguma coisa acontece. O carro do Seu Odair acabou de afundar na piscina. Quem tinha pego o carro era o Eliphas. Todos rimos da situação e deixamos o negócio por aí mesmo, sem stress.

    Agora estamos na rua, no centro da cidade, e tem um carro preto, parecido com um Gol, que se transforma em um elefante de metal. Ele está fugindo da polícia e com toda aquela força é difícil de pegá-lo. Alguém da polícia consegue acertar a "testa" do elefante, que seria o capô do carro. Ele sai do estado de elefante e volta para o estado de carro normal. O carro anda assim mais algumas quadras até que numa subida um carro da polícia fecha ele e pegam o sujeito que estava dirigindo.

    Tiram o cara do carro e o deixam em uma cadeira. Está presente o Presidente da Argentina (Nestor Quichner) e alguns estudantes estão bravos com o motorista do carro elefante. Um deles vêm correndo com uma torta na mão e corre ao estilo dos jogadores de basquete; no lugar da bola está a torta. Ele dá alguns passos finais, se lança no ar e joga a torta na cara do sujeito do carro.

  23. Acertos de Contas e Vilmar no Paraguai

    Rifa para ver se J. fica na lojinha. O teste era feito no computador. O cara havia dado antes o seu preço e daí o computador dizia se pagavam o que ele pedia. Se o preço fosse muito alto o cara tinha que ir embora. Isso era feito na frente de todos os clientes da lojinha. Já no segundo lance J. fica de cabeiça baixa e começa a sair, dizendo que está fora.

    A águia, dona da loja maior mostra suas garras, voando e perguntando qual era o nome da ração que usavam, pois ela queria que fosse trocada agora mesmo.

    Estamos numa espécie de rodoviária. Acho interessante que têm algumas luminárias que vêm do teto até quase o chão. Elas são do formato de uma pessoa deitada, com os braços e pernas dobrados. Parecem aquelas marcas de giz no chão, quando tem um assassinato. Aquilo era usado para as pessoas que estavam cansadas dormirem enquanto esperavam os ônibus.

    Corte para um bairro de uma cidade meio pobre; ruas de terra batida e um calor infernal. Era a cidade que o Vilmar morava. No sonho eu não tinha me tocado que eles nunca tinham morado em Ponta Grossa, mas sim numa cidade de fronteira do Paraguai. O Vilmar tinha um restaurante. A casa era legal, com grama e várias árvores, mas o calor era infernal; não dava para ficar na rua.

    A Bel vê uma espécie de beringela gigante meio enterrada num canteiro de uma árvore. Ela tira duas do canteiro e deixa elas "respirarem", dizendo que se ficassem daquele jeito, iriam morrer.

  24. 18/03/2005 - Carro e Fitas de Vídeo

    Eu havia acabado de entrar no carro. Dia, tudo bem claro. Muitos tons de azul do céu por todos os lugares. Dentro do carro vi fitas de vídeo. Alguns filmes eram de ação e outros adultos. As capas tinham sido tiradas ou estavam viradas, nas caixas; parece que tinha sido a Bel que tinha tirado/virado as capas. Chegaram algumas pessoas, uns gringos. Uma mulher gorda, de saia típica das gordas de idade, entrou no carro. Ele era muito espaçoso. Estava mais para uma pequena sala do que para um carro normal. Olhou as fitas. Eu estava do lado. Antes disso eu tinha visto uma carteira no carro. Era da Bel, mas algo estava errado pois tinha muito dinheiro ali. A velha gorda saiu dirigindo o carro e eu estava no banco do passageiro. Depois de algumas quadras começamos a conversar.

    Falamos tudo em inglês. Eu disse que se ela não fizesse nada o carro andava sozinho. Passamos pela praça Lauro Muller e pela casa do Duca. No terreno do lado vimos um Golden Retriever vindo até nos.

  25. 17/03/2005 - Bicicleta Voadora

    Esqueci grande parte deste sonho. Lembro de alguns conflitos com meninos de rua, quase que uma briga. Eu e a Bel estávamos entre o largo da ordem e o Shopping Muller; não lembro o nome daquela rua. Estávamos em um bar de beira de calçada. Andávamos de um lado para outro com uma bicicleta voadora. Era só puxar o guidão para cima e alçávamos vôo. Ela voava abaixo dos postes e fios de luz, e eu tinha que pedalar para ela ir para a frente. O sonho tinha algo a ver com os meninos irem para o japão melhorar a instrução deles, música e bambu...

  26. (Sonho Lúcido 13) - Carro e Conversa com o Golfinho

    Bem no início da manhã, pelas 07:00h. O Natan estava dormindo com a gente.

    Estava andando de carro numa estrada; parecia um gol cinza. Vi uma estrada de asfalto novinha, que deveriam ter acabado de construir. Vi que tinha uma boa inclinação e resolvi ver se dava para andar de carve. Comecei a andar e notei algo estranho. Será que eu estava sonhando?. Fiz um cheque de realidade, apertando o nariz com a mão e tentando respirar. Bingo! Consegui respirar na boa, fiquei lúcido!! Continuei a dirigir o carro e curtindo aquele momento. Coloquei a cabeça para fora e não senti o vento na cara, apesar da velocidade do carro. Vi os pneus e parte lateral do carro. Notei que ele não estava tão bem definido assim. Parecia um pouco foggy. Olhei outras pessoas andando de carro mas não vi seus rostos. Parece que bati de leve em outro carro, mas não aconteceu nada. Já na estrada tinha lembrado da tarefa do site dream views (falar com um golfinho), mas como não tinha água por ali resolvi esperar um pouco.

    Corte para uma casa. Encontrei algumas pessoas e lembrei do golfinho. Casa grande, rosa, de alguns andares. Fui pensando no golfinho e vi por uma janela um pedaço de água. Vi um tipo de um laguinho atrás da casa. Chamei pelo flipper e escutei o som típico dos golfinhos. Saí até uma sacada, acho que no segundo andar. Apareceu um golfinho, meio branco, leitoso. O rosto era uma mistura de golfinho com um porquinho de história em quadrinhos. Tinha alguém junto comigo e disse que eu tinha que falar com o golfinho. Comecei a falar com ele e ele me respondeu em golfinês. Trocamos umas 3 palavras, acho que perguntei como ele estava e o que fazia. Ele me respondeu fazendo os barulhos de golfinho, sempre simpático. Agradeci a ele a conversa e meio ressabiado dei um beijo na sua testa. Daí resolvi fazer outra coisa e saí com a pessoa que estava comigo. Fomos andando pela casa. Eu queria conversar. Passamos por um quarto e tinha uma mulher dormindo. Acho que era a mãe das pessoas na casa. Acordei ela para conversar. Ela estava ainda meio grogue de dormir. Tentei conversar também com a filha e o namorado dela, dizendo para ficarem junto com a gente no quarto. Comecei a sentir aquela tontura típica de quando está se passando do mundo dos sonhos para o mundo real e acordei.

  27. 15/03/2005 - Mapa Gigante

    Parece que sou rico. Estou em um terreno enorme e uma ajudante minha abre um mapa monstruoso no chão. Deve ter mais de 200 m2. O mapa parece ser uma foto de satélite de uma cidade. Me desloco do local onde estou para outro através de um metrô particular.

  28. Pensão da Vó para Estudantes com Surf

    Este sonho foi hiper-vívido.

    Estou andando perto de um colégio (Cabral) que estudei quando criança. Entro em uma casa e minha avó está lá. Vamos para a parte de trás da casa e tem um salão enorme com dezenas de camas. Eu e a Bel ficamos sozinhos naquele lugar. Acordo numa manhã bem cedo e saio junto com a Bel. Como estou cansado resolvo voltar para dormir. Quando chego lá tem um monte de gente estranha nas camas. Vou falar um cara que tinha nos levado para lá e ele diz que aquele pessoal são os estudantes da faculdade que ficam ali durante a semana, quando estão estudando. Só aí que me toco que minha avó tem uma pensão para estudantes.

    Vou falar com ela e ela diz que é para todo mundo sair de lá e só eu e a Bel devemos ficar por lá. Digo que não porque ela vai perder dinheiro mas ela diz algo como se é melhor ter o neto dela por lá do que os estudantes.

    Passeio pela cidade para ver como é. O cara que me acompanha me leva em uma subida inclinadíssima. É de asfalto mas está todo rachado. Chega uma hora que eu acho que o carro vai virar, de tão inclinada que fica. Nem consigo ver a rua, somente o céu. Digo que pode ser que dê para voar de parapente dali, mas tem muito mato e fios de luz.

    Ele me leva para outros lugares e digo que seria legal a Bel estar junto. Paramos por uma parte turística, onde vendem artesanatos, etc. Quando estamos para chegar de volta para casa vejo lá embaixo o mar e um monte de gente surfando. Digo para ele que não me contou do surf e corro para pegar a minha prancha e a da Bel. Pergunto para ele onde seria melhor surfar e ele me diz que irá mostrar os picos.

    Me leva para o lugar que vi e entram boas ondas, mas de uma hora para outra o lugar seca e o pessoal começa a brincar de outra coisa.

    Depois ele me leva mais para o norte, em outro pico e é também muito bom.

  29. Livro Infantil de Yoga e outras coisas

    Escuro. Dou carona para o Gustavo. Quer que troque um vale alimentação para ele, mas explico que não tem jeito. Vejo o Natan sair pelado de um salão. Também saem duas meninas com vestidos azul/branco. Parece que elas são de alguma religião.

    Antes eu estava em uma agência do BB. Queria sacar uma grana mas não estava conseguindo. Vou atrás de uma funcionária que é ruiva mas não acho. Minha mãe está no caixa e também não consegue me pagar, pois teve que encerrar o atendimento.

    Agora estou na sala de uma casa. Mesa baixa. Mestre DeRose mostra um livro infantil e lê partes dele. Outro cara fala da vez que estavam sozinhos e viu o Mestre fazer coisas maravilhosas.

  30. Trem Subindo a Serra

    Rodney e eu em um trem, subida da Serra. Queremos caçoar de alguém. Esperamos o outro trem sair e falamos algo. O nosso trem sai e corremos para pegar. Eu não consigo. Estou correndo com alguns papéis na mão mais um chinelo preto de plataforma da Bel; eu estou de havaianas. Perco o trem e começo a andar. Vejo a continuação da linha lá em cima, passando pela montanha. Penso que terei que andar dezenas de quilômetros. Logo para um micro-trem-ônibus e para. Ele é como os ônibus metropolitanos aqui de Curitiba, só que menor. Tem lugar para ficar de pé e pegar. O trem-ônibus anda. Vejo a paisagem ao fundo. Um mar muito azul e montanhas altas. O mar avança e recua através das montanhas. É muito bonito.

  31. 14/03/2005 - Hotel e Dormida na Reunião

    Hotel. Parece algum tipo de congresso. Tenho diversas reuniões. Numa delas participam duas mulheres. Uma loira gringa e outra morena brasileira. A gringa é muito espalhafatosa. Já tivemos tantas reuniões que estamos exaustos. Acabamos os três dormindo nas cadeiras da sala onde estávamos fazendo a reunião.

  32. Mountain Bike em Minas

    Mountain bike show em uma montanha de pedra. É um campeonato importante. Parece ser em Minas Gerais. Subo uma parte da montanha de pedra e é difícil. Tem que saber exatamente onde colocar a roda senão você não consegue subir. O corpo tem que ficar bem para trás. Uns pros resolvem descer fazendo todo o tipo de manobra. Eles tem uma técnica super apurada, deslizando e andando de uma lado para o outro como se estivessem descendo uma montanha de snowboard. É bem plástica a descida deles.

  33. Livraria, Neumar e Programa Computador

    Livraria. Procuro um livro. Pego o telefone e sento em um sofá. Uma mulher procura telefone e vê que estou usando. Parece ser a dona da loja. Ela vai procurar o livro para mim. Não acha. Devolvo o telefone para ela e um carregador que parece ter saído do tempo das cavernas.

    Num outro sofá da livraria está sentando o Neumar, mas deveria ser outra pessoa. Ele mostra um programa em DB2 e Easytrieve. Diz que esteve fazendo para alguém. Um robozinho lava a mesa...

  34. Pré-história, TV e Comedores de Cabeças

    Pré-história. Ponto de mudança. Vemos na TV mas estávamos lá dentro. Meio homens, meio macacos. Matam por qualquer coisa e no final andam de carro e comem cabeças. Vejo a TV de novo. Helio (SMI) está por ali. (é em Canoinhas). Me conta que escola que estudamos foi roubada e acabou. Estamos fazendo um tipo de sorteio no condomínio. Vejo que a Bel escreveu no papel que o mês foi ruim. Eu escrevi a mesma coisa.

  35. 13/03/2005 - Ondas Monstro e Avião de Acrobacias

    Estou em uma praia que parece ser Caiobá. Estamos no mar: Dudu, Bel eu e outras pessoas. Tem umas ondas monstro rolando prá lá do outside. Fico abismado com aquilo e até saio do mar. Lembro da minha saída de forma bem vívida. A água batendo na prancha, a onda/marola me lenvando e eu meio atordoado pelo tamanho das ondas. O Rodrigo Resende estava por lá. Todo mundo vai atrás do cara. Vejo um avião de acrobacias. Vou junto e ele começa a dar diversas voltas. Dá para ver a praia de cima, bem legal.

    Depois o avião fica sozinho e o cara começa a fazer loopings e manobras incríveis. O mais impressionante é que ele está preso por um cinto longo e a maioria das vezes fica para fora do avião, só segurando o manche e controlando o avião.

    Depois estou num bar perto dali. É bem pequeno, cheiro de fritura, diversas bebidas no balcão. Agora estou num hotel, parece algum daqueles que fiquei em Cuzco, bem simples. Tem um Palm com tela grande. Parece que está estragado e eu tento arrumar. Estão lá o Dudu, a Bel e eu...

  36. Tipo Roubado e Kike

    Roubaram Tipo na frente de uma escadaria grande, que liga um terminal de ônibus a uma rua. Era em Curitiba. Vi Kike, Leopoldo e mulher kike. Ele estava sendo carregado. Conversei com eles e quis dar carona para o Kike. Queria contar para ele sobre os sonhos lúcidos. O meu carro sumiu e não acreditei. Achei (no chão?) anotações que estavam nele. Um A4 escrito à lápis e outras folhas impressas com uma história em quadrinhos. Alguns detalhes da HQ tenho bem vívidos. Era preto e branco. Um quadrinho tinha duas mulheres abraçadas. Parecia ser uma história policial.

  37. 12/03/2005 - Iron Maiden

    Eu tocava baixo na banda. Teve uma discussão pelo som do baixo sair seco demais, provavelmente por não colocar nenhum pedal nele. Estou no palco e toco junto as músicas com eles. É muito legal!

  38. Competição Culinária

    Estou em uma outra cidade. Parece ser o Rio de Janeiro. Tudo é muito claro. Estou em uma sala legal, bem clara. Estou participando de uma competição culinária. Uma das tarefas é fazer um robô que monte os sanduíches sozinho. A outra tarefa parece mais fácil. Encontro a Adriana Freitas. Parece que tenho um falso título de cozinheiro.

  39. Prancha Quebrada e Oca

    Estou com roupa de mergulho. Tio Adelmo se espanta que cheguei ali sozinho. Me parecia ser a Ilha do Mel.

    Agora estou na lavanderia de algum lugar; acho que é em Guaratuba. Gian diz que vai surfar. Eu me espanto, como se não existisse surf naquela cidade. Eu corro e tiro/troco de roupa. Quando vou pegar a prancha só vejo coisas quebradas. O sonrisal é branco e feito de bloco de prancha, mas está quebrado. Pego uma prancha de uma capa e as quilhas estão detonadas. Fico espanatado mas já me dizem que aquela é uma prancha velha. Acho a minha prancha enfiada na máquina de lavar, embaixo de umas roupas. Ilza tinha usado para sustentar algo. Pego-a e está detonada, quebrada embaixo. Fico abismado. Olho melhor e ela está toda quebrada, oca. Acho estranho aquilo (pré-lúcido?) e começo a chorar. Tento achar a Bel para mostrar a cagada que foi feita...

  40. 11/03/2005 - Sítio do Picapau Amarelo

    Ontem morreu a Dona Benta dos meus tempos de menino, quando via o Sítio do Picapau Amarelo, pelos idos de 1977. Acabei sonhando com isso.

    Estava em casa e a Bel me mostrou uma caixa de DVDs com todo o Sítio. A caixa quem tinha nos dado era a Silvia. Não entendi porque mas a caixa estava meio enferrujada. Vi algumas cenas na TV e o filme parecia meio velho e gasto.

  41. Falso Despertar

    De manhã cedo tive um falso despertar. Do meu lado da cama estava o H. Tá louco, um homem do meu lado da cama! Isso foi um pesadelo :-)

  42. 10/03/2005 - Fuga do País

    R. levanta esquema para fugirmos do país. Além dele está junto o A. e eu. Estamos em um prédio alto, dá para ver fora, através das grandes janelas de vidro. Tem uma história de 4 bolos que não lembro o que aconteceu.

  43. Hawaii e Religião

    Vejo manchete de jornal. De fundo aparece um local de onde parece ter vindo uma explosão. Um General e sua mulher dão declaração na TV. Ele está muito puto e ela indignada. Ele xinga alguém e tudo é gravado na TV. Parece que o filho deles morreu e tem alguma coisa a ver com a explosão e a manchete do jornal.

    Perto do local da explosão para uma van. Saem três caras altos e de terno. Param do lado da Van. Cada um faz um gesto diferente e ficam parados. Os gestos parecem ter cunho religioso. Uma garota bonita e morena sai do carro e acena, como se estivesse na frente de uma multidão. Ela parece ser algum tipo de líder religiosa.

    A mulher vai até um ponto na rua, na frente de outros pessoas. Ela pára e abraça seu próprio corpo. Um cara se posiciona atrás e ela deita/se larga calmamente, encostando no cara. Outro cara vem pela frente e abraça-a, envolvendo-a também. Parece uma cerimônia religiosa. Daí os dois a levantam e a colocam em um carro. Na próxima cena parece que eu estou no lugar dela e faço o mesmo tipo de cerimônia.

    Entro em um ônibus e ele é automático. Agora tenho certeza que estamos no Havaí. Tem outras pessoas dentro. Parecem turistas. O Cavassin está junto e, depois que o ônibus começa a andar, resolver dar uma de guia turístico e fala sobre os lugares bonitos que vamos conhecer. Nós somos pessoas que estão indo embora e só vamos conhecer as coisas de passagem. Passamos por diversas casas legais. Lembro de uma que foi uma visão muito vívida. A casa era azul e tinha bancos de concreto em forma de mosaico, feitos com cacos azuis e laranjas. Vamos mais para o lado do mar e o Cava nos mostra uma montanha enorme, do outro lado de uma ponta do oceano. É muito real, ainda mais quando falam sobre ele. Parece os vulcões do Chile. O ônibus automático continua andando e de uma hora para outra começa a voar.

    Vamos voando e vendo surfistas pegando ondas e uma parte do mar que está seco. Só dá para ver o fundo e carros andam por lá. Vejo um nativo colocando uma canoa na água, que é como se fosse um pé-de-pato azul muuuuito comprido. Voamos mais um pouco e paramos em um hotel bonito, pintando de amarelo claro/queimado. O hotel tem muita sombra e é rodeado de água e também com água entre as suas áreas. Meu Tio Adelmo está lá, junto com a família e também o Cláudio, marido da Maria, minha prima. Meu tio resolve testar a água e se joga lá dentro. Também resolvo entrar e ela não está fria nem quente.

  44. Sapato Falante e Terreno de Casa

    Estamos em uma reunião de integração da empresa. Tem uma menina que resolve falar, mas ela é um sapato. Acho aquilo normal e levanto ela bem para cima para que todos possam escutá-la. Estamos em uma espécie de restaurante. Ele tem as paredes escuras e cortinas vermelhas.

    Agora estou na parte de trás de minha casa, com a Bel, Gian e os cachorros. O terreno atrás é enorme, com muita grama. A Bel vê os cachorros correrem e fica feliz. Converso com o Gian a respeito de poder fazer uma outra construção lá trás, já que o terreno é tão grande assim.

  45. 09/03/2005 - Bingo

    Depois de diversos acontecimentos no sonho, estou puto. Resolvo ir até um bingo e gastar uma grana. Fico primeiro na parte de cima, onde tem diversas pessoas esperando. Alguém informa que a entrada é embaixo, através de uma escada. Desço.

    Parece que vai passar um filme, dentro do bingo. Fico esperando, sentado em uma cadeira. Leio uma revista. As luzes se apagam e um cara do meu lado pergunta se não quero uma lanterna. Digo que está bom assim e continuo a ler a revista. Tem uma seção de filmes para adultos. Vejo que o Cebolinha está participando de um. É um novo estudo do Maurício de Souza. Ele viu que tem espaço para o Cebolinha atuar neste tipo de filme.

  46. Supermercado e gibi Alan Moore

    Estou em um supermercado com diversos andares. O sol bate por ali. Acho um caminhão de brinquedo e ando em cima dele, como se fosse patins. Quando chegamos no caixa vejo que uma roda está entortada. Peço a uma moça para trocar o carrinho e a Bel diz que foi porque andei em cima dele. Desconverso. Daqui a pouco vem uma gorda enorme me puxando pelo braço e querendo que eu vá com ela para algum tipo de interrogatório no supermercado.

    Agora estou em outra parte do mercado. Vejo um gibi que deve ter sido escrito pelo Alan Moore. A história é muito boa e os desenhos também. Tem alguma coisa a ver com uma máscara e alguma coruja.

  47. 08/03/2005 - (Sonho Lúcido 12) - Churrasqueira Canoinhas e Caça ao Golfinho

    Fui dormir bem cedo, pelas 09:00pm. Comecei o sonho já lúcido. Durou bastante tempo. Narina Direita, lado direito.

    Estou na churrasqueira de nossa antiga casa em Canoinhas. A porta que dá para fora não está fechando, estou lúcido deste o começo do sonho, ou pelo menos do que eu me lembro. Tem uma mulher loira com uma criança. Converso com ela. Ela está do lado da churrasqueira, de costas para mim.

    Agora estou conversando com a Bel no sofá da churrasqueira. Conversamos bastante e sobre muitas coisas, não lembro exatamente o que. Depois estou em uma rua larga e plana. Lembro da tarefa do mês do site DreamViews e tento achar um golfinho. Começo a chamar pelo flipper mas só consigo fazer aparecer um pequeno golfinho dentro de uma poça de água ou de um penico, no quintal de uma casa azul. Resolvo ir para outro lugar.

    Quando vou andando no sentido da rua uma vaca menor do que eu tenta impedir a minha passagem. Tento ir novamente e ela me segura com a sua cabeça. A vaca é clássica, preta e branca. Eu empurro e ela cai. Ela tenta me empurrar e puxo a sua orelha. A orelha fica na minha mão e uso-a para deixar ela presa no chão. Tento sair voando e bato nos fios de luz. Me concentro mais, coloco as mãos para trás e daí consigo voar direito.

    Saio voando na direção do final da rua, pensando que quero encontrar o mar. Subo e me vêem uma foto de pára-quedismo na mente. Na mesma hora o sonho muda para a terceira pessoa e vejo as coisas como se estivesse olhando através de uma filmadora. Logo em seguida a visão volta para a primeira pessoa e me vejo voando em direção ao mar.

    De cima, no céu, vejo o mar e uma parte de costa, bem bonito. O mar é muito azul e o branco da espuma das ondas bate na praia. Vejo uma mansão enorme, com um terreno monstruoso e um pedaço do mar, como se fosse um lago, na parte interna da mansão. Bem de cima vejo uns golfinhos na água da mansão. Desço voando e mergulho no mar.

    Os golfinhos estão do meu lado. Tento conversar com eles mas eles não me respondem. Quando pergunto novamente alguma coisa o golfinho se transforma lentamente em um homem, mas ele ainda conserva o bico/nariz de golfinho. Faço o teste de realidade de prender o nariz com a mão e tentar respirar que o LucidBlogger me falou. Funciona!! Muito legal! Mesmo com o nariz tapado consigo respirar. Ótimo teste de realidade!

    Desisto do golfinho e resolvo entrar na casa. Agora estou em uma cozinha pequena e vejo umas três mulheres conversando, todas arrumadas como dondocas e senhoras da grana. Uma está chorando e as outras dizem para ela parar com aquilo. Parece que não me notam no ambiente. Quando resolvo acabar com a choradeira e conversar com ela começo a sentir o sonho desvanecer, mas de forma contínua e leve. Não faço nada para fortalecer o sonho (spin, por exemplo), e sou transportado para a cama. Acordo feliz com mais um sonho lúcido!

  48. Acampamento e Desodorante Louco

    Estamos em uma espécie de acampamento. Um bicho-grilo está do lado de fora, parece que ele vende algumas coisas. Alguém fez uma tatuagem de peixe num pedaço de madeira. Parece que não fez direito pois teve que retocar e colocar uns esparadrapos nela. Alguém comenta que "ainda bem que não foi feito na pele, senão ficaria ruim."

    Entramos no acampamento e,na nossa tenda, tem uma cadeira de madeira com pano de algodão cru que já conheço da vida real.. As tendas são de plástico negro, mas parecem ser bem ajeitadas.

    O sonho pula para um apartamento bem arejado, iluminado e com plantas. Parece ser no primeiro andar. O Helio, irmão do Marcos, está vendendo uns desodorantes Brutus (aquele verde). O desodorante, se inalado, deixo o pessoal louco. Ele me dá uma sacola com alguns desodorantes e quer vender outros para o Chico e para outro amigo nosso.

    Entra uma criança, menina loira de uns 4 anos, com capacete de ciclista na casa. Parece ser a filha do Chico.

  49. Escola e São Miguel do Iguaçu

    Escola SMI, banheiro. Natan está na aula. O professor é um velho simpático. Sala bem grande de madeira. A aula termina e vou conversar com o professor.

    Agora estou andando de mobilete, aquelas antigas, azuis, que também tem pedal. Desço uma ladeira e começo a subir outra. Tenho que ajudar com o pedal senão não anda. É uma ladeira de SMI, do lado da igreja. Chego no topo e tem um portão de madeira igual ao lá de casa. Entro e vou até o final. Em vez de continuar o asfalto a rua vira uma pequena calçada. No final também acaba, com casas pequenas de cada lado. Vou até a casa de um antigo amigo de SMI (Deivis). Um cara me atende mas não o conheço. Depois reconheço que é o Deivis e conversamos. Conversa legal. Saio e vou até casa do Arlei. Quero perguntar algo para a mãe dele sobre alguma faculdade.

  50. 07/03/2005 - Filme Faroeste com Charles Bronson

    Estou em uma sala, está escuro. Vejo TV, junto com outras pessoas. Começa um filme antigo, de faroeste; Charles Bronson é o personagem principal. Agora saio de uma sauna. Cruzo um antigo colega do segundo grau, o Ricardo. Agora sou o astro do filme. Digo que vou sair e quem quiser me siga. Sou durão, como o personagem.

    Estou na entrada de um cinema, parece um galpão para descarregar caminhões. Tem o sentimento do cinema de Canoinhas.

    Mulher tenta entrar diversas vezes, mas tem problemas no seu ticket. Parece que ela quer que o ticket venha impresso de um jeito bem específico.

  51. Revisita ao Parolin

    Eu e Rodney estamos no Parolin. Conversamos com os funcionários. Vejo uma foto minha na escada. Para ir da parte de trás da casa para a da frente vou de bicicleta. Pulo como os competidores de um trial.

    Saio da casa e estou com um carro, tipo jipe, estacionado num predinho verde de dois andares, do outro lado da rua. Está cheio de barro. Vejo os pneus e um deles está com pneus pequenos mas deveria ser grande, como o outro de trás.

  52. Pernas de Ferro e Colega de Yoga

    Sonho com uma menina que tem problemas nas pernas. Usa aqueles aparelhos que pegam no quadril e vai até o pé. Ela consegue fazer quase tudo com aquilo. Fico com pena mas ao mesmo tempo feliz que ela consegue se virar sozinha. Paro numa oficina e encontro um colega do Yoga. Saio junto com ele.

    Agora estamos descendo uma rua. Ele está só de calção, pronto para a prática de Yoga. Tem também um problema na pé. Parece que torceu. Vamos descendo a rua e conversando; não lembro exatamente o que. A conversa estava boa. A rua parecia uma rua de Medianeira.

  53. 06/03/2005 - Índia e Congresso

    Índia, muito, muito VÍVIDO!!! Estou participando de um congresso. Saio do hotel. Estou visitando ruas. Muito bonito, pessoas em todos os lugares. Me sinto muito bem. Falo com alguém num telefone sem fio. É um cara que está no congresso também e está querendo comprar um notebook de um jamaicano (do congresso vegetariano) e estão desconfiadas. Falo o que acho a respeito da coisa. O telefone desliga uma vez e outra deixo ele esperando. Na rua ando e vejo uma loja de carrinhos de hobby. Penso que o Miura iria gostar disso. Pessoas/indianos passam na rua; um grupo canta um mantra muito bonito. Não tiro fotos senão vão querer me cobrar. Passa outro indiano com uma Nikon FM2 com um baita zoom. Ele tem um cabelo branco, comprido, pele bem preta/verde oliva de indiano e pinturas vermelhas/branca perto dos olhos. Rua estreita, prédios velhos, prédio azul de dois andares. Penso que poderia morar por lá.

    Encontro Cava andando com um skate estranho/detonado. O skate tem um tipo de alavanca embaixo que faz ele deslizar, com uma roda central. É meio primitivo a coisa e tem as rodas detonadas. Chego no hotel. Galera já está indo no jantar de gala. O Lobby/hall do hotel é enorme e bonito. Subo elevador. Duas meninas conversam.

    Chego no quarto. Tem bastante gente. Começo a contar uma história de gibi para o pessoal. Os quadrinhos são bonitos. Parece um gibi do batman. Faço os efeitos especiais com a boca, tipo TCHBUM, quando um personagem cai na água de uma altura enorme. Daí dou um peido e vejo que estou sentado na privada. Todo mundo ri.

    Daí o sonho passa por uma reviravolta. Estamos tentando fazer um menino ficar bravo. Agora, para forçar ele a ficar bravo vamos num carro grande. Uma mistura de furgão com tanque de guerra. Se ele não ficar bravo vamos bater de frente com outro carro. Tem um policial gordinho que está em outro lugar com uma camera vendo tudo o que estamos fazendo. Ele aparece para nós como se estivesse num radar. O menino não consegue ficar bravo. O policial tenta ajudar e sem querer ativa a palavra secreta de transformação. O menino começa a mudar e se transforma no RHINO, personagem de história em quadrinhos.

  54. Conflitos no ap da Silva Jardim

    Só tenho fragmentos deste sonho. Estou no ap que morava junto com minha mãe. Tem algumas obras acontecendo no prédio, na garagem. O Natan está por lá também. Rola muitos conflitos no sonho.

  55. 04/03/2005 - Antigo Carro Verde

    Hoje eu tentei a técnica WILD (Wake Initiated Lucid Dream). Não consegui entrar na quarta fase (Transição). Eu ia e voltava para a fase de relaxamento e percebia pequenas "entradas" na transição. Mesmo assim foi interessante, pois o relaxamento é muito forte. Você quase não sente mais o corpo, quase que ficando deslocado dele. Um peso grande parece estar em cima de você. Tentei fazer WILD pelas 05:00h da manhã. Acho que o melhor horário é pelas 04:00h, pois daí tenho bastante tempo para relaxar, voltar a dormir e ter ainda um bom tempo de sonho lúcido, antes de acordar...

    Estamos em um estacionamento; Fábio, eu e mais uns dois caras. O Fábio tem um carro conversível antigo, tipo aerowillis. Ele é verde e os bancos estão muito ruins, praticamente só na espuma. Ele sai para fazer alguma coisa e sento no banco do motorista. Numa abertura no banco acho uma nota de R$1. Logo em seguida acho mais uma e depois umas duas notas de R$2. Mais um pouco e acho notas de R$300. O Fábio volta e dou o dinheiro para ele. Ele me mostra que as notas de R$300 tem o desenho de um drible da Seleção Brasileira de Futebol. O desenho é bem feito. Eu teno contar as notas mas não consigo. Tento umas três vezes e não tem jeito. O Fábio pega e conta sem problema algum.

  56. Andando a Esmo

    Estou caminhando a esmo; me parece a rua do Parolin. Temperatura legal, ando pelas ruas. Muitas árvores, casas bonitas de tijolos à vista. Vejo um pedaço de uma piscina no fundo de uma casa.

    Agora estou em frente a um lugar que é um consultório. É pequeno, meio velho e azul. Uma moça me fala que a masturbação só é aconselhável uma vez por dia. Acho aquilo engraçado. Entro na sala/consultório e ajudo a arrumar um pé de uma mesa. Dentro do pé tem raízes aromáticas. Sento em uma cadeira em frente ao consultório. Tem outras pessoas por lá. Ninguém conversa comigo e me sinto deslocado do grupo.

    Agora estou no sofá da minha antiga casa em Canoinhas. Estou sonolento e olhando o relógio para ver que horas eram (acho que porque estava fazendo assim de madrugada, quando acordei). Minha mãe está por ali com a Sílvia. Elas vão sair. Eu levanto meio sonolento e vou verificar as ondas. Quando estou na garagem lembro que em Canoinhas não tem mar e daí volto para dentro de casa.

  57. 03/03/2005 - Sorvete no Shopping

    Estou andando com o meu antigo Gol GT preto, 1986 numa estrada de chão larga e com pouca poeira. Está escuro do jeito que meus sonhos de noite são: lusco fusco, meio escuro, meio claro. Vejo uma entrada à esquerda e paro, esperando a minha vez de entrar; o movimento é intenso. Quando entro na outra estrada vejo que poderia ter ido reto, porque a estrada principal fazia uma curva logo em seguida, juntando com a estrada que eu agora estava andando.

    Chegou em um Shopping. Logo depois da entrada encontro uma loja daquelas que fica no meio dos corredores. É um cubículo de vidro. Encontro o colega do banco que sempre usava suspensórios. Logo em seguida ele vira o F. Tenho US$500 que preciso trocar. Entrego para o F. e ele troca o dinheiro. Saímos dali e vamos para a praça de alimentação. Muita gente, decoração de madeira escura. Tomamos sorvete, o gosto é bom. Acho que foi de baunilha. Falamos sobre o A. F. fala que o negócio está indo bem mas o A. já está fazendo lavagem cerebral nos funcionários. Acho aquilo engraçado.

  58. Festa para Mães na Casa Antiga

    Festa numa cidade do interior. Casa antiga de dois andares que fica numa rua tranqüila, ao lado da praça. Sou atendente da festa. É uma festa de mães. Estou no segundo andar atendendo alguém. Uma criança quer ver um vídeo do Homem-Aranha. Vejo que o vídeo é X-Rated e falo para a mãe tentando disfarçar para a criança. Chove lá fora. Um raio faz a luz apagar. Parece que já é a segunda ou terceira vez que isso acontece. As mães ficam bravas. Tento regular um aparelho de som; acho que ficou danificado com o raio.

  59. 02/03/2005 - Tentativa de roubo da Moto

    Narina E, deitado do lado direito. 05:42h.

    Estou na rua, do outro lado do antigo apartamento, quando ainda morava com minha mãe. Estou passando de moto e vejo dois sujeitos mal encarados chegando perto de mim. Acho que eles querem me roubar e tento acelerar a moto. Ela não anda direito e vai bem devagar. Eu ajudo com o pedal (pedal?). Pois é, a moto parece um antiga bicicleta que eu tinha, uma BMX amarela, que tinha tanque e pára-lamas imitando uma de moto de cross. Eu consigo sair dali e depois dou uma volta na quadra. Nesta hora a minha moto é uma espécie de CB400 prata. Encontro de novo os dois caras e tento conversar com eles. Não querendo muito papo até tentam me acuar, dizendo que sabem onde moro, etc...

    Saio dali e vou desço uma rua, indo até a esquina com a Brigadeiro Franco. Lá tem uma farmácia grande, amarela. Fico no pátio e os dois caras estão por lá. Um olha para a minha moto e lembra que roubou o extintor de incêncio dela (moto tem extintor de incêncio? :-)) Ele fala: "Olha só cara, roubei o Stinger dele, hahahaha!". Fico puto mas acho que não falo nada.

  60. 01/03/2005 - Cadeira da Faculdade: O Homem Negro

    Estou na faculdade. Um colega queria fazer um matéria (cadeira) que se chamava O Homem Negro. Parece que não tinham alunos suficientes e ele ficou chateado. Uma outra pessoa mostra a sua pasta de material. Ela é azul e tem um Super-Homem que foi recortado e colado nela.

  61. Mantras na Entrada do Apartamento do Tio

    Estou na entrada do apartamento do meu tio Adelmo, aqui em Curitiba. A entrada, no sonho, é diferente da real. No sonho ela é bem ampla, com diversos ambientes, aberturas de luz e plantas. Diversas pessoas estão falando mantras usando vestimentas budistas. Eles usam túnicas rouxas e estão fortemente pintados no rosto.

  62. Ladeira Monstro nos EUA

    Este foi o sonho mais longo da noite.

    Estou, junto com outras três pessoas, dentro de um helicóptero. Tudo leva a crer que vamos fazer um salto de pára-quedas. No momento seguinte estamos descendo uma enorme ladeira, larga e muito íngreme. Usamos uma mistura de skate e esquis. Vejo os meus colegas de drop e sinto o vento batendo forte no meu rosto. Chegamos no final da ladeira e fazemos uma parada ao estilo luge, colocando os pés para a frente e pisando forte no chão. Estamos em NY.

    Saímos dali e andamos por uma periferia. Um dos colegas diz que sempre vai comer em uma lanchonete ali por perto. O caminho é através de uma calçada de concreto com muita terra e árvores em volta. Andamos atrás dele e chegamos ao local. A especialidade do lugar é um prato que consiste de uma maçã gigante, +- do tamanho de uma bola de futebol de salão e manga (acho). As maçãs são realmente muito grandes. Acho aquilo estranho.

    Agora estamos em outro local, num prédio. Entramos em uma sala que é um QG de alguma equipe de pára-quedismo. Encontro um brasileiro que sempre vai saltar por lá pois diz que é mais barato. O cara tem os cabelos negros encaracolados e usa barba.

    Outro sujeito mostra uma foto dele todo ralado e quebrado, de um acidente que teve saltando. Olho aquilo e acho horrível. Ele mostra como se fosse um troféu.

    Um cara pede o relógio digital que eu acabara de ganhar de minha mãe e me mostra que ele tem conexão com a rede e pode mostrar filmes. Ele coloca uma câmera para aumentar a tela e a imagem do filme é realmente muito boa. No relógio tem indicações das conexões de rede, etc.

  63. Encontro com amigos do CEFET

    Estou em um Sebo onde se vendem outros produtos além de livros. Encontro o Secco. Também encontro o Bruno, um grande amigo dos tempos do segundo grau. Ele está pequeno, como se fosse uma criança. Mesmo assim abraço ele.

Fevereiro

  1. 28/02/2005 - Macho Camacho

    Hora de dormir: 10:10PM. Sozinho com Natan. Domingo à noite.

    Sonhei com os irmãos Hernandez, que escrevem o Love and Rockets. Estava conversando com o Pai deles e falava sobre um novo gibi que eles estavam escrevendo. O nome era Macho Camacho e parece que falava sobre um irmão dos dois que havia morrido a muito tempo. Tento perguntar algumas coisas para o pai deles, mas ele desconversa e mostra uma árvore baixinha, que deve ter tido algo a ver com a morte de Camacho. Consigo ver a capa do Gibi. É preta com detalhes em preto brilhante.

  2. (Sonho Lúcido 10) - Fogo no Corredor Lateral de Casa

    Este sonho deve ter sido um dos meus primeiros a acontecer através da técnica WILD (Wake Induced Lucid Dream - Sonho Lúcido Induzido Acordado). É estranho, mas é possível entrar no sonho diretamente através do estado de Lucidez. Primeiro você tem que relaxar completamente. Quando consegue chegar no ponto certo, parece que tem um leve peso em cima de você. Eu não sentia mais o corpo, somente a cabeça; todo o resto estava quase que em estado de paralisia. A próxima fase é uma espécie de leve zumbido e aumento de concentração/percepção. Imagens muitos fracas começam a aparecer. Agora chega a parte mais difícil. Eu tenho que me deixar levar para os sonhos mas também não devo cair totalmente no sonho senão perco a lucidez. É extremamente interessante. O único problema é que demoro muito nesta última fase. Estou também utilizando técnicas de meditação para não deixar a mente divagar.

    Neste sonho a explicação é maior que o sonho lúcido :-) Lá vai:

    Estava no corredor lateral de minha casa. Estava escuro, com aquela penumbra típica de outros sonhos. Minha mãe estava junto e eu mexia em alguma coisa. Parece que eram uns plásticos e algo inflamável. A coisa começa a pegar fogo, de leve. E eu pego um extintor que estava do lado e começo a tentar apagar o fogo mas não consigo. Vejo um bico com uma mangueira. Parece de saída de botijão de gás. Pego ele na mão e ele não está conectado em nada mas mesmo assim fica fazendo barulho. Não lembro dele estar em chamas. Saio com ele na mão para a frente de casa. Na frente tem um buraco na grama, de +- um metro de profundidade. A terra tirada do buraco está ao lado. Jogo a mangueira na grama e ela continua apitando. Chega o Samy; ele está mais magro que o habitual. Quando o vejo me toco que aquilo é um sonho. Falo algo como "Epa, deixa eu verificar este negócio". A excitação de estar lúcido começou a me tirar do sonho. No momento seguinte me senti voltando e já estava consciente na minha cama. Tudo foi muito rápido.

  3. (Sonho Lúcido 11) - Grandes Vôos com Sapato-Foguete

    Outro sonho iniciado por WILD (veja acima). Narina direita dilatada. Deitado do lado direito, de bruços. Final da madrugada, pelas 4 ou 5 da manhã... Sonho bem longo e vívido. Fiz diversos spins ao longo do sonho para testar e continuar no sonho. Também anotei que se eu imagino algum objeto sem tentar materializá-lo, é mais fácil. Por exemplo eu penso no sapato-foguete e daí abro um armário para pegá-lo. Assim ele aparece. Caso eu tente somente fazê-lo aparecer na minha frente, não funciona.

    O sonho começa no apartamento de São Miguel do Iguaçu. Pelo que me lembro já estou lúcido. Minha mãe tenta me convencer a ficar por lá. Eu digo para ela que aquilo é um sonho e vou saindo. Ela vai atrás de mim dizendo algumas coisas. Como é um sonho não dou bola e vou descendo as escadas, iguais à de como o AP era. Já do lado de fora vêem atrás o Natan e acho que os cachorros. Encontro o Arlei e converso rápido com ele. Mesmo sabendo que é um sonho me preocupo com o Natan e faço ele voltar para o apartamento, pelo corredor. Falo novamente com o Arlei e resolvo sair voando; não posso perder aquela oportunidade.

    Me lanço no ar e o vôo é meio fraco. Não como voar-nadando, mas é fraco. Dobro a esquina para a direita e vejo a rua grande que vai até o supermercado. Nesta hora mentalizo que de meus braços estão servindo de propulsores para o meu corpo. Faço barulho com a boca para dar mais realismo. A técnica funciona! Eu começo a me elevar na rua e começo a ver os carros e caminhões de cima.

    Corte para o interior de um barraco bem pobre. Tem sujeira e comida jogados para todo o lado. Não lembro o que fiz ali.

    Estou agora em um hospital, mas com cara de escritório de advocacia. Para variar as paredes são todas laqueadas de madeiras. Estou com uma conhecida. Entramos em uma sala. Digo que tanto faz o lugar, sempre vamos conseguir um espaço para conversar ou escrever. Tento começar a escrever mas a mesa está cheia de coisas. Começo a retirar mas logo que dou conta que isso irá demorar muito. Penso em ir para outro lugar mas uma das enfermeiras arruma um sofá ao lado. Vamos para lá e começamos a escrever. Escrevemos por um tempo e daí resolvemos sair dali. Um pouco antes disso me lembro da tarefa de fevereiro, do site DreamViews, que é ficar de cabeça para baixo. Na hora largo o que estou fazendo, coloco as mãos no chão e fico de ponta cabeça. Fico muito feliz em completar a tarefa!!

    Estou agora em Canoinhas, na sacada da casa de minha tia. Ela é maior e voltada para o lado da rua, ao contrário do que é exatamente. Penso em voar e lembro que gostaria de tentar com um sapato-foguete. Na hora aparece um sapato meu, marrom, que quase estou aposentando (agora não vou mais :-)). Calço ele nos pés e vejo um botão para girar em ambos os pés. Giro ele e começa a sair um jato debaixo dos pés, na parte de trás. Giro o do outro lado e me elevo aos céus. A sensação é muito boa. O barulho dos jatos também é totalmente real. Sinto um calor nos pés, por causa dos jatos de fogo. Vejo o céu e ele está muito bonito, de um azul claro mas profundo. As nuvens formam ondulações no sentido vertical. Volto ao chão novamente e ligo o outro botão, da parte da frente do sapato. Os jatos agora são muito fortes e me impulsionam fortemente para cima. Começo a voar muito rápido. A cidade e as árvores vão ficando para baixo. Começo a ver o horizonte. Quando subo um pouco mais vejo o mar e alguns navios. Já estou bem alto. Olho para cima e subo ainda mais. Chego em uma parte muito alta da cidade, praticamente está no céu. As ruas são limpas e as casas agradáveis. Um cara vem falar comigo. Conversamos alguma coisa.

  4. 27/02/2005 - Festa em Castro

    Domingo, praia

    Estamos em Castro. Tem alguma festa na cidade. O Natan vai andando na frente dos botecos/lanchonetes e entra em cada um. Tenho que ir atrás tirando ele de lá. Lembro alguma coisa de hamburgueres.

    Depois estou com alguns amigos (Gui, Luciano?) tentando achar um lugar para estacionar o carro. O Natan está num moisés, na mão de um deles. Ele faz carinha de bonitinho. O Paulo Pinto aparece não sei de onde e fala bem do Yoga.

  5. Restaurante Fresco num Barco

    Estou em um barco de luxo, num restaurante. Muitas frescuras. Vemos propaganda de carros na entrada. Natan corre pelo restaurante enquanto o cara (Maitre?) explica as características do lugar. Niemeyer mexe em um tipo de receptor, com tela colorida.

  6. Patrícia Falando na Praia

    Domingo, praia, cochilo antes do almoço.

    Praia. Patrícia chega e fala do Helio, de SMI. Diz que ele estava por lá mas só queria saber de festa e bebidas, não se interessava por ir ver os antigos amigos. A casa era mais simples. Estávamos atrás; o chão era de concreto aparente, áspero.

  7. 26/02/2005 - Brigas/Coreografia entre Turmas Rivais, espaço e Manipulação de Genes

    Narina D, posição D. 5:56h.

    O sonho começa com uma batalha no espaço, bem vívida. Vejo a Terra embaixo, muito azul. Um cara que está batalhando tem um dragão preso no pé.

    Corte para um departamento do BB, parecido com o de SJP. Tem alguma coisa a ver com softwares de manipulação de genes. Um hacker fazia um trabalho de um programa de realidade virtual que manipulava os genes. Ele testava nele mesmo e daí tinha uma hora para reverter o processo, senão morreria.

    Teve uma apresentação de amigos do hacker (familía, conhecidos). Era meio tétrica, com todos de marrom. Uma mistura de família Adams com dança e vestuário Country.

    Saio correndo por Medianeira. Ruas de asfalto e encardidas de terra vermelha.

    Briga entre turmas rivais na piscina. Como todo mundo estava falando, o Natan também disse (gritou) que amava uma menina. Bel ficou espantada. Tinha um tobogã onde eram feitas algumas coreografias representando lutas entre pessoas para impressionar o adversário.

    Vemos filmes em PB do tempo da guerra quando a coisa era real, e não coreografada. As coreografias eram para se proteger. Uma coreografia era com três caras na frente, descendo o tobogã e outro atrás. Os três da frente desciam com os pés em forma de tesoura, cortando o ar. o quarto estava virado para trás também com os pés em posição de tesoura, cortando o ar. Era uma espécie de escolta.

  8. As Cinco Máscaras do Cochilo na Praia

    Máscara de dormir, tampão ouvido, barriga para cima e braços perto cabeça. Cochilo depois almoço, praia. Primeira tentativa séria de WILD. Muito louco! Na indução do sonho senti vibrações e um barulho muito forte, tipo um BRRRRRRRRRRRRR!!!! Até me assustei um pouco.

    Sonho realidade. Sonhei que estava na praia mesmo, no mesmo dia/horário. Diversas passagens. Numa deles o Odair veio de Curitiba. A Bel me acordou (sonho dentro de sonho). Odair/Marines tinham que ir para Campinas. Amiga tinha falecido. Acho que estava pré-lúcido. Uma hora eu estava perto do portão e resolvi pegar alguma coisa para ler para me certificar. Peguei uma revista. Mostrei para o Seu Odair. Estava tudo embaralhado e ele também não conseguia ler. Se eu fiquei lúcido não sei, porque não lembro. Todo o sonho foi uma mistura de sonho/realidade.

    Umas meninas que estavam na casa pegaram o meu caderno de anotações de sonhos e viram diversos desenhos. Nem me toquei que estava sonhando, provavelmente porque as coisas se passavam ali na praia mesmo, naquela hora. Disse para elas que era para anotar os sonhos, etc... Parece que um namorado de uma delas ficou com ciúmes.

    Eu lembro de andar com a máscara para dormir mas continuava a enxergar. Uma hora um cara perguntou porque eu usava aquela máscara. Disse que era porque eu não conseguia acordar. Comecei a tirar a máscara mas embaixo dela tinha outra igual. Tirei umas 5 máscaras e sempre continuava com outra no rosto.

  9. 25/02/2005 - Sala de aula na empresa

    Tive mais sonhos hoje. Acho que a razão foi por ter ido dormir mais cedo (por volta das 10:30pm). Os sonhos mais vívidos foram no início da manhã (+-06:00h). Sonhei tanto dormindo do lado direito como do lado esquerdo.

    M. estava casando. Estava na empresa só que era como se fosse uma sala de aula. Anotei também no meu caderno a palavra "Cerebus", que é a história em quadrinhos que já acompanho a anos. Devo ter sonhado algo mas não lembro o que foi.

  10. Carlos cortado pela metade

    A iluminação do sonho era bem clara, ao contrário de outros sonhos que mais para a penumbra. Agora estou me tocando que pode ser que eu tenha estes dois tipos de sonhos, um com cores bem mais vívidas e claras e outros mais com tons de penumbra. Vou pensar mais nisso.

    Eu estava indo em um restaurante, acho que para encontrar uns amigos. Restaurante na beira da rua, com uma entrada tipo garagem e passagem para os fundos onde estava outra sala com mesas. Tinha um corredor que separava uma construção da outra; era pequeno e feito de concreto.

    Encontrei o Secco, prá variar. Estava almoçando mas não lembro de conversar com ele. Logo em seguida passa um cara que parecia um anão. Na verdade era o Carlos, antigo colega de faculdade e que hoje tem um Café. Ele estava cortado pela metade! Era só cabeça e um pedaço do tronco conectado com uns pézinhos diminutos. Me assustei com aquilo e ele me disse que foi um acidente. Ele também parecia estar triste com a situação.

    Estou agora no caixa do restaurante, provavelmente para pagar a conta. O interessante é que lembro agora que me preocupei em ficar olhando para todos os doces e chocolates que estavam à venda para lembrar depois. Me parece que este sonho teve um certo grau de lucidez, apesar de eu não estar lúcido. Tenho que estudar um pouco mais sobre isso. Lembro de ter vistos chocolates diversos como charge, diamante negro e laka. O caixa era tradicional, com uma pessoa dentro de um cubículo, só que os chocolates ficavam em volta dele, em prateleiras de vidro.

    No lado do caixa tinha um carrão como o do Natan, só que em vez de ser azul, era amarelo.

  11. Monitor com profundidade

    Só lembro de estar na frente de um monitor de computador. Na verdade era algo mais parecido com um Arcade de fliperama. Lembro de ver umas sombras em 3D e achar aquilo muito interessante, por ser feito em um display 2D. Olhei bem perto do monitor e olhei meio de lado, para tentar entender a técnica. A sombra era negra, com diversos pontinhos negros também, tipo o que hoje tem nas bordas dos parabrisas dos carros.

  12. Chico na Casa da Vó Geni

    O local do sonho é fisicamente a antiga casa da minha avó Geni. O meu amigo Chico está por lá. Parece que estamos meio entediados, sem fazer nada. Digo para ele para irmos andar de carrinho ou algo do gênero. Ele topa. Parece que vamos para Ponta Grossa. O Natan está por lá e minha mãe também. Parece que ele está fazendo algumas gracinhas. Fez mais algumas coisas mas também não me recordo o que era. Logo em seguida eu pego um jacaré de borracha igual ao que os meus cachorros têm. O interessante é que mergulho o jacará na água, para enchê-lo, e daí fico preocupado, porque no sonho o Natan, naquele momento, era o jacaré. Tiro a água rapidamente do Jacaré-Natan e quando olho para o lado o Natan já estava na sua forma normal, brincando na cama. Nem sei como engoli um absurdo deste num sonho. Era coisa para ficar lúcido na hora.

  13. 24/02/2005 - Skate Speed e Parapente

    Criei no meu sonho um novo esporte. Estávamos numa ladeira e vi diversos caras usando o parapente junto com o skate de velocidade. Eles inflavam a vela e desciam a ladeira a milhão. Lembro muito bem dos detalhes da vela (parapente). Era um equipamento antigo, rosa e roxo. Lembro dele sendo inflado e subindo na cabeça do piloto. O piloto, por sua vez, estava em cima do seu skate, no meio da ladeira, já pegando velocidade para descer.

  14. Voando pela Cidade

    Agora sim voei de verdade. Estava em um prédio muito grande, no centro de uma cidade bem movimentada e cheia de edifícios. Os detalhes internos eram em madeira e com um ambiente muito espaçoso. Eu desci voando diversos corredores enormes, tanto em comprimento como em largura e altura. Saí para a rua.

    Andando encontrei o Lula. Ele estava incógnito no meio da multidão. Ele viu que eu estava olhando para ele e deu um sorriso. Fui até lá e dei um abraço no cara. Continuei a andar e encontrei ele em outros lugares com o cabelo diferente. Voltei a voar.

    Voei muito, pelo alto dos prédios e pela cidade. Neste ponto não me lembro bem dos detalhes, mas o sentimento era muito bom. Liberdade, velocidade, vento na cara.

    Cheguei em um grande hotel de luxo. Encontrei diversas pessoas na piscina. No começo eles pareciam não gostar de mim. Depois parece que simpatizaram. Um cara moreno e careca (será que foi o que conheci no congresso vegetariano) pegou um bebê minúsculo na água, muito pequeno mesmo e bem moreninho. Ele tinha uns fiapos de cabelo grosso e bem compridos. A cara era muito enrrugada. Ele deixou o bebê cair na água e eu gritei que ele iria se afogar. Ele se tocou e pegou-o, tirando-o da água.

    Saio dali. Me vejo na rua da casa de um amigo de infância (Arlei), em São Miguel do Iguaçu. Estava chovendo e eu andava em direção ao colégio. Um carro sem ninguém dentro começava a voltar de ré pela ladeira. Corri e segurei-o. Alguém tinha esquecido de puxar o freio de mão. Os amigos aparecem e agradecem por eu ter salvado o carro.

  15. Balão Plástico em Circo Escuro

    Estou em um ambiente escuro. Parece um ginásio de esportes e tudo está pouco iluminado. Tem muita gente por lá e diversas luzinhas espoucam aqui e ali. Tenho uma espécie de balão feito de um plástico bem grosso. Ele forma uma esfera grande e dá para ficar dentro. Um cara grande e feio resolve pegar ela de mim e entrar dentro, testando a coisa. Não me sinto muito bem com aquilo porque ele está me intimidando. Num momento ele flutua no céu ou estoura o balão. Fica mais brabo ainda. Muitas pessoas falam.

    Me vejo agora em uma sala clara, um bom ambiente em um apartamento no segundo ou terceiro andar de um prédio. Veja a rua tranqüila do lado de fora. Me sinto bem. O ambiente é espaçoso e aconchegante. Da porta vejo uma espécie de canto alemão à frente e à esquerda e uma porta que dá para a cozinha diretamente em frente. No lado direito tem uma porta que dá para um lavabo. Entro lá e abro uma gaveta do móvel que fica embaixo do espelho. Pego um escova de dente dentro da gaveta. Peguei algo a mais mas não lembro o que era.

  16. 23/02/2005 - Pill e o seu Império

    Pill mostra o seu império e como vai fazer para destronar a líder no setor de informática. O escritório era na casa de um amigo meu de infância, em Canoinhas (para variar). Algumas coisas eram na garagem e tinha diversos computadores. Tinha até filme através de um circuíto interno de TV. Ele explicou as coisas que fez e porque tomou aquelas atitudes. O sonho era meio confuso. Nem conheço nenhum Pill. Será que encarnei o Bill Gates nele? Teve algo a ver também com uma conta/contrato com a Disney.

  17. Prancha Marrom e Gás

    Estou em floripa. Meu amigo de infância, Wilson, está no apartamento. O ap é daqueles antigos, bem grandes. Vejo diversas pessoas surfando. Ele vem do mar e diz que está muito bom. Está com a prancha que eu acabei de comprar só que ela está pintada de marrom no fundo, ao invés do branco total radiante.

    Bel me pede para arrumar uma conexão de gás da parede. Mexo em alguma coisa mas o gás começa a sair para tudo quanto é lado. Paro de mexer.

  18. 21/02/2005 - (Sonho Lúcido 9) - Muitos "eus"

    Este foi um sonho lúcido, mas muito curto, curto mesmo.

    Eu estava em uma sala circular, branca, cheia de portas ou espelhos. Em cada uma eu me via com características diferentes. A visão não era normal, em três dimensões como vemos normalmente. Eu via os meus outros Eus e as portas como duas dimensões; como se fossem fotos na minha frente. Logo que passou a primeira ou segunda imagem me toquei que aquilo deveria ser um sonho. Na mesma hora senti ele ir se desintegrando e acordei.

    A parte lúcida foi tímida, mas pelo menos voltei à ativa!

  19. Jogo das Bolinhas

    Estou em uma cidade no estilo de Las Vegas, como jogos para tudo quanto é lado. Na rua vejo cara com um skate vermelho, de bico bico pontudo, saltando de uma parte mais elevada da rua para uma mais baixa. A calçada era de concreto liso.

    Agora estou em um shopping e me vejo um cara e uma criança (não sei se é o Natan). Um outro cara tenta explicar um jogo de bolinhas mas eles não entendem. Pego a bolinha da mão do sujeito e pergunto como é o jogo. Ele me explica que você tem que tentar tirar as bolinhas do prato do adversário jogando a sua bolinha nele. Acho aquilo bem simples e jogo a minha bolinha, fazendo diversas bolinhas caírem do prato da criança. Continuamos a jogar.

  20. Meditação e Chácara

    Estou em uma chácara. Muito verde, casa de fazenda bonita e outras casas que parecem ser de hóspedes. Vejo diversas pessoas e alguns gurus bem no estilo daqueles yoguis indianos com turbantes na cabeça. A Bel está sentada ao lado de outras pessoas meditando também. Vejo que ela está na posição de lótus e penso que não consigo fazer a posição na sua totalidade.

  21. Reunião Estratégica

    Estou em um prédio bonito, com toda a fachada em vidro escuro/azul. Estamos participando de uma reunião estratégica com J. A sala é muito bem iluminada pelo vidro inteiriço. J. está usando uma jaqueta azul com laranja e o boné também é da mesma cor/estilo. O boné tem uns três fechos na parte da frente.

  22. Entupindo o Circulador de Ar do Carro

    Estou de passageiro no carro. Coloco uma salsisha ou bolinha de cocô na entrada de ar. Ela entope o negócio. Água entra no negócio e deixa mais entupido ainda. Fico tentando esconder a besteira que fiz. Acho que é a Bel que está dirigindo o carro. No final o negócio desentope.

  23. Reunião Pessoal da Faculdade

    Estou participando de uma comemoração com o pessoal da faculdade. Me parece ser algo comemorando o final do curso. Muitos dos meus amigos estão lá. Lembro de ter visto o Benedi e outros dois que também fizeram faculdade comigo. Todos estão sentados numa mesa grande, branca, de fórmica. A sala também é bem iluminada. Fazemos diversos brindes e estamos bebendo skol.

  24. 20/02/2005 - Pára-quedismo e Surf

    Estou saltando de pára-quedas de um predinho de dois andares. Desço logo abaixo e volto a subir. Gosto da brincadeira.

    Logo em seguida estou checando as condições do surf em diversos pontos de uma praia. Parece que está tudo meio escuro. Isso lembra um outro sonho que tive estes dias, com a mesma sensação de escuro daquele. As ondas estão legais. Ando de carro por umas ruas de barro e lembro do carro praticamente dar uma cambalhota.

  25. 19/02/2005 - Barco e Floripa

    Eu estou em um barco grande, daqueles que fazem cruzeiro. Os tripulantes entram em um salão e estão vestidos de vermelho e preto. As mulheres têm saias rodadas e coisas no cabelo. Começam a dançar e lembra os números de dança espanhóis. Ocorre um assassinato no barco; saímos para ver. É um cara velho e ele tem marcas de bolo pelo corpo. Saio para ver as estrelas. Elas estão bem nítidas mas não lembro de identificar nenhuma constelação das que conheço.

    Agora estou em Florianópolis. Continuo a ver as estrelas. Converso com o Rodney e ele já morava por lá. Ainda está de noite. Eu digo para ele que estou interessado em morar por lá também. Vamos de carro mais para o sul da ilha. Agora está de dia. Andamos de carro por uma estrada de asfalto, vejo o mar ao lado. O sol bate gostoso na gente. Vejo um monte de jovens pela rua, fazendo nada. Já é meio de noite novamente. Andamos por uma avenida beira-mar e vejo ondas legais se formando. Diversos caras estão surfando. Vejo um gordo surfando de morey. Ele fica em pé como se fosse uma prancha de surf. Acho aquilo estranho.

    Dados físicos: deitado do lado direito; narina esquerda aberta; 5:23h.

  26. Ramones e livro

    Estou em um salão junto com os Ramones. Eles reclamam do livro do Dee Dee. Dizem que não é a história verdadeira, etc... Eu digo para eles que a única maneira de contar o lado deles da história é escrever um outro livro. Depois eles ficaram me contando coisas de NY.

  27. Gol GT

    Estou com o meu antigo carro, um Gol GT preto. Não está chovendo, mas as ruas de terra estão lamacentas. Estou em uma cidade pequena, do interior. Ando com o carro e paro; cortaram um dos meus pneus traseiros. O corte foi de fora a fora, tirando um pedaço do pneu. O outro pneu traseiro parece que derreteu. Embaixo dos dois pneus, grudado no eixo, estava uma esponja branca, grossa. Continuo a andar e vou até uma casa de madeira sem pintar. Ela estava somente envernizada, com a cor natural. Estavam lá o Seu Odair e outras pessoas da família da Bel.

  28. Garçom e Prato no Chão

    Estava numa escola de Yoga. Encontrei meus antigos instrutores. Era tudo meio azul. Saio de lá e vejo o Natan andando pelado pela rua. O Seu Odair sai junto para pegar ele.

    Paro num lugar que parece um posto de gasolina. Vamos comer. O prato é um penne com um molho branco, tipo Alfredo. A comida é servida do lado de fora do restaurante, perto das bombas de combustível. Eu estava comendo e conversando quando o garçom aparece do meu lado e começa a falar alguma coisa. Logo em seguida ele pega o meu prato e joga-o longe. Eu olho aquilo e fico muito puto! Começo a bater boca com o garçom e daí vem a gerente do lugar. Ela também não está muito interessada em me dar a razão.

  29. 18/02/2005 - Rolimão no São Lourenço

    Tive outros sonhos esta noite, pelo menos um a mais, mas não consegui me lembrar. Algo está influenciando a minha recordação dos sonhos. No mês passado estava muito fácil de recordar diversos sonhos por noite. Agora eles estão difícies de sair da cabeça e ir para o papel pois estou esquecendo-os rapidamente durante a noite ou não estou acordando a cada período de sonhos. Vou melhorar!

    Eu estava no parque São Lourenço e me preparava para andar de carrinho de rolimã na pista que tem por lá. Estávamos em 3 pessoas mas eu só lembro de conhecer um deles. Acho que era o Guilherme. Começamos a descida bem devagar e o desconhecido parou por alguma razão. Vi que eu poderia ganhar a bateria e me larguei com tudo. O meu amigo viu e também se largou. Começamos a descer bem rápido e ele me passou. A pista estava suja nas curvas; bem suja. Na segunda curva aconteceu algo estranho. Eu comecei a fazer a curva mas estava me vendo por trás, a uns 10 metros de distância. Daí não consegui fazer a curva direito e o sonho acabou.

  30. 16/02/2005 - Faculdade e Churrasco

    Estou na faculdade, mas ela fica em uma região mais afastada, quase que na borda da cidade. É como se fosse uma chácara quase dentro da cidade. Ruas de asfalto mas que quase não passam carros e barulho de passarinhos. Dentro do campus a construção parece ter abrigado antes um clube de campo, com diversas churrasqueiras e áreas para churrasco.

    É época de volta às aulas e está sendo feito um churrasco perto de um dos portões de entrada da faculdade. O Luciano Huck está lá tentando comandar um agito. Vejo a grelha do churrasco e além da carne, estão fazendo uma polenta. Jogo água nela e uma nuvem de vapor sobe da chapa quente. Nossa antiga doméstica está lá e pergunta quanto custa para tomar banho na piscina. Falo que é R$10 e ela acha que não é tão caro assim para poder ficar o dia inteiro por lá.

  31. Batata e Surf

    Vou na casa do Batata. Parece que eles estavam dormindo porque a cara não é muito boa nos primeiros minutos do encontro. Falo para ele da minha prancha nova. Digo que não peguei boas ondas no fds e um amigo dele que está por ali diz para vermos uns vídeos na Internet. Quando acesso o site que ele informa aparece uma imagem de alta resolução de um cara pegando uma baita onda, grande mesmo, do estilo de Jaws. A velô é tão grande que até o vento influencia na descida da prancha. Só eu que noto isso e falo para os outros. Eles realmente não haviam se tocado do negócio do vento.

    O amigo dele fala para acessar outro site, o YGBA. Acesso e parece uma associação de pessoas que usam Côcos para alguma coisa. Depois ele explica melhor e vejo que é alguma coisa relacionada com o esporte.

    Tive um sinal de sonho muito descarado. Eu estava conversando com o batata mas não conseguia ouvi-lo direito. Daí me toquei que estava usando o tampão de ouvido de silicone que comprei a algumas semanas atrás. Tirei o tampão e falei normalmente com ele. Se tivesse me tocado disso iria descobrir que estava sonhando.

  32. 15/02/2005 - Natan e Cicatrizes

    Estou com o Natan na minha cama. Ele está pelado e com cicatrizes, do tipo das de queimaduras, no ombro e outros lugares. Ele está se agitando muito porque quer sair da cama. As cicatrizes já são antigas e não doem nada.

  33. Água de Azeitona

    Acho que estou em um supermercado e minha mãe está junto. Mostro para ela que consigo ferver a água em que ficam mergulhadas as azeitonas só com a força do pensamento.

    Tem uma cena que alguém está fugindo. Vejo uma casa clara que uma mulher está alugando.

  34. Cinema e Brinquedos

    Este foi o sonho mais vívido da noite. Estava no cinema, em Canoinhas. Tudo era bonito e colorido. Dentro do cinema também tinha uma loja de brinquedos. Muitos e muitos brinquedos espalhados em prateleiras. A maioria parecia com copos de sorvete, tipo o Sundae do McDonalds. Os copos eram de diversas cores diferentes mas o que se sobressaía era o amarelo. Eu fiquei fascinado com tudo aquilo.

    Depois estou fora do cinema e tento colocar uma bota de couro, mas que é extremamente fina, parece até as tripas que são colocadas em pandeiros.

  35. 14/02/2005 - Estudando nos EUA

    Estou nos EUA para estudar. Me mudo de um alojamento para a casa de alguma família. A casa fica numa cidade pequena e o terreno é bem grande, com uma ótima vista para um campo. Vamos para os fundos e a dona da casa pergunta o que queremos para comer. O Michael Jackson está junto. Alguém sugere que se faça cural. Eu acho estranho que praticamente ninguém fala inglês, mas não me toco que aquilo é um sonho.

  36. 13/02/2005 - Prisão Americana

    Sala branca, diversos bancos nas laterais. Todo mundo sentando, também com uniforme branco da prisão. Um cachorrinho escolhe quem vai sair. Um encarrega do pega um bilhete e chama o nome de uma mulher. Ninguém atende e ele joga o bilhete no chão. Outra menina pega o papel e fala "Savannah?" Uma mulher se levanta. A guarda diz que mais dois podem ir com ela. Ela escolhe a menina que falou o seu nome e esta me escolhe.

    Descemos as escadas e vamos para um refeitório. Tem um pedaço de pizza de presunto e queijo em cada prato e outros pedaços em bandejas nas mesas. O diretor não para de falar e tod mundo fica olhando as pizzas. Eu tiro o presunto da minha.

    Fase Amazônia (Águas)

    Início da Fase Amazônia

    Fim da Fase Lala

    Fase Lala

  37. 11/02/2005 - 03:19h - Desafios de Matemática

    Fui dormir às 00:00h. Tinha ido na comemoração da promoção do Gian. Jantamos no restaurante indiano Swadish.

    Estou numa sala de aula. O professor (o mesmo que tive na faculdade, em Cálculo) dava 2 desafios parecidos e as pessoas deveriam escolher um deles. Os problemas tinha tempos diferentes para se resolver, dados e pesos diferentes. Você tinha mais de duas semanas para resolver os desafios depois de escolher qual iria fazer. O problema é que tinha que escolher qual você preferia na hora. Tinha no máximo uns 15 minutos. A pressão era grande.

    A Vó Geni estava lá também, anotando os exercícios à lápis, na letra que eu já conhecia. Pedi para copiar um exercício dela.

    A história muda um pouco para duas crianças inglesas que ajudaram uma velhinha a alguns meses atrás. A velhinha acabou morrendo tempos depois mas ninguém sabia que ela era muito rica, deixando uma fortuna de herança para as duas crianças.

  38. (Sonho Lúcido 8) - 06:21 - Natan no colo da Vó Geni!

    Fiz diversas mentalizações visualizando as iniciais "LD", de Lucid Dream. Fiquei um tempão sem conseguir dormir...

    Estou em casa, no nosso quarto. O Natan aparece e algo que ele faz me faz ficar lúcido. Fui até o banheiro, onde estava a Bel. Fiz um cheque de realidade com um shampoo vermelho. Ele mudava o texto a cada hora que eu olhava para ele. Vi o Natan tomando banho e ele tinha crescido, estava um adolescente. Disse para a Bel que estávamos em um sonho. Ela não entendeu. Saí e fui para a garagem. Tentei voar e da primeira vez bati nos fios. Na segunda vez funcionou e voei um pouco. Eu não consigo lembrar muito bem desta parte do sonho.

    Saí de casa e fui para a casa da S. Quem atendeu a porta foi a C. Estava gorda, bem gorda, como também a sua irmã. As duas vestiam uma camisola branca de bolinhas vermelhas. A casa tinha muito vidro e madeira. Vi um furão um um tom de pêlo verde metálico.

    Conversei com S. Ela pediu para entrar na casa. Passamos pela cozinha. Comprimento e converso com o P. Muitos vidros, grandes ambientes. Chegamos a um lugar que deveria ser um quarto mas no lugar vejo uma espécie de terreno baldio com muito mato baixo e heras pelas paredes. Conversamos um pouco. Vi uma janela entreaberta no terreno do lado. Como estava lúcido, resolvi testar os meus poderes de telecinésia. Desejei que a janela fechasse. Passou alguns segundos e ela começou a se mover, até fechar. Bingo! Natan chegou chorando e fui embora.

    Caminhei com ele por um gramado grande, um campo. Tinha diversos pinheiros na cercania. Cumprimentei um negro, que estava sentado com seu filho, perto de uma cerca. Chegamos em uma igreja de madeira, azul e pequena, no meio do campo. Vi a Vó Geni sair de um fusca. Fiquei super feliz, pois nunca tinha encontrado ela em um sonho lúcido. Disse para o Natan "Olhe a Vovó, daí corrigi para "Bisa". Perguntei como ela estava. Ela me falou que estava tudo bem. Coloquei o Natan no colo dela. Eu queria tirar uma foto daquele momento. Tentei achar uma máquina fotográfica no bolso mas não achei nada. A tia Bernadete estava ali do lado e tinha uma máquina bem pequena. Ela me deu a máquina e fui tirar a foto. Olhei pelo visor e tirei uma. Quando ia tirar outra a imagem não ficava mais fixa. Parecia que ficava mexendo. Cada vez que tentava bater outra foto saíam pessoas andando na frente. Agora a igreja tinha virado uma loja de música. Saíram uns negros bem grandões, típicos jogadores de Basquete da NBA. Pareciam os Globetrotters. Fade out e acordei!

    Na hora levantei e fui pegar o caderno para anotar. Deveria ter ficado parado na cama, pois acabei perdendo detalhes do sonho por ter me mexido. Mas foi muito legal!!

  39. 10/02/2005 - Pára-quedismo na Mega Torre

    Subi em um elevador e cheguei em cima de uma mega torre. Ela era inteiramente feita de tijolos à vista e tinha uns 20 metros de diâmetro. Era bem alta. Pelo menos em torno de uns 500 metros. Era um lugar para se fazer pára-quedismo. Encontrei o meu antigo instrutor, o Giba. Ele estava com um macacão amarelo. Vi algumas pessoas saltarem e um ficou numa árvore.

    Pego uma revista de esportes radicais e vejo fotos lindas de competições de bike. Todas têm um azul incrível do céu contrastando com as bikes e macacões do s pilotos. Em uma foto identifico o antigo macacão verde do T2.

    Outro instrutor me recebeu e pediu para ver a habilitação do Giba. Ele agora tinha uma carteira bem nova, que era um pouco acima da de aluno. O instrutor começou a fazer diversas perguntas para o Giba e ele acabou indo embora. Acabei não saltando, uma pena.

    Na base da torre tinha um quadro de avisos com promoções de diversas alimentos. O slogan era algo que dizia que você economizava calorias e açucares se comesse aqueles produtos.

  40. Comemoração Aniversário Kiss

    A banda Kiss estava tirando fotos para a uma comemoração especial do aniversário deles. Algumas fotos estavam sendo tiradas deles ainda bem jovens, com menos de 20 anos. E eles estavam lá com aquela idade mesmo. Eles mais velhos estavam vendo os mais novos tirando as fotos!

    A mulher de um deles me dá uma câmera minúscula e escreve na minha mão as instruções para se tirar fotos com ela; parece que a mulher é cega.

  41. Grupo de Segurança do BB

    Ambiente grande, escuro. Muito metal e água. Encontro mais dois caras que estão sendo armados até os dentes, com fuzis, metralhadoras e balas; eu não ganho arma nenhuma. Chega uma turma e começa o tiroteio. Sobra só uma mulher que briga muito. Vamos os três brigando com ela. Eu mordo ela na bunda. No final ela é capturada.

    Pego um elevador e chego em um lugar aberto. Está chovendo de leve. Vejo diversas construções baixas, pintadas de um amarelo queimado. Jardins dividem, junto com calçadas, os prédios. Encontro um cara. Vamos juntos atpara a portaria. Lá vou pegar um crachá numa caixa. Vejo muitas fotos de diversas pessoas. O complexo é do BB. Estou ali para uma reunião/grupo de segurança. Falo para ele o que já fiz, integração micro/mainframe, etc.

    Chegamos na reunião. Tem umas doze pessoas. O coordenador fala de se fazer grupos de duas pessoas e me coloca com um gringo chamado Paul. Ele fala muito bem dele.

  42. Pózinho e Parque

    Estou mexendo no computador e pergunto para o Aurélio sobre um programa. Ele faz uma demonstração da coisa rodando o programa e pegando um pozinho que sai do programa e enterra na areia. Vejo um telão com uma fraude de um site do governo do Brasil.

    Estou em um parque. Muita grama, caminhos de asfalto e alguns lagos. Encontro alguns jovens que estão passando por ali. Testamos uma passagem por uma árvore que cruza um pedaço do laguinho. Na parte de cima da árvore tem uma prateleira cheia de pó e de objetos. Vejo alguns livros. Um deles conta a história de Hitler. A lombada é preta com letras em branco/vermelho.

    Um cara me fala que o Getúlio era nazista e diz toda a tramóia que ele fez para ajudar Hitler.

  43. Lucid Institute

    Este sonho foi hilário porque eu tive todas as dicas para saber que ele era um sonho lúcido mas não descobri. Vi alguns banners na parede de uma casa de campo com uns dizeres em inglês falando que o Lucid Institute ajudava num estudo sobre sexo de um instituto qualquer. Os banners estavam escritos de diversas formas; alguns eram fotos com o texto e outros eram o texto recortado em letras diferentes. Os textos diziam algo parecido com Lucid Dream Still Contribute to text-I-dont-remember Experience.

  44. 09/02/2005 - Bequinha Grávida

    Minha prima Isabel estava grávida mas a parte interessante da história era que ele iria testar uma nova máquina de ecografia, tudo de graça. Tinha muito mais coisas neste sonho mas acabei só anotando isso :-( Acho que tenho que colocar mais detalhes nas minhas anotações noturnas.

  45. Litoral e Câmera Xico

    Estou em uma cidade do litoral, diversos prédios e uma baía pequena e bem agradável. É uma cidade boa para se morar. Vou conhecer um colega da comunidade de Software Livre e fico na casa dele. Sua mulher me recebe muito bem e a casa fica em um lugar alto. Lembro de ver um piso de concreto aparente, meio rústico e tudo muito iluminado pelo sol. Muitos tons de rosa, tanto pela casa quanto na cidade.

    Vejo uma foto minha com o cabelo estilo moicano. Acho aquilo estranho e desconfio. As pessoas disseram que o meu cabelo tinha ficado muito legal daquele jeito, bonito, etc. Eu acabo engolindo a história e perco a chance de ficar lúcido.

    Da casa deles vou visitar o Xico, antigo colega de andanças de bike. Ele está em outra casa legal no litoral e tem uma modelo, com a esposa dele, que vai fazer diversas fotos de moda. O Xico pega uma câmera digital e mostra toda a parafernália que tem de acessórios. São umas lentes finas e compridas que vão se encaixando na máquina e deixam ela com mais de um metro de comprimento. A baioneta das lentes é branca e fica meio quebrada de tão grande que é. Tem lente e corretor/filtro para tudo quanto é coisa. A máquina fica uma traquitana quando ele encaixa tudo. Tira algumas fotos e mostra para a modelo. Ela gosta do tom das cores que a máquina tira.

  46. Prancha Nova

    Neste fds fui consertar a quilha da minha prancha na oficina do Max, em Guaratuba. Vi uma evolution branca 6.4" muito bonita e me apaixonei. Este sonho foi sobre ela.

    Eu tinha comprado a prancha mas o preço era de R$500. Fiquei não entendendo porque na vida real eu estava a fim de comprar a prancha, mas não por este preço. Queria negociar um valor mais em conta. Daí, no sonho, fiquei puto porque tinha feito o negócio sem ter conseguido um preço melhor.

  47. 08/02/2005 - Carrão Azul

    Hora de dormir: 11:00h PM.

    Programa de TV denunciando um órgão do governo junto com diversos famosos. O programa foi muito bem feito, pois parecia uma reportagem do Jornal da Noite. Do jeito que foi feito era para acreditar mesmo, com o repórter falando o que havia acontecido e mostrando os artistas que estavam envolvidos na trama; era tudo muito real. A Globo fez o programa com seus artistas e o SBT com outros.

    Saímos dali e estávamos andando em um carrão azul, tipo mercedes. Era o namorado da Xuxa e ela estava no banco do passageiro, apesar de que a pessoa não parecia com ela; até era morena. Eu estava no banco de trás e ouvi o cara falar com ela, perguntando do outro namorado. O cara começou a acelerar e estava indo rápido demais. Eu via o velocímetro e estava perto dos 200Km/h. Falei que estava muito rápido, apesar de saber que o carro era bem seguro. Ele diminuiu um pouco e me mostrou que ele conseguia ter uma visão bem mais de cima do carro, porque tinha uma câmera de TV instalada no capô que era elevada através de uma antena telescópica. A câmera conseguia ficar bem alta (mais de 5 metros). A visão que ele conseguia ter, e me mostrou numa tela era muito alta, como se alguém estivesse filmando o carro de um helicóptero. Mesmo assim o cara corria cada vez mais.

    Paramos em um lugar e tirei os sapatos. Minhas meias estava encharcadas. Eu comecei a espreme-las e não parava de sair água. Acho que daria para encher um balde.

  48. (Sonho Lúcido 7) - 07:30 - Persianas Erradas

    Acho que tive este sonho porque ainda estamos fazendo algumas reformas lá em casa. Nos últimos dois sonhos lúcidos fiquei muito agitado, tentando fazer tudo o mais rápido possível para aproveitar o sonho ao máximo. Tenho que ficar mais calmo e aproveitar mais os detalhes, sem ter pressa. Se o sonho acabar, tudo bem, afinal era tudo um sonho! :-)

    Estava em casa, entre a sala e a cozinha. Olhei para a janela da cozinha e vi uns remendos feitos com algo que parecia ser fitas isolantes amarelas e vermelhas. Nem dava para dizer que era mal feito, por aquilo estava um serviço de porco! Olhei para as persianas e estavam a mesma coisa. Comecei a pensar que os caras que instalaram as coisas tinham feito aquele serviço e nem me avisaram. Olhei para a sala e nossa empregada estava lá. Perguntei se os caras tinham vindo arrumar as coisas e ela confirmou. Fiquei puto da vida.

    Vi uma caneta bem à mostra, robolando de um lado para outro. Pensei em escrever. Achei aquilo muito estranho, porque uma caneta, ainda mais aquela, nunca iria ficar dançando na minha frente! Resolvi fazer um teste de sonho. Peguei um papel e tentei ler. Consegui ler a primeira vez. Quando fui ler de novo ele mudou o que estava escrito. Li de novo e ele mudou outra vez. Para me certificar tentei fazer um vôo curto do corredor e fui parar no escritório. Daí me convenci, estava lúcido! Peguei a caneta na hora e levei-a para o quarto para escrever. Ela tirou uma outra canetinha da bolsa e me deu. Eu comecei a escrever e a canetinha dela vazou. O cheiro da caneta e todas as sensações eram realmente muito reais e vívidas. Para não ficar com aquela tinta vazada em mim, resolvi limpar as coisas, antes de voltar a escrever. Fui ao banheiro de casa e peguei um papel higiênico. Na hora vazou mais ainda tinta marrom na minha mão. Enquanto eu estava tentando limpar aquilo tudo a caneta estava lá no quarto e eu poderia ter escrito mais coisas. Fiquei tentando limpar e o sonho foi esvanescendo e me vi sendo projetado para meu corpo real, na cama. Acordei.

  49. 07/02/2005 - Zé Ganen Vivo!

    Hora de dormir: 01:00h.

    Estava em casa, dormindo com a Bel em um quarto onde hoje é o canil. Sinto a presença de alguém mas estou tão sonzo no sono que não consigo me levantar direito. Em seguida sinto medo/apreensão sabendo que alguém está ali. Me levanto e vejo uma pessoa. É um grande amigo de minha mão (já falecido), o Zezé Ganen.

    O Zé era um cara muito especial, um artista. Eu só convivi com ele quando era criança. Neste sonho ele estava na minha casa. Perguntei para ele o que tinha acontecido e ele me disse que não tinha morrido realmente. Eu falei para ele que ele tinha que se esconder porque eles (não sei quem eram) poderiam pegá-lo. Ele falou que não tinha problema, que agora ele estava vivendo com outro nome: Paulo Coelho. E mais de 50 pessoas no Brasil tinham o mesmo nome, então era muito difícil de encontrarem ele. Fiquei bem feliz de ver ele vivo e conversando com a gente.

  50. Dissecando Sapo

    Só tenho fragmentos deste sonho.

    Um sapo estava sendo dissecado em um laboratório parecido com o que eu estudei no segundo grau, no CEFET-PR. A experiência era diferente. Estávamos comprando coisas e dividindo as despesas. Tinha algo a ver com um banheiro em Canoinhas.

  51. 06/02/2005 - Estudando em NYC

    Estou estudando em New York. Num carro que estou andando está rolando o DVD do programa Cosmos, do Carl Sagan. Procuro um elevador. A ascensorista fala de um professor de Geografia/Literatura Fantástica que está aceitando alunos. Ela me informa onde é que ele está e vou atrás. Entro no local mas é um hospital, em vez de uma universidade. É de noite e está tudo em uma penumbra. Toda a decoração é de madeira. Grandes tapetes estão espalhados para que o chão não seja riscado. Vejo muita gente enferma, espalhados em camas de hospital ou no próprio chão.

    Encontro os alunos do tal professor; é uma turma enorme. Parece que estão terminando o curso porque resolvem fazer uma homenagem para ele. Só que o negócio é de mau gosto; eles deixam as pessoas sem graça, criticando o cara. Encontro o Kike. Ele está estudando lá e pegou uma bolsa da Holanda para cobrir os custos. Todos saem do local para ver uma performance no lado de fora do prédio. Descemos.

    O local fora é bem escuro, só iluminado por um poste. As paredes dos prédios em volta são de concreto aparente, velhas e encardidas. Os caras que estão fazendo a apresentação estão de roupas e cabelos bem coloridos; amarelo, vermelho, tudo muito berrante. Uns se jogam de cabeça mas acho estranho que o cara cai em câmera lenta sem se machucar. É uma mistura de malabaris, apresentação com fogo e também trapézio.

  52. (Sonho Lúcido 6) - Adam Curry Candidato

    Estava em um salão e parecia que era o lançamento da candidatura do Adam Curry para algum cargo; era uma espécie de show/comíssio. Dois caras estavam apresentando o evento e começaram com uma introdução no estilo hollywood; sons, efeitos especiais e música. Um deles pergunta se o público está gostando. Alguém, na brincadeira diz que não e daí o apresentador aproveita a deixa e muda tudo. Começa com a luz, a música muda e daí ele troca o chapéu e os óculos. Ficou tudo um pouco mais rock, mas o efeito da mudança ganhou o público.

    Começo a ver uma câmera que está filmando as pessoas. Vejo que tem muita gente transando, mas a câmera não filma tudo, só de relance.

    Noto que parece que os responsáveis pela candidatura querem investidores. Parece que tem uma tramóia nesta história pois os caras dizem entre si que querem investidores, mas sinto que isso é só para atiçar as pessoas.

    Acordo e volto a dormir em seguida caindo no mesmo sonho.

    Estamos agora embaixo do salão onde estava acontecendo o evento. Encontrei o Secco e saímos para o salão ao lado. Nesta hora fiquei lúcido! Falei com ele e disse que estava lúcido; o Secco achou legal e viu a minha alegria. Eu queria logo fazer algo pois estava meio eufórico e não queria perder a oportunidade de explorar o sonho. Peguei uma caneta e resolvi ir a um lugar para escrever. Todas as salas do local estavam com pessoas. A cada porta que eu abria encontrava diversas pessoas. Subi as escadas e achei um cubículo meio lavanderia, meio banheiro. Destampei a caneta e comecei a escrever. Ela deslizava bem e era um pouco gordinha na minha mão; gostei bastante. A caneta era branca mas a escrita preta. Acordei. Eram 09:00h

  53. 05/02/2005 - Pára-quedismo no Autódromo

    Dormi à 01:00h, acordei às 09:00h. É carnaval, estamos em Guaratuba.

    Estou em um evento de artistas; tem duas pessoas babacas e um legal. Parece que eles estão em algum programa de auditório onde respondem a algumas coisas. Esta parte não dura muito tempo e estava confusa na minha mente.

    Corte para um galpão com barras no teto, espalhadas por todo o lugar. Um cara parecido com o Ronaldinho começa a se balançar e daí vai passando de uma barra para outra; eu vou atrás fazendo a mesma coisa. Parece uma cópia do Tarzan, andando de cipós na floresta. Saio dali e vou para o Shopping.

    Estou saindo do Shopping Curitiba, na rua Sete de Setembro. Vejo uns caras voando, 7 ou 8, acima da minha cabeça, bem na canaleta do expresso. Eles estão de capacete e algum tipo de uniforme. Resolvo ver o que é e saio voando para o céu. Subo muito, vejo as linhas de alta tensão e resolvo ignorá-las, passando sem problemas. Isso foi legal pois, apesar de não estar lúcido, consegui voar e não tive problemas com as linhas. Depois de uma determinada altura acho que resolvo saltar de pára-quedas. Me jogo lá de cima e vou pousar no autódromo.

    Vejo um cara, também de uniforme, que quer matar os pilotos de Fórmula 1. Primeiro acho que ele estava tentando dar tiro nos caras no chão mesmo. Depois ele apareceu com um helicóptero individual, com metraladoras nas pontas. Ele sai atirando para tudo quanto é lado e aparecem diversas explosões no autódromo.

  54. 04/02/2005 - Acidente Amigo Vôo

    Estava em Valadares e não lembro o que aconteceu antes. Parece que eu estava em um apartamento com mais pessoas e estava indo embora. A parte clara do sonho é da rampa de decolagem. A rampa parecia a de Jaraguá do Sul. O Samy e uma menina estavam lá e ele quis decolar, apesar de não estar legal ele resolveu voar. Fiquei sentado olhando. Ele colocou a menina na frente e correu, decolando. A vela parecia ter sido sugada para cima. Ele foi puxado com tudo e eu o via tentando controlar o parapente levantando e abaixando as mãos nos batoques.

    Depois de alguns minutos ele passou raspando pela rampa, foi para baixo, a vela fechou e ele foi estilingado para uma árvore grande. A árvore deve ter feito uma alavanca e ele e a passageira voltaram com tudo para a rampa batendo forte. Os dois ficaram inconscientes e não gostei do que vi. O pessoal já estava fazendo massagem cardíaca e achei horrível aquela visão. Os rostos deles estavam bem feios, pareciam mortos.

    Saí dali para não continuar vendo aquele negócio. Depois de alguns minutos eles já estavam bem e de pé. Ufa!

  55. Submarino

    Só fragmentos deste sonho. Eu estava em uma espécie de submarino bem tecnológico, enorme por dentro. O meu colega Penna estava lá e queria me pegar por alguma razão. O Natan também estava lá. Vi uma representação do submarino ou de algum lugar. Esta representação era em um computador no chão e dava para tomar diversas decisões baseadas no que eu via. Putz, meio confuso, mas foi legal.

  56. Balas Mil

    Milhares de balas verdes, cor de menta, em forma de cheetos. Era isso que estava em um saco que o Seu Odair havia trazido para o Natan. Era tanta bala que juntei um monte para jogar fora. Depois passei em frente a uma casa que era do Seu Odair. A casa ficava em uma rua atrás da minha casa em Canoinhas. Ele estava cortando algumas plantas para deixar em exposição para os amigos da maçonaria que estariam chegando para jantar.

    Corte para a praia. Acho que minha mãe estava junto. Tínhamos acabado de fazer algum trabalho. Eu estava cansado e resolvi ir surfar. Tinham alguns caras pegando ondas pequenas na beira da praia mas estava legal. Resolvi entrar também na água.

  57. 02/02/2005 - Escrevendo um Livro na Praia

    Estou em uma praia do interior de Santa Catarina no início da década de 80. As casas são de madeira e as ruas de chão batido. O local é agradável e a recordação é de infância. Estão escrevendo um livro e meu Tio Rubens (falecido) é uma das pessoas que verifica as coisas que estão escritas. O VFarias escreveu um capítulo falando do envenenamento que teve com uma planta.

    Vou olhar o mar e está bom para o surf.

  58. 01/02/2005 - Homens Arbustos

    Eu estava em Moscou participando de uma festividade. Era o dia da mudança dos Homens Arbusto de lugar. Centenas de pessoas estavam acompanhando a mudança e no começo da passeata dava para ver os enormes homens arbustos sendo levados, com botas de borracha nos pés verdes, para o outro local da cidade.

    Os Homens Arbusto eram enormes peças de topiaria (escultura em arbustos). Lembravam um pouco os Ents do filme d' O Senhor dos Anéis. No ponto onde eu estava dava para ver somente os pés verdes, as botas, e as pessoas levando-os. Parecia que eles estavam fazendo como os pássaros e migrando para o sul. Neste caso eles estavam sendo levados para um outro local da cidade que deveria ser mais quente.

    Neste passeio estava a minha mãe, a Mirian e a mãe dela, a Dona Herta (já falecida). Encontrei outras pessoas conhecidas e fiquei curioso com aquilo pois não era para encontrar ninguém do Brasil em um lugar tão longe como Moscou.

  59. Suco de Sagu

    Estou numa república de estudantes. O local parece o segundo andar do Colégio Santa Cruz em Canoinhas. Estavam fazendo uma festa. Alguns dançavam, estudavam e outros tomavam um suco feito de sagu. Antes disso eu estava em uma sala onde estava saindo fumaça de alguns computadores. O Secco estava junto.

  60. Lagartos Gigantes no Hotel

    Estou em um Hotel e lagartos gigantes estão espalhados por todo o lugar. E quando digo gigantes é porque eles são grandes mesmo, com mais de 10 metros de comprimento por 3 de altura! Um garçon começa a contar piadas e finaliza dizendo "No meu ramo não deixamos notas".

    Passo para um aniversário/crisma do Ac. Logo depois vejo uma casa, estilo suburbio americano. Lá era o local onde vivam o pessoal do Sepultura. O quintal estava cheio de quinquilharias. Na garagem estava uma imitação da frente de um caminhão, feito de papelão. Eles diziam que era para enganar os ladrões.

31/01/2005 - Estrada Cerne

Estava andando de carro na estrada do cerne. O Minduim estava junto. As subidas eram feitas de asfalto ruim, todo remendado. Passamos por uma vila bem ajeitada, com asfalto lisinho e estrada limpa. Paramos para comer alguma coisa.

30/01/2005 - Diversos

Natação e Santa Felicidade

Estava na piscina, numa competição de natação. Eu não conseguia fazer as viradas direito e girava de um lado para o outro.

Depois estava indo procurar meu amigo Secco em Santa Felicidade. O bairro era diferente, muito mais cidade-do-interior do que é realmente. Passei por pequenas ruas de paralelepípidos que tinham botecos de cada lado. Lá ficavam os senhores sentados e olhando para a vida, tocando alguma bebida. Acho que encontrei o meu amigo logo depois.

Quake e balinhas

Estava em um cenário do jogo Quake. O engraçado é que o monstro queria nos pegar dando balinhas de goma (que deveriam estar envenenadas). Tinha balinhas verdes e vermelhas.

Depois eu estava fazendo uma viagem para Brasília. O cara do jornal nacional anunciou que agora as notícias poderiam ser capturadas via RSS.

29/01/2005 - Diversos

09:00h - Surf de Asfalto

Estava andando no asfalto, com a prancha debaixo do braço. Junto comigo se encontravam dois amigos da faculdade: Cesar e Carlos. Queríamos surfar juntos. Ficamos andando, conversando e olhando o mar, que estava a algumas dezenas de metros do asfalto, depois de uma mata pouco densa.

(Sonho Lúcido 5) - 10:10h - Boca Modificada

Nota:Sonho Lúcido extremamente real. Podia tocar e sentir tudo. Essa brincadeira é realmente muito legal! :-)

Estava andando de carro e cheguei numa vista incrível; estava em um imenso gramado em Curitiba e conseguia ver na minha frente, a dezenas de quilômetros, o mar. A visão era incrivelmente bela. O mar pegava quase todo o campo de visão, o dia estava claro, com céu azul e o sol radiante. A visão era parecida com a que se tem da rampa de vôo livre da Lagoa, em Florianópolis. Agora imagine ter esta visão de quase 1000 metros de altitude, que é a localização de Curitiba.

Do local onde eu estava dava para ver a Ilha do Mel e outras ilhas também. Uma ilha, que era uma imensa pedra, tinha uma propaganda enorme do Skype, incrustada na pedra; era realmente grande! No sonho eu achava que Guaratuba estava logo embaixo do lugar que eu estava, pois olhando para baixo conseguia reconhecer um pedaço de uma rua da cidade. Este lugar que eu estava era a escolinha do meu filho, mas não tinha nada a ver com o lugar. De uma hora para outra o lugar que eu estava ficou escuro e achei que o lugar que estava anteriormente era o andar de cima. Subi novamente.

Encontrei o Natan e um amiguinho da escola dele (Luis Gabriel) e o seu pai. Andamos juntos e entramos em uma sala à esquerda do lugar em que estávamos. Era uma sala grande, com piso avermelhado e amplas janelas do lado direito. A sala estava quase vazia. Tinham duas mesas e em cada uma estava uma máquina de vídeo dos fliperamas dos anos 80. Em uma delas estava sentada uma tia da escola, jogando algo que parecia ser o pacman. Andamos até o final da sala, no lado direito, e começamos a subir uma escada de madeira. A escada era estanha pois tínhamos que subi-la quase que escalando. Eu ajudava o Natan nos pontos críticos e achei estranho que o Pai do outro menino não fazia nada para cuidar dele. Chegando no final da escada entramos em outra sala.

A sala era um pequeno anfiteatro, de uns 10 por 20 metros, toda de madeira. Do ponto onde estávamos existiam arquibancadas, que desciam até a parte mais baixa da sala. Do outro lado tinham alguns objetos como quadro negro e uma TV ou tela de projeção bem grande. Vi uma moça perto da gente fazendo a limpeza do local. Ela estava mexendo em umas prateleiras de livros. Vi uns posters de cantores e bandas de rock jogados no chão. Acho que isso começou a despertar o processo de lucidez, porque achei aquilo muito estranho.

Não sei se algo mais aconteceu, mas nesta hora eu já estava na parte de baixo da sala. Achei que estava sonhando e comecei a procurar alguma coisa para ler para fazer um cheque de realidade. Não encontrei nada e daí tentei achar algum relógio. Nesta hora olhei para a parede oposta da sala e um enorme relógio digital estava lá, com o mostrador todo maluco, sem coerência nenhuma. Nesta hora me dei conta que estava sonhando e fiquei lúcido. Dei um pulo de alegria para cima e quase bati a cabeça no teto (que deveria estar a pelo menos uns 6 metros de altura). Desci lentamente de volta ao chão, gritando de felicidade. Os dois meninos e o pai me olharam meio surpresos.

Nesta hora eu queria experimentar muitas coisas diferentes, e tentei achar uma bebida numa mesa que estava ali do lado. Não encontrei nada além de um bebida que parecia ser de uva; não lembro se tomei-a. Lembrei da técnica do spinning e girei, ficando realmente tonto. O cenário não mudou e não senti diferenças de realidade já que o ambiente estava extremamente vívido.

Pedi para a mulher que estava limpando as coisas descer. Ela era feia, então tentei fazer uma experiência de mudar alguma coisa no mundo dos sonhos. Fechei os olhos e imaginei que eu iria olhar para uma mulher bonita. Abri os olhos novamente e ela continuava como antes. Daí coloquei minhas mãos no seu rosto e fiz uma espécie de massagem. Quando tirei a mão a mulher estava mais feia ainda. Agora a sua boca havia desaparecido e o queixo havia se projetado para o pescoço. Olhei aquilo e tentei colocar meus dedos onde era sua boca para abri-la. Consegui fazer um pedaço da boca voltar ao normal mas daí ela não deixou mais porque estava doendo. Acordei.

28/01/2005 - Diversos

07:30h - Portas e corrida Juba

Estava em um hotel grande com diversas pessoas conhecidas juntas. Lembro de passar por portas e mais portas. O chão era escuro, marrom. O material hora era azuleijo, hora carpete, hora piso de madeira (tacos). As portas eram cor de madeira e tudo era um pouco mais escuro que o normal. Lembro de encontrar as pessoas em alguns ambientes do hotel para ir a alguma festa. Procuro o Natan. Entro mais que uma vez em uma loja. Vejo uma máquina de fazer macarrão. Tem dois modelos, um para fazer a massa mais fina e outro modelo que faz a massa mais grossa. Ambos são peças de metal negro, baixas, com alguns detalhes em plástico azul. Tem peças parecidas com os ajustes de papel das máquinas de escrever. Eu já havia visto as moças que atendem, fazendo propaganda/showzinhos no meio do hotel. São duas mulheres e uma criança juntas.

Agora estou na rua. Está havendo uma corrida e tem muita gente andando para lá e para cá. O Juba está na corrida mas não agüenta os últimos metros. Está sem camisa e continua vermelho e branco como sempre. Vou até ele e ajudo-o a andar, segurando-o pelo ombro. Tento também endireitar a sua coluna, porque ele está um pouco arqueado para a frente.

(Sonho Lúcido 4) - 08:30h - Barco e Vôo

Vejo um barco grande, quase um navio, branco e bonito por fora. Logo em seguida pulo dentro dele. O céu está azul e o Sol brilha. Um desafeto fala no telefone e diz que pode prover serviços de instalação de rede. Agora vejo o chão do barco e ele é de madeira e está um pouco sujo. Vou andando pelo barco e por alguma razão que não sei (pré-lucidez?) resolvo pegar o capitão que está pilotando. Quando dou uma chave de braço nele fico lúcido. Daí começo a rir e falar alto. Resolvo fazer um teste de leitura e pego um chaveiro retangular que tem alguma propaganda escrita. É difícil ler, tenho que tentar adivinhar o que está escrito, pois não consigo colocar focar direito ele e as letras parecem meio vivas. A cada vez que olho para o chaveiro a frase muda. Fico olhando aquilo e rio da prova de lucidez no sonho. Nisto o barco está indo para a margem e mudo a sua direção. Me lembro de manter a lucidez e me concentro na respiração.

Agora estou em um caminhão, numa estrada e resolvo sair voando. Descubro que tenho o mesmo problema de outros sonhos não lúcidos com o vôo. Não consigo voar direito. Me lanço no ar e ao invés de sair voando, estilo superman, vou descendo lentamente até chegar no chão. É como se eu estivesse nadando no ar. Tento novamente e subo até linhas de alta tensão e elas não me deixam subir mais. Já tinha visto estes problemas no livro do LaBerge. Saio do sonho e acordo.

26/01/2005 - Tsunami

Estava na praia e comecei a ver o mar recuar. Olhei para o fundo e uma onda bem grande estava se formando lá atrás. Fiquei quase desesperado e saí correndo puxando a Bel junto. Fui passando pela praia e gritando para as pessoas correrem. Um cara num bar ficou me questionando. Eu fiquei meio puto com ele e falei que se ele queria ficar esperando para ver o negócio cair em cima dele, que ficasse. Continuei a correr, puxando a Bel.

Passei por uma casa e tentei subir no telhado porque queria ver melhor a onda. Ela não parecia ser tão grande assim, mas iria causar alguns estragos. A ponta do telhado começou a ranger e a se soltar e tive que desistir. Continuamos a correr e subimos em uma ladeira.

25/01/2005 - Diversos

06:18h - Protestos, Show e Viagem aos EUA

Estou no centro de Curitiba, meu sogro está junto e o Natan parece estar no colo. Estamos andando por lá e numa esquina o Seu Odair começa a atravessar e um carro quase o pega. Tem protestos na rua.

Agora estou dentro de um lugar, parece uma casa antiga e estamos escutando um cara discursar. Acaba o discurso e uma intérprete famosa começa a cantar para todo mundo. Ela está com um vestido longo, branco, de algodão, do tipo que os hippies usavam. Ela tem cabelo inteiro, comprido e ondulado. Enquanto ela está cantando um cara começa a fazer uma dança que é parecida com as que vemos nos rituais indígenas. Ele está com uma roupa que lembra as vestimentas/adereços dos índios. Logo em seguida a Sandra de Sá entra e começa a acompanhar a música, batendo com colheres em algumas máquinas de escrever (3) que estão em cima de uma bancada. O som que sai é muito legal.

Agora estou em uma viagem de barco para os EUA, junto com o Rodney, Com um amigo de vôo e sua namorada, do Rio de Janeiro e com mais um casal. Estamos indo para NY e o pessoal começa a falar de comida e também de caipirinha. Estamos parados no meio de um lago e é hora de dormir. Vou para fora do veleiro e vejo se ele está fundeado corretamente e se as velas estão legais.

08:15h - Balança, Paralamas e Supermercado

Estou em um supermercado, junto com minha mãe e mais algumas pessoas. Tem um aviso que é possível devolver as mercadorias, mas é necessário conversar com um dos atendentes. Alguém devolve uma lâmina de barbear e daí chamam um gordo, que está de calção e camisa regata. O gordo pega a lâmina, uma espuma de barba e daí levanta a camisa; todo mundo no mercado para para olhar. Ele espalha a espuma na barriga toda peluda e começa a passar a lâmina. As pessoas fazem cara de nojo mas não param de olhar. Depois de depilar a barriga ele testa a consistência da espuma de barbear e faz sinal que está aprovada. Um atendente dá o OK para ele e o gordo se retira. Todo mundo ri da situação e começa a bater palmas.

Encontro um cara que fazia Yoga comigo. Ele falou de um vírus que computador que alguém mandou para toda a turma do Yoga. Ele diz que as pessoas não conhecem o poder do Yoga e o seu potencial. Eu devolvo as minhas compras e saímos do supermercado.

Estou agoro no fundo do quintal de uma casa. tem um suporte alto e enorme de balança e estou com uns amigos. Jogamos algumas cordas no suporte de balança e começamos a nos jogar de um lado para o outro. Eu vou muito alto, e quando estou subindo solto mais corda. Na descida, para não bater no chão, recolho a corda. Todos nos divertimos. Paramos para ver um especial que está passando do Paralamas do Sucesso. Eles estão saltando de pára-quedas.

Saio da casa e pego o carro. Agora vejo que estamos em Florianópolis, mas onde estamos as ruas são de terra, brita ou paralelepípidos. Estamos voltando para Curitiba. Eu estou dirigindo e lendo um livro. Resolvo parar pois está ficando perigoso. O Paulinho está junto e diz para passarmos antes de sair na casa do pai dele para ver o carro novo incrementado e cheio de isofilme bem escuro.

24/01/2005 - Diversos

Nota:

Manaus e ônibus

Eu estava embarcando em um ônibus para ir até Manaus. O ônibus iria até um aeroporto e de lá iria até Manaus de avião. O cobrador do avião viu que iria para Manaus e me perguntou se eu não queria pegar outro ônibus que acabaria chegando mais cedo. Respondi que sim e fizemos a mudança.

Pesquisa com Clínicas

Uma colega de trabalho estava fazendo uma pesquisa sobre tempo de trabalho em clínicas veterinárias. Ela veio falar comigo porque o resultado de uma pesquisa estava errado. Parece que o cara que respondeu tinha se confundido e colocado dados de sábado quando a pesquisa estava sendo feita tendo por base somente dados de segunda à sexta-feira.

Carve Hovercraft

Estava em uma escola e um cara quis mostrar o seu modelo de Carve. Ele estava preocupado que alguém tinha tentado furar os pneus dele. Fui olhar e o carve era bem diferente. Ele tinha um controle manual, parecia elétrico ou que tinha um motor atrás. Quando levantamos o carve descobri que ele era um carve hovercraft, daqueles que tem um colchão de ar embaixo.

Medianeira e Star Wars

Estava na casa da minha avó em Canoinhas cozinhando alguma coisa. Na primeira vez pareciam uns grampos de grampeador bem pequenos, todos juntinhos. Depois parecia macarrão.

Agora estou andando de carro por Medianeira, minha cidade Natal. Ando por algumas ruas e desço a principal. Lá tem um movimento grande de carros. Passo na frente do cinema e vejo um cartaz de um um filme: 2013, escrito com letras brancas estilizadas em um fundo preto com estrelas. O filme é na verdade da série de Star Wars e tem algumas pessoas fazendo propaganda dele na rua. Pergunto em inglês para o cara que vem me abordar quando é que estréia. Ele me responde algo que não consigo entender e pergunto novamente. Ele me diz o preço (algo como R$40) mas a estréia vai ser só seis meses depois. Penso que estes produtores sabem fazer propaganda, ainda mais com tanto tempo de antecedência.

Saio dali e tenho vontade de chorar; não sei o que aconteceu. Páro num lugar e encontro a minha mãe e a Aninha, com sua nova filhinha. Ela tem somente alguns meses de idade, mas tem cara de uma menina de uns 2 ou três anos. Ela já fala algumas coisas e fico espantado com tamanha precocidade. Vamos para um outro ambiente e encontro mais pessoas de Medianeira.

Levamos uma das senhoras, que está doente, para a sua casa. Acho estranho que o carro entra direto no quarto da senhora. Deve ser o meu inconsciente descobrindo as incongruências do sonho para me tornar lúcido.

Vamos para a sala. Está cheia de coisas, adereços e enfeites. Minha mãe vê coisas que fez a mais de 30 anos atrás e se emociona.

21/01/2005

Nota:Já são três dias de festa no vizinho e daí meus sonhos foram por água abaixo...

Piscina

Estou numa mistura de circo/encontro/apresentação. No meio da platéia sai um cara que é meu conhecido e vai para a frente. Sai pelo lado do palco e entra com mais uns dois caras para fazer uma apresentação. Ele é forte prá caramba, pois vem trazendo uma mesa de escritório numa mão só.

O sonho pula para uma piscina bem grande, grande mesmo. Estão lá a Marúcia e o Rodney. Ele tem um skate pequeno, mas com rodas de longboard, vermelhas. Elas ainda estão plastificadas. Dou um mergulho na piscina muito legal. Venho correndo e dou impulso na beira, mas sou catapultado para cima como se estivesse em um trampolim. Subo bem alto e um pouco antes de tocar a água coloco as mãos para trás e entro de cabeça. A piscina é bem funda e devo ter descido uns 4 metros. A água é muito limpa e os azulejos são brancos. Encontro o Rodney no fundo e temos um trabalho para começar a voltar para a superfície. Começo a ficar sem fôlego.

Mudança de novo. Agora estou em uma casa e é de manhã. A Marúcia e o Gian estão deitados. A Tess (cadela de uma amiga) está por perto. Ela começa a se coçar e o Gian me passa um tubo de anti-pulgas. O negócio vaza para tudo quanto é lado e consigo depois de muito custo colocar um pouco na Tess. Ela começa a resmungar que não quer e dá para entender ela falando alguma coisa. Eu mostro para o Gian que ela fala e aquilo é bem normal.

20/01/2005 - Diversos

Nota: A dois dias que não consigo manter o meu estudo de sonhos. A vizinha viajou e o filho dela resolveu fazer festa todos os dias. Me mudei para o quarto do Natan, que fica do outro lado da casa para não ficar ouvindo o barulho. E daí com cama nova, quarto novo, perdi o pique. Espero que estas festão não durem muito ;-(

Porquinho Tim Tim

Poucos fragmentos consegui pegar deste sonho. Tinha um pessoal conhecido meu fazendo um programa de rádio e lembro de uma frase/rima onde soup (sabão) rimava com dope (droga). Depois um tal de Porquinho Tim Tim apareceu pulando. O porquinho era tipo desenho animado, rosa e bem gordinho. Tinha uma musiquinha que alguém cantava do porquinho.

03:10h - Chave de corpo

Um salão, parecido com um teatro, onde tinha muita gente. Era escuro e estávamos votando alguma coisa. Um cara não parava de me importunar. Fiquei na minha mas ele me provocava toda hora e queria brigar. Me enchi o saco deu uma chave de corpo nele, imobilizando-o. O cara tentava sair mas não conseguia. Depois que ficou bem humilhado soltei-o. Estávamos elegendo alguém, e um antigo colega do BB (Penna) foi o escolhido. Legal, gosto dele.

18/01/2005 - Diversos

Nota: Tive 2 sonhos lúcidos, um em seguida do outro. Foram extremamente reais! Muito legal. É a realidade virtual elevada a enésima potência!!!

00:24h - Algo e Algo

Só fragmentos. Algo a ver com a vinda de algo. Dá para entender? :-)

(Sonho Lúcido 3) - 03:11h - Casa Diferente

Em casa noto construções diferentes no outro lado da rua do condomínio. Antes eram casas normais; agora estavam mais parecidos com prédios de 3 andares. Me toquei que estava sonhando. Bingo! Foi super incrível: cores, cheiros e sensações. Comecei a falar com duas meninas muito bonitass. Quando tudo começou a escurecer tentei olhar para as mãos, mas não deu. Escureceu tudo e saí do sonho.

Logo em seguida voltei ao sonho, mas agora não estava lúcido. De novo estava na casa e era tudo diferente. Quando notei que a cozinha estava no mesmo salão que o quarto de casal me toquei que estava sonhando. Olhei uma TV e estavam escritos caracteres parecidos com o japonês. Neste instante fiquei lúcido! Conversei com a Bel e a mãe dela. O Natan estava dormindo. Também estava lá a tia xxx. Não lembro se perdi a lucidez ou saí de carro e começou o próximo sonho lúcido.

(Sonho Lúcido 2) - Gangster

Já estava lúcido. Peguei dinheiro em uma bolsa e não eram dólares. Era algum dinheiro da Colômbia. Quem me deu o dinheiro era um bigodudo típico latino, de uns 45 anos. Saímos no carro dele e começamos a andar pela cidade. Eu estava lúcido e maravilhado com coisas simples que estava vendo, como as ruas e lojas que passavam pelos meus olhos. O carro tinha isofilme e resolvi abrir a janela. Tudo ficou extremamente claro, brilhante e definido. Eu realmente estava lá!! Foi uma emoção muito forte. Pedi a ele para irmos almoçar pois queria sentir o gosto e cheiro da comida. Paramos em um restaurante. Saí do carro e as tiras da minha bolsa prenderam na porta. Puxei a bolsa e ela saiu. O restaurante era verde por fora e com diversos vidros. O seu interior era pintado de um vermelho suave. Ele era simples mas já iria funcionar para eu sentir o gosto da comida enquanto estivesse lúcido.

A catraca não funcionou e tivemos que pulá-la. O atendente se desculpou e fomos lavar as mãos. O sonho começou a perder o foco, ficando escuro. Tentei olhar para as mãos mas não dei certo. Acordei. Eu deveria ter tentado a técnica de spinning, mas só fui me tocar disso depois.

08:00 - Prancha de Surf de Mosaicos

Estava indo para um hospital na beira da praia. Mais parecia um prédio de veraneio do que hospital. Fui visitar a tia Tatinha. O pessoal saiu para o mar e eu peguei uma prancha que era feita de mosaico e tinha uma capa (fixa) de couro, toda furada. Achei pesada mas não me toquei que era sonho, apesar do absurdo.

Entramos em um bar. O leash era estranho. Era algo triangular e você tinha que encaixar o pé naquilo. Não estava funcionando direito. A quilha era incorporada à prancha +- assim:

 \__________________________
                            \
			    /

O Carioca estava lá. Tinha uma música feita por computador tocando e alguém falou de um desafio em relação a ela. Não lembro de mais nada.

17/01/2005 - Diversos

Nota: Consegui anotar 8 sonhos nesta madrugada! Interessante que em um sonho sonhei que havia acordado e estava anotando o sonho. Isso é bom porque minha mente está trabalhando para conseguir ter os sonhos lúcidos. Os sonhos tinham muito mais detalhes, mas como estou escrevendo só agora de noite, perdi muita coisa. Deveria ter escrito logo pela manhã.

Acampamento de Excepcionais

Estava em uma pequena ladeira e era de noite. Parece que o lugar ficava em São Miguel do Iguaçu. Eu estava embarcando para um acampamento com um monte de outras pessoas. Este acampamento era para excepcionais e eu iria levar um amigo meu (Niem), mas que na verdade não é. E no sonho ele era uma criança e não o adulto que eu conheço. Tinha uma caloi 10 na história.

04:46h - Eu era um judeu

Ontem assiste a quase metade do filme "A Lista de Schindler". Acho que isso me influenciou neste e em outro sonho da noite. Neste sonho eu estava em um barco e sabia que iria morrer; eles iriam me matar. Então decidi tomar uma dose de ácido para não ser pego por eles. Eles não conseguiriam me matar porque eu iria fazer isso antes.

Tomei a dose e fiquei segurando. Quando vi que ela estava começando a fazer efeito, quase arrebentando a minha garganta, pulei na água e fui afundando rapidamente. Tive sensações bem vivas da água me envolvendo e de eu afundando. Em um dado momento o ácido arrepentou minha boca e garganta e eu senti o gosto ferroso do sangue. Morri logo em seguida.

Apesar de forte o sonho foi interessante pois as sensações foram bem vivas.

País Diferente

Estava em um país diferente. Era uma cidade que tinha praia, mas não era aqui no Brasil. Tinham muitos turistas. Em dado momento eu estava bêbado e comecei a limpar uns cacos de vidros de algo que devo ter quebrado dentro de um ônibus. Depois entro em uma loja e quero saber o preço de computadores e de resistores.

Campeonato Surf Feminino

Eu estava vendo um campeonato de surf feminino. Acho que a bel estava participando. Era em uma praia com encostas enormes. As meninas se divertiam bastante. Parece que o prêmio era uma bola de sorvete.

Depois do campeonato as meninas começaram a ver capas da revista Trip. Acho que elas estavam trocando exemplares. Algumas capas eram em alto relevo e tinham chicletes tipo adams embutidos nelas. Uma das capas era um close em uma vagina, com um objeto saindo dela. Ocupava a capa inteira!

06:11 - Menina Querendo me Matar

Tinha uma menina que estava querendo me matar. A coisa toda acontecia em volta de uma enorme piscina, logo depois do hall de entrada de um hotel. Tive uma forte angústia com a situação. Sonho com fortes sensações!

06:51 - Pepê e Skate

Estava andando de skate com o Pepê em umas ruas de asfalto meio esburacadas. Ele me mostrou o skate dele. Era pequeno e tinha uma borracha verde passando por cima da lixa. Parecia algo para encaixar o pé. Eu não me dei bem com aquilo e deixei a borracha verde por baixo. Quando cansamos fomos fazer um lanche. Lembro que eu pedi purê de batatas no pão (não sei se tinha mais coisas). O Pepê pediu algo com lingüiça frita.

De Volta para os Estudos

Um dos sonhos com mais detalhes da noite. Eu havia voltado a estudar (tema recorrente - sinal!). Foi neste sonho que pensei ter acordado e comecei a anotar as coisas que aconteceram. Na verdade eu ainda estava dormindo pensando que tinha acordado!

Redecoraram o apartamento do meu tio, aqui em Curitiba. Este apartamente sempre foi usado pelos meus primos quando estudaram aqui. Agora ele estava muito maior, uma parte havia sido aberta em cima e ele tinha um mezanino azul, com diversos detalhes em madeira. Uma escada no banheiro dava para outro apartamento, onde tinham mais estudantes.

O Natan aparece no colo do André (amigo do Piu) Eu pego ele para dar banho e ele faz xixi por tudo. A sensação de responsabilidade é grande quando estou cuidando do Natan. Vou levar ele para a escola, mas antes eu pergunto para onde é que vou voltar a estudar, se é no Cefet ou no Positivo. Um rapaz me explica para onde vou.

É interessante como um sonho com tantos sinais não me fez fazer um check de sonho: amigos antigos, ap antigo, estudo e não saber onde iria estudar. Muito interessante isso. Mas pelo jeito minha mente tentou me dar uma dica, pois eu anotei algumas coisas do sonho que achava que tinha tido. Acho que é só uma parte do processo para ter a lucidez mais fácil.

07:40h - Déspota Assassino

O cara era um destes ditadores de países do terceiro mundo. Era um negro alto e gordo, todo suado. Ele tinha matado e mandado matar muita gente. Agora haviam preso o sujeito. Todo o visual do sonho parece aqueles seriados policiais do final dos anos 70, início dos 80. O cara está preso numa cela bem pequena. Alguém está tentando observá-lo através do reflexo de um espelho bem pequeno. Outra pessoa traz uma metralhadora e o ditador pega-a, colocando na boca, dando um tiro e morrendo. Fica caído na cela minúscula.

16/01/2005 - Confusão e roubo

Nota: Neste fds eu quase não consegui praticar os sonhos lúcidos, pois fui para a praia e daí saí da rotina que estava acostumado nos últimos dias.

Eu morava em um prédio branco baixo com amplas varandas de formas arredondadas. Ocorreu um roubo de uma moto e ficou a maior confusão. Aconteceram diversas coisas mas não me lembro.

Perto do prédio tinha uma loja de presentes. O dono tinha diversas filhas com fotos delas espalhadas pela loja, para vender junto com todo tido de quinquilharia. O cara era músico e ajudou uma menina que não conseguia se formar fazendo ela tocar/compor uma música que gostava, ao invés das coisas que queriam que ela tocasse. A música era um rock estilo joe satriani, com uma base constante e diversos solos de guitarra em cima fazendo a melodia. Era bonito. Pena que eu não tinha um gravador para registrar a música. :-(

Tinha um cara que era meu conhecido (Miago) e estava falando com uma outra pessoa (Egita) a respeito do pagamento de diversas pessoas. Ele não podia pagar todo mundo, então seguiu o que a lei mandava. Mostrou um papel sobre como iria proceder. O clima estava pesado.

Outra pessoa (Valéria) chegou e deu um enorme beijo no Miago. Fiquei surpreso com a situação, mas como não tinha nada aver com aquilo deixei para lá.

Saí dali e vi uma loja do outro lado da rua. Comecei a conversar com outro conhecido e ele me lembrou que ali funcionava anteriormente uma panificadora.

Pegamos um bondinho e ele me contou do tempo em que ali era uma empresa de construção e ele trabalhava lá. Tinham que entregar um serviço para a Polícia Militar e passaram o maior sufoco.

14/01/2005 - Diversos

Nota: Primeiro sonho lúcido desde que iniciei o estudo! O interessante é que foi o primeiro sonho da noite e deveria ter sido o mais curto. A percepção que tive foi justamente o contrário, pois ele foi o que mais demorou e o que eu lembro de mais detalhes. Parabéns para mim! :-)

Depois deste primeiro sonho custei a dormir novamente. Fiz exercícios de Mneumonic Induction Lucid Dream (MILD) até não agüentar mais. Diversos destes exercícios são extremamente semelhantes com técnicas do Yoga.

(Sonho Lúcido 1) - Ilhéus

Eu estava em Ilhéus. A primeira coisa que lembro é de começar a subir para a parte alta da cidade. Estava de bicicleta e encontrei outro cara que iria para lá também. Estávamos de mountain bike e a estrada normal se transformou em uma trilha no meio de um mato baixo. Em dado momento entramos em uma uma espécie de estação de ônibus/metrô, toda de vidro. Saindo de lá, na descida, o cara acabou batendo a bicicleta dele na minha, quase me atropelando.

A cena mudou para algum clube com piscina e eu estava andando agora do lado dele, dizendo que queria encontrar o meu amigo Francisco César (Chico). Daí ele disse algo como: "Mas eu sou o Chico", e eu falei que não era, pois ele não parecia nem um pouco com o Chico. Neste momento que a coisa aconteceu. Ele se transformou no Chico e eu me toquei que estava sonhando. Fiquei lúcido! Expliquei para ele que aquilo era um sonho e ele pareceu não entender direito. Daí para mostrar/provar para ele fiz um Buh! de fantasma bem alto. Todo mundo que estava em volta olhou para nós e congelou. O Chico me olhou meio assustado e daí as pessoas voltaram a andar como se nada tivesse acontecido. Eu continuei andando e resolvi fazer uma festinha com umas meninas que estavam por ali, para tentar provar de novo para ele.

Um amigo meu do ensino primário apareceu e disse que queria entrar junto. Ele era o mais fraquinho de toda a turma e parecia ter problemas mentais. Tinha um cabelo bem branquinho. Acabamos entrando os três no cubículo com as duas meninas. Daí você já imagina o que aconteceu...

O interessante é que não sei se perdi a lucidez porque não lembro de ter ficado questionando mais nada. Simplesmente participei do sonho. Pensando melhor acho que depois de entrar no quarto eu devo ter realmente perdido a lucidez.

Depois saímos dali e ficamos na frente de uma piscina vazia, com bastante grama em volta. Tinham uns monstros na piscina, sendo dragados pelo ralo. Acordei. Eram 01:25h da manhã.

Sistema de Freios

Legal, um sonho em que consegui lembrar de um design. No sonho eu estava testando um sistema de freios inovador. Ele está basicamente reproduzido abaixo:
				    |    
    |       |			    |       |
    |       |			=========   |
========+==========		         ==========
===================		===================
    |       |			    |       |
    |	    |			    |       |
					    


O funcionamento é simples. Ele teria um controle automático de liberação de parte do freio para não travá-lo. Ao se freiar desce uma placa, que é inteira na parte de baixo e dividida em duas na de cima. Se o freio for travar, automaticamente uma das partes de cima sobe (como na ilustração da direita). Neste caso a área de contato é menor e a tendência é do freio ser liberado. Depois a parte que subiu desce de novo e o ciclo se repete. Se ele for travar novamente, volta a subir.

Hobbits!

Éramos alguns hobbits (não sei se eu era um) subindo uma montanha enorme. Para variar estávamos fugindo de algo. Tinha uma mulher (ou homem, não sei), com um enorme manto vermelho. Ela segurava um objeto que parecia uma daquelas lâmpadas de querosene, mas só no jeito de carregar. Na verdade era um negócio de metal dourado e vermelho, que tinha um botão no meio.

13/01/2005 - Diversos

Nota: Não consegui anotar pelo menos uns 2 sonhos hoje; eu estava tão sonzo que voltei a dormir depois de acordar algumas vezes. E hoje não consegui ter nenhum vislumbre de sonhos lúcidos. Mas não dá nada, durmo todo dia e mais cedo ou mais tarde vou conseguir! :-)

Os sonhos a seguir foram no final do sono, pelas 05:00h da manhã.

Rio de Janeiro

Estava andando com algum amigo no Rio de Janeiro. Só de escrever isso acabei de me lembrar de outro fragmento de sonho que tive a algum tempo atrás e tinha situações parecidas. Estávamos em um carro, cruzando o Rio de Janeiro. Pegamos um congestionamento monstro perto do Centro e passamos por diversos bairros, esses de forma tranqüila. Com certeza nem o centro nem os bairros do sonho pareciam com o Rio de Janeiro. Chegamos em uma casa flutuante. Tinham diversas outras casas do mesmo jeito, ligadas por caminhos de madeira, tipo trapiches.

Um amigo contou sobre um atual inimigo e das barbaridades que ele está fazendo. Eu só dizia: não te disse :-)

Não sei se foi neste sonho, mas teve uma passagem que um menino camelô vendia uns relógios americanos na rua.

Obras no Banco

Eu era um menor auxiliar no Banco do Brasil (epa, continuação de um sonho de ontem?) e desta vez andava muito de elevador. O primeiro andar do prédio estava em reforma e era tijolo, concreto e calissa (o que sobra das obras) para tudo quanto é lado. Eu ajudava os outros menores a fazerem alguma coisa; não lembro o que era.

12/01/2005 - Diversos

Nota: Nesta noite tive dois inícios de sonhos lúcidos. Em ambos eu descobri que estava sonhando mas pelo que lembro foi algo óbvio, não precisei fazer muita coisa para ficar lúcido. A única coisa que lembro é de uma mulher, parecia ser uma secretária ou atendente, no alto de uma escada, quando me toquei que estava sonhando. Nos outros sonhos não fiquei lúcido nem me lembro de ter feito nenhum teste de realidade.

Filmagem que Virou Festa

Estava sendo produzido um filme, comercial ou peça. O cenário era bem colorido, com tons de vermelho. Era noite e o local era uma espécie de teatro. Tinham alguns conhecidos representando os papéis. A Fabíula, irmã do meu amigo Cesar Fávero era uma delas.

Depois o filme acabou virando uma festa de aniversário (ou de casamento). Era em um salão grande e todas as mesas estavam arrumadas para festa, com toalhas brancas, pratos, talheres e copos combinando e um arranjo. Tinha também um lugar ao ar livre, com diversas árvores e bancos para sentar. Comecei a ver diversos amigos e amigas do tempo de São Miguel do Iguaçu. As primeiras que vi eram duas amigas que sempre viviam juntas, que agora não lembro o nome. Uma era magrinha e a outra mais cheinha. Conversamos um pouco e elas estavam sentadas em um sofá que ia engolindo as pessoas. Quem sentava nele afundava e ficava literalmente dentro do sofá.

Tirei diversas fotos com os amigos do tempo de São Miguel.

Em um determinado momento apareceu o meu primo Luiz Adelmo, só de shorts. Ele estava com o braço esquerdo praticamente apodrecido, envolto com um plástico. No sonho eu tinha ouvido falar que ele estava com um problema na mão, mas não sabia que era tão forte assim. Ele também tinha um pedaço do peito coberto com um tipo de borracha preta. Mas ele estava tranqüilo e aquilo não parecia lhe incomodar.

Tiros na Antiga Sede

Estava na antiga sede da minha empresa, no Parolin. Tinha um senhor em uma casa do outro lado da rua que queria atirar na gente. Não sei exatamente por que. O Fábio veio e conseguiu acalmar o sujeito.

Menor BB

Eu estava no Banco do Brasil, ainda trabalhando como menor aprendiz. Estava em uma sala onde tinham três mesas onde uma delas era minha. O chefe resolveu mudar a minha mesa de lugar e nem me consultou.

Depois me chamaram para uma reunião e me perguntaram algumas coisas sobre o o tratamento dentário de cachorros.

11/01/2005 - Prancha afundada e Lula

Nota: Este sonho me deu muitos sinais para descobrir que estava sonhando, mas não consegui pegar nenhum: Canoinhas, Colégio, bolo na vertical, manchete jornal, Lula e prancha muito afundada. Tive outros sonhos na noite, mas a preguiça não me deixou anotar nada e acabei não lembrando nada a mais de manhã :-(

Estávamos no Colégio Santa Cruz, em Canoinhas, em um dos andares de cima. Tinha uma festa de aniversário de alguém. Lembro de algo como um bolo de cocholate colocado numa bancada de madeira, mas o bolo cobria mais a parte vertical da bancada do que a parte onde deveria ficar. Derrubamos uns pedaços e veio um cara meio com cara de bravo perguntando como deixamos aquilo acontecer. Falamos que tinha caído sozinho e estávamos tentando arrumá-lo.

Vi uma manchete de um jornal que falava da Silvia. A manchete estava num balcãozinho de madeira, com vidro em cima, em um corte em diagonal. O jornal ficava lá dentro para que qualquer um pudesse olhar, mas sem tocar dele. A manchete que falava da Silvia não estava dentro da caixa de vidro, mas sim na parte da frente da caixa de madeira. Falava sobre alguma coisa de comportamento que ela estava mudando.

Conversamos com o Lula algo que estava interessante, mas não consigo me lembrar. Depois falamos sobre o jardim e acabamos falando sobre um jardim com a bandeira do Brasil. Surgiu uma conversa de ter que trazer terra de fora para dentro do colégio. Eu disse que teria que ter um mutirão de pessoas para fazer isso, por volta de umas 10 pessoas. Assim as coisas iriam andar rápido. Se não tivesse esse número de pessoas eu preferia trazer a terra sozinho. Eu disse que sabia que assim não conseguiria trazer nem metade da terra, mas pelo menos não ficavam me atrapalhando.

Depois bateram na porta e olhei pelo olho mágico. Era o Tio Oladir e outras pessoas, que tinham vindo ver o Lula. Abri e eles entraram. Não sei o que aconteceu depois.

Dali fomos para uma piscina onde tinha inúmeras atividades. O lugar estava fervilhando de pessoas. Tinha uma TV que não parava de dar notícias, uns equipamentos que pareciam aviões e muita gente mesmo. Peguei a minha prancha e acho que eu iria dar uma aula de surf para a Bel. A prancha estava toda afundada na parte de cima, muito mesmo. E ela não era feita de fibra, mas sim de um tipo de lycra. Uma pessoa conhecida me disse que para arrumar o melhor era injetar chumbo ou mercúrio no lugar dos afundados. Argumentei com ele que nunca tinha visto isso mas ele continuou com a mesma opinião. Não liguei para aquilo e depois iria ver um local para colocar resina na prancha.

Mudamos de piscina e um menino, vendo a prancha, achou que eu iria dar aula para ele. Quando viu que eu iria dar aula para outra pessoa começou a espernear e chorar.

10/01/2005 - Skate na Estrada

Estava voltando de algum lugar, de ônibus. Numa das paradas conversei com o Giba. Depois que saí novamente vi na estrada 3 caras descendo de longboard. Um deles estava descendo a estrada só com uma mão no skate. Um dos companheiros dele erra a linha e bate nele. O cara cai e rala feio a mão.

Passamos por uma encruzilhada e vejo uma estrada nova sendo construída. Pergunto sobre a estrada e o motorista não sabe o que é. Ele resolve voltar para eu olhar melhor. Vejo que é uma estrada que já está com brita e logo vão colocar asfalto novo nela. Tem uma estrada de chão paralela à ela, que deveria ser a estrada velha. A estrada nova parece ser bem boa para descer de speedboarding, do tipo tobogã.

Paramos num comércio local, logo depois do cruzamento da estrada nova e eles não sabem falar muita coisa da construção.

Saímos dali e voltamos a andar no ônibus. Paramos em um local qualquer da estrada, provavelmente para fazer um lanche. Eu fico do lado de fora do estabelecimento e vejo outros caras tentando descer a estrada na frente de onde estamos, mas o problema é que ela é muito esburacada; ninguém consegue descer. Vejo um caminhão descendo e ele parece não ter porta. Vejo dentro dele uma noiva cortando um pedaço de bolo.

09/01/2005 - Diversos

Retrovisor

Vi minha prima Luciana através do retrovisor do meu carro. Ela estava bem bonita com o olho bem azul e com maquiagem, realçando-o. Seus cabelos não eram como são, mas sim encaracolados e escuros.

Quintal Tio Adelmo

A Isabel me mostra umas fotos do quintal de trás da Casa do Tio Adelmo. Mas as fotos são de um enorme vale, com um montanha do lado. Parecia uma paisagem da Europa. Falo para ela que já tinha estado por ali outras vezes e até tinha escalado a montanha.

06/01/2005 - Diversos

Nota: Fui dormir as 23:00h. É interessante como vejo diversas casas de madeira em meus sonhos. Pode ser um dos sinais de meus sonhos para eu notar. E consegui lembrar de 6 sonhos. Bom número!

Girando (spinning)

Este foi o primeiro sonho da noite, por volta das 2:17 da madrugada. Na verdade não sei se foi bem um sonho, mas eu estava em um estado de sonho. Sabia que estava lá (sonho) mas não estava aqui (realidade). Como a coisa estava um pouco confusa lembrei da técnica de girar no próprio eixo (spin) para estabilizar o sonho. É bem interessante, pois senti realmente a sensação de tontura que se tem quando se fica girando; a única coisa é que eu estava fazendo isso somente na minha mente. Tentei diversas vezes estabilizar o sonho através do spinning, mas não conseguia nada além da tontura por estar girando. Apesar de não conseguir estar lúcido em um sonho, eu estava dormindo e estava lúcido. Nada mal para o segundo dia de treinos/estudos. Fiquei realmente impressionado com o spin, pois a sensação de tontura foi real!

Jogo Online

Era um dia com uma luz muito boa, parecido com aqueles dias de sol de inverno. Fui na casa de uma amiga minha e ela queria me mostrar um jogo online. Escolhi o meu personagem, que parecia com aquele monstro grande do filme Monstros SA. Ela não queria que os pais vissem pois não gostavam que ela ficasse muito tempo no telefone. Entrei no jogo e não me mexia. Liguei para o suporte técnico e o atendente me disse que só era preciso mexer o meu jogador. Fiz isso e funcionou.

Depois saí dali e cheguei em uma casa de madeira bonita, com uma varanda grande e diversas flores no quintal. Estava havendo algum tipo de votação do tipo "melhores e maiores" da música. Era uma cena do tipo da capa do Sargent Peppers, até os Beatles estava lá. O apresentador de rádio que comendava a festa me disse que os seus ouvintes sacaneavam ele já fazia uns dois anos porque a pessoa mais votada era o Zorro. Ele estava por lá e tinha umas manchas grandes no rosto.

Bicicleta na Ladeira

Estava subindo de bicicleta, junto com o Aurélio e mais uns dois matutos, uma ladeira longa, larga e suave, de um asfalto bem lisinho. Usávamos bicicletas do tipo Barra Forte mas elas tinham marcha. Acabamos de subir a ladeira e chegamos em uma ponte que passava pelo mar, do lado esquerdo. Algumas pessoas brincavam em baixo da ponte nas pequenas ondas que se formavam.

Fui ver o mar e conheci um cara que era idêntico, meu sósia. Ele usava uma roupa de borracha preta com diversos detalhes em amarelo.

Medianeira e Carro

Estava em Medianeira para pegar um carro de alguma herança. Estava lá meu tio Odilon, mas era outra pessoa. Fiquei brabo porque o meu pai e ele não queriam me dar o carro mas somente uns 2% do valor dele. Fui embora chateado.

Ensaio e Apresentação

Tínhamos uma banda e ensaiávamos em uma casa de madeira da tia de alguém. O Juba estava lá. A sala era grande e tinha diversos sofás e cadeira confortáveis. Eu fui mexer no celular e acabei comprando por engano um jogo, pois havia trocado os botões, como havia feito no mouse do meu computador (isso no mundo real).

A apresentação iria ser em um teatro, mas que na verdade era uma loja de esportes (Suzin?) que existia em Canoinhas no final da praça Lauro Müller, quando eu era criança. Estávamos chegando lá, de carro, (lembro do Natan estar junto), mas descobrimos que o lugar estava sendo usado para recolher mantimentos para as vítimas do Tsunami da Ásia. Lá soubemos que a apresentação havia sido mudada para o teatro Guaíra, mas que ele ficava também em Canoinhas, mas não em Curitiba.

Vôo para o Carro

Não lembro direito deste, mas o ponto central era que as pessoas desciam do céu e tentavam aterrisar em um carro. Eu tentava fazer em chegaram a salvo.

05/01/2005 - Muitas ruas

Estava no final da Visconde de Guarapuava, mas estava bem escuro e a rua era um pouco diferente. Passou o filho do Júlio, meu vizinho, e quase me bateu de carro. Tinha uma caminhão envolvido na história mas não consigo lembrar exatamente porque.

Neste sonho tive diversos cortes de cenas e não sei se era mesmo a continuação do sonho ou um sonho novo.

Estou em um galpão de madeira, é verde desbotado. O chão é de concreto bruto e parece com uma mistura de um grande banheiro ou lugar para tomar banho. Entre uma divisória e outra vejo a Sumaia, minha outra vizinha, conversando com o marido dela.

Corte novamente. Estou entrando em um condomínio. Uso alguma espécie de carrinho de rolimã, pois fico deitado de barriga para baixo e quase colado com o chão. O porteiro abre o portão e entro. O condomínio é bem grande mas praticamente não existem casas. São grandes terrenos e tem algumas barracas de camping no lugar. Chego até o meu terreno e entro na minha barraca; o Natan não está lá. Fico preocupado e vou falar com a Marisa. Não lembro o que ela me disse, mas estava tranqüila e de alguma maneira eu sabia que o Natan estava bem.

Corte. Estou em uma assembléia de vereadores, provavelmente por vi uma notícia sobre isso no Jornal Nacional. Diversas pessoas de terno e gravata estavam numa parte elevada do recinto, em tinham mesas colocadas lado a lado, formando uma fila e com microfones para cada um. Deveriam estar fazendo algum discurso. Logo chega uma mulher entrando na sala e trazendo um bolo grande, para fazer uma comemoração. Todo mundo entra na festa e encontro o Giba e o Ruben. Conversamos um pouco.

Corte. Estou andando de carro e vejo um caça (avião de combate) fazendo manobras. Um locutor diz que ele está abusando. Vejo pelo retrovisor o caça descendo de uma forma que parece ser descontrolada, naquela manobra que o avião parece ser uma folha de papel, ao vento. O cara vai caindo, caindo, e vejo ele, através do retrovisor do meu carro, se espatifando no chão. A explosão vai para todos os lados.

Ligo para a Bel para avisar e dizer que está tudo bem comigo. Lembro de ter visto a carteirinha do piloto. Ela parecia com um cartão de crédito, cinza, e com letras em preto. Dizia algo como "Fulano de Tal". Nas características do piloto aparecia um aviso: "Piloto arrojado, que toma riscos desnecessários."

Nota: Voltei a anotar meus sonhos, iniciando o projeto do Sonho Lúcido. Esta volta foi meio difícil. Sei que tive outros sonhos na noite, mas não consegui forças para anotá-los. Vou tentar dormir do outro lado da cama, já que a Bel está viajando, na praia. Assim fica mais fácil para mim, que sou canhoteiro, anotar as coisas sem precisar me mexer muito na cama.

14/11/2004 - A Fuga

Ouço no 'radi oque meus sócios começaram a desaparecer. Parece que é algum tipo de sequestro; dois ao mesmo tempo e um terceiro logo em seguida. Perguntam na minha casa sobre mim, mas eu estava na Serra do Mar. Ninguém sabia, além da minha mãe.

Alguém me avisa pelo celular, "Já foram três, você tem que fugir!"

A correria começa e é frenética. Para onde vou? Encontro com outro sócio (Cava) e ele também está com medo. Sua esposa já tinha sido assaltada a meses atrás e ela agora tinha dito que havia visto o mesmo cara novamente, rondando o casa. Parecia ser a mesma descrição dos caras que pegaram o Fábio, no seu restaurante. Resolvemos fugir e esperar as coisas acalmarem para voltarmos. A primeira coisa é ir comrar comida.

Temos que ir para um lugar escondido, mas que não possam nos seguir facilmente. A Serra do Mar parece ser uma escolha óbvia por eu já ter estado lá diversas vezes na adolescência. Vamos para um supermercado e começamos a comprar as coisas. No meio das compras um cara pára nafrente de nosso carrinho e pergunta pelo nosso nome. O Cava lembra na hora da descrição e faz uma cara de espanto. Vejo isso e viro o carrinha na frente dele. Nisso mais um cara começa a correr em nossa direção e a confusão começa. A partir daí é uma correria interminável até despistar os caras. Conseguimos pegar uma moto velha e ir com as compras em direção à Serra do Mar. O problema é que não era a Serra, mas sim o interior de Curitiba, onde sempre andei de bicicleta.

Confusão e fuga depois até que estou sozinho. Tinham pelo o Cava. Consigo despistá-los por mais uma vez e vejo uma menina que conhecia de anos atrás, que era filha do dono de um terreno que eu sempre passava de bicicleta. O terreno era uma oficina ou algo parecido. Tinha um pequeno açude, casa de dois andares, cor amarelo queimado. A menina estava escutando escondida quando contei para o Seu Antônio sobre as perseguições.

Corte. Um carro pára ao meu lado e vejo que é a menina.

- Entra, você tem que fugir; eu te levo.

Sua pele morena do sol do interior e o seu cabelo liso balançam com a força da freiada do carro. Penso por uns instante e empurro ela para o lado do passageiro; saio em disparada em direção à rodovia que leva a Ponta Grossa.

O dia começa a amanhecer e me despeço de Curitiba vendo o sol raiar na saída do Parque Barigüi. No primeiro posto policial da estrada um guarda me reconhece. É simpático mas isso me dá um clique; não podemos ir mais pela estrada principal.

Vamos pela estrada secundária e passamos por plantações. Ela dorme do meu lado. Chegamos a um galpão, uma subestação de energia que alguém estava usando como casa. Nos convidam para entrar. Tudo é muito sujo e tenho até medo de usar o banheiro. O cara me mostra e parece que voltei uns 25 anos no passado, com aquelas privadas cavadas no chão. A merda fica cheirando e o único jeito de tirá-lo era urinando em cima. No canto uma tomada com dezenas de Ts e fios ligados à ela. O medo de respingar e levar um choque me faz terminar prematuramente o que estava fazendo.

O que eu faria? O que etava acontecendo? Uma conspiração?

Nota: Este sonho foi muito forte. Estávamos no Congresso Vegetariano, em Floripa e era dia de ir embora. Iríamos sair bem cedo, por volta das 7 da manhã. Pelas 6 despertei deste sonho e estava muito excitado para voltar a dormir. O sonho estava ainda vivo na minha cabeça, com todos os detalhes. Parecia um filme que eu acabara de ver. Peguei um caderno e uma caneta e escrevi freneticamente por uns 15 minutos, tentando passar para o papel a maior parte dele.

Fase Lala

Início da Fase Lala

03/05/2004 - Estudando em Praia do Nordeste

Sonho muito bom. Nada como ir para uma praia do nordeste, ficar em um ap de frente para o mar e só ter o compromisso de estudar. :-)

Bem, não é tão fácil assim. Eu estava de mudança para o nordeste. Eu e a Bel estávamos indo. Iríamos ficar em um ap, dividindo junto com outros conhecidos, dentre eles: Arthurzinho, Caixinhos, Chico Fávero, Claro, um cara Grandão e outro que não lembro. O ap era no segundo andar e dava de frente para a praia. Era branco e pequeno, bem pequeno para 7/8 pessoas. Tinha uma sala grande que se juntava com a cozinha no mesmo ambiente. Dois quartos, em que cada um tinha quatro camas. Quando cheguei o Grandão estava entretido na cozinha preparando algo para o Natan comer. Ele estava com ótimas intenções, mas era meio perdido. O Natan era um pouco menor do que está hoje. Deveria ter 1 ano.

Eu estava morrendo de vontade de surfar, então olhei pela janela e tinha uns dois caras pegando umas ondas. Segundo os locais as ondas estavam fracas mas para mim estava muito bom. Coloquei a roupa de borracha e saí correndo com a prancha na mão.

O pessoal do ap era legal e todos estavam vivendo em harmonia. O segundo quarto não estava quase sendo usado então eu iria tentar fazer com que ficássemos por ali. A cidade era muito bonita mas tinha uma enorme pobreza.

O sandboard era muito conhecido na cidade e dava para andar quilômetros desde os morros da periferia até a beira-mar. As pessoas andavam com as pranchas não só na areia, mas também no meio da terra, passando pelo lixo, e também nos vagões de trem. E falando em trem, era possível pegar um vagonete e ir descendo a milhão pela via férrea. O único problema era que isso era proibido.

Saí para fazer alguma coisa e quando voltei estava passando pelo centro. Peguei um congestionamento animal, passando por um elevado com centenas de carros parados. Quando consegui chegar lá embaixo vi a Bel e o Natan de carona num caminhão. Nos juntamos e voltamos para o apartamento.

Dois de meus colegas do prédio saíram pelos fundos e pegaram uma escada bem estranha. Ela tinha os degraus muito juntos e era bem íngreme. Desta maneira você tinha que ficar segurando no corrimão senão era muito fácil cair lá embaixo.

Nota: O interessante é que voltei a sonhar este sonho, mesmo depois de acordar de noite. Isso não é algo fácil de se conseguir...

25/04/2004 - Altas Ondas

Estamos em Guaratuba, na casa do meu sogro. A casa fica a menos de uma quadra do mar, numa rua lateral. Dá para ver as ondas da frente de casa. Uso o muro como referencial do tamanho das ondas e me assusto. Algo não está normal, pois o tamanho delas é enorme! Resolvemos ir para o mar, mas o Capichaba parece estar com medo. Eram 08:30h da manhã e ele quer ir buscar um amigo dele.

Resolvemos ir junto não sei por que. Pegamos um atalho, passamos por uma mata fechada e com diversas passagens com grandes rochas. Nem sei como as pranchas não quebraram. É difícil fazer uma prancha passar por uma pedra enorme.

Na volta as ondas já tinham diminuído bastante, mas ainda estavam boas, apesar do horário (12:00h). Agora noto que construíram um píer no mar, na frente de casa. Nem era mais preciso remar para passar a arrebentação, era só entrar pelo píer e cair lá no final, do outside.

O Dudu virou o Maneco e resolveu pegar umas ondas numa parte onde só tinha rochas, que o mar entrava de vez em quando. Imagina só se ele não se quebrou inteiro?

12/04/2004 - A Verdadeira Realidade e Super-Homem

A Verdadeira Realidade

Este sonho foi muito forte; na verdade, um pesadelo. A idéia central era que o mundo que vivemos não é real, mas sim fruto de uma imaginação de cada um. Ok, aí você vai pensar em algo do tipo Matrix, mas não é nada disso. O que senti foi realmente um terror sem fim, difícil mesmo de tentar explicar.

Lembro sempre da frase "a realidade como ela realmente é", ecoando em minha cabeça. Eu estava em uma casa muito iluminada. Sentia a presença de outras pessoas, mas não conseguia ver seus rostos. Existia uma música diferente no ar e uma percepção alterada da realidade. Era como se eu estivesse sob o efeito do álcool ou de alguma droga. Lembro de querer que estas não-pessoas fossem embora, mas daí a coisa piorava ainda mais, deteriorando-se.

Apareceram uns cachorros diferentes. Lembravam uns ursos pandas, fofos e cinzas. Tinham manchas brancas pelo corpo e eram muito simpáticos. Simpáticos quando eram três; depois viraram centenas e a coisa saiu do controle.

Lembro de um barco parecido com aqueles galeões espanhóis. Tinham pessoas ruins por lá e um monstro verde, enorme, que ficava embaixo da água. Ele tinha unhas enormes e furava as pessoas. Lembro de querer fugir mas sem conseguir; aquilo não podia ser real.

Lembro de sons, músicas e drogas que levavam à intoxicação dos sentidos, à mudança. O criador dos três cachorros-pandas pergunta para a minha esposa quanto custava para vaciná-los. Começamos a brigar, pois ele não estava com boas intenções.

Imagens distorcidas da realidade; parecem desenhos animados com cores extremamente fortes. Elas vão se deteriorando, assim como a mente das pessoas.

Um cara é o Mau do pesadelo. Ele é ajudado por outras pessoas. Ele quer me mostrar a Ópera da Realidade (enlouquecimento), para mostrar que aquilo não é real. Sinto um gosto amargo na garganta, daqueles difíceis de engolir.

O âmago do sonho é a verdadeira realidade martelando na minha cabeça. O medo de encará-la e, pior ainda, saber que não existe escapatória dela.

No final consegui fugir daquele pesadelo. Tudo parecia ter voltado ao normal, mas só parecia. Meus cachorros estavam estranhos. Eles ficaram com caras de demônios e eu não entendi, seria o sonho voltando ou a realidade era o próprio pesadelo?

Super-Homem

Pego um avião que vai para não-sei-onde. Minha Avó Geni está junto. Alguém fala para usarmos os cintos de segurança pois o avião poderá fazer manobras bruscas. Pronto para pousar o avião vira de dorso. Ficamos pendurados somente pelo cinto. Ele dá mais uma pirueta e pousamos à noite em um aeroporto qualquer. O Mineirinho (campeão de skate) é o piloto. Converso alguma coisa com ele e vou para outro prédio. Não vejo mais a minha Avó.

Agora sou um cara forte, tipo o Super-Homem. Estou em um complexo que parece ser da Nasa. Lá existem diversas pessoas estranhas, todas com super-poderes. Muitos heróis parecem com os Metal Men, mostrados neste site. Cada herói tinha incumbência de trabalhar para descobrir alguma idéia nova ou composto para que a Nasa pudesse vendê-la depois. A lei era meio marcial e o trabalho exigido ao extremo, como se os heróis estivessem cumprindo algum tipo de pena de prisão. Uma pessoa ficava repetindo que estávamos ali para gerar idéias (e lucro) para a Nasa.

08/04/2004 - Voando na Planície e Jogo do Cesar

Voando na Planície

Estou voando bem alto, numa planície muito, muito ampla. O clima é extremamente seco e o céu muito azul. O pó espalha-se pelo chão, mas não incomoda já que estou bem alto, pelo menos a uns 2.000 metros do chão. Meus amigos Samy e Gil estão por perto. Converso com eles pelo rádio.

Existem algumas linhas de alta tensão que tenho que passar. Pela altura que estou não são nada que eu tenha que me preocupar. Engato em uma térmica e ela é bem forte. Vou fechando a curva para a esquerda e a esta parte do parapente fecha. Não dou muita importância e continuo enroscando na térmica. Subo muito e sinto e ar gelado das alturas. Puxa, como é bom voar!

Nota: Já fazia um bom tempo que eu não sonhava que estava voando de parapente. Voei por 6 anos praticamente sem interrupção. Recomendo para todo mundo!

Jogo do Cesar

Estou testando o novo jogo do meu amigo Cesar. É um jogo de corrida de carros, hiper-realista. A imersão é total e os detalhes gráficos são simplesmente perfeitos. Não dá para distinguir o que é real e o que é digital. O carro é um esportivo conversível com dois lugares. Ele também tem metralhadoras acopladas nas laterais para qualquer adversário que não seja amigável. Atiro em alguns carros que vêm na contramão e mando eles para o inferno.

Ando em alta velocidade por uma ótima estrada asfaltada à beira mar. Vejo ondas baterem no costão abaixo. Acelero o carro sabendo que qualquer problema o guardrail vai me proteger de eventuais batidas. Encontro uma mercedes na minha frente. O dono deve estar indo escalar alguma montanha, pois vejo diversas cordas e equipamentos de escalada no seu porta-malas. Acelero tudo e deixo ele para trás.

Entro em uma vila e passo ao lado de uma casa de chá. É impressionante a beleza e os detalhes do seu interior. Bolos, frutas, toalhas, garfos e facas; tudo reproduzido em todos os detalhes.

Nota: O verdadeiro jogo do Cesar você pode conferir aqui.

07/04/2004 - Livraria, Bomba e Sanduíche Humano

Livraria no Prédio Alto

Estou em um prédio muito alto, feito de vidro e metal. As escadas são por fora e olhar para baixo dá um medo só, por causa da altura. Subo a escada e chego no saguão da livraria. Discreto e elegante, como eu gosto.

Na livraria uma atendente me encontra na porta e pergunta o meu nome. Diz que minha mãe deixou um pacote com diversos livros para mim e me entrega uma sacola pesada. Abro a sacola e vejo uns 6 ou 7 livros, com os mais variados estilos. Ando pela livraria. Vejo aviões de madeira para montar.

Nota: Pena que não consegui lembrar quais livros me foram entregues na livraria. Volta e meia tenho sonhos assim, ou com músicas ou com livros inteiros. No sonho os livros/músicas/histórias são maravilhosos. Se eu ao menos pudesse lembrá-los quem sabe o livro pudesse se tornar real?

Bomba em NY e Sanduíche Humano

Eu estava vivendo em NY e iria pegar o avião para dar uma visitada no Brasil. Como ainda não estava muito familiarizado com o trânsito acabo errando algumas entradas e tenho que voltar diversas vezes. Chego no aeroporto e uns policiais vem me perguntar diversas coisas. Encontro meu Tio Adelmo e meus primos por lá.

Não sei se embarquei ou não, mas agora estou vendo o aeroporto de longe. Uma bomba é detonada e ele some do mapa. Agora estou em uma estrada do interior e os restos mortais das pessoas que estavam no aeroporto são juntadas em um grande buraco. Lá vão jogando vegetais e outros condimentos. No final surge uma baita sanduíche humano. Não sei o que fizeram com aquilo.

Nota: Devo ter sonhado com isso porque no dia anterior um cara que quase embarcou no avião da TAM que caiu em São Paulo me contou a história dele.

06/04/2004 - Pára-quedismo e Carango Velho

Pára-Quedismo no Quintal de Casa

Estou em uma competição de pára-quedismo. Os saltos são feitos à baixa altitude mas não é nenhuma formação de velames. Estamos em times de duas ou três pesssoas. Minha companheira de salto reclama que foram colocados muitos saltos na competição. Concordo. Dez saltos era muito. Poderíamos fazer cinco saltos para a competição e outros cinco só para curtição, saltando mais alto e não tendo o stress da prova.

Estávamos no quintal de casa, também em Canoinhas. Não sei como o quintal comportava uma área de salto, mas estava tudo funcionando muito bem.

Um avião novo chega na área e estaciona no fundo de casa, próximo à churrasqueira. É um avião muito novo e próprio para salto, com abertura na traseira (tailgate) e ficamos todos excitados para saltar nele.

Carango Velho

Estou andando com um amigo no carro antigo dele. É um daqueles de gângster, todo preto e com cara de pronto-para-qualquer-coisa. Meu amigo é do tipo "rocker". Bota de bico fino preta, calça jeans, camiseta branca e jaqueta de couro. Não sei se ele tinha o cabelo lambido por brilhantina, mas pelo jeito deveria ter. Estávamos andando do lado de um rio, onde passam linhas de alta tensão. O rio estava muito alto, encobrindo boa parte das linhas e deixando somente o topo das torres para fora. Falei para ele que ali estava muito perigoso mas ele não me escutou.

Quando estávamos voltando pedras enormes começaram a cair, aparentemente do céu, na frente, a uns duzentos metros da gente. Não tínhamos para onde ir e acabamos sendo atingidos por diversas pedras quase do tamanho do carro. O automóvel ficou uma lástima. Nem o seguro iria entender o que era aquilo. Meu amigo ficou todo preocupado, pois tinha medo de quando seu pai soubesse do assunto.

Uns dias depois pediu a minha ajuda para depor no caso do seguro. Ele achava que pelo menos iria poder retirar uma grana para ajudar a pagar a casa dele.

05/04/2004 - Vários

Homem sem Pele

Muito confuso. Só lembro de algumas partes. Um homem que recobre o que seria a sua pele com outra. Embaixo ele tem só veias, músculos e nervos; parece não ter pele alguma. Pelo jeito ele conseguiu aquela pele em outro lugar. Vejo mais destas pessoas andando pelas ruas. Umas chegam em frente a um cinema e entram através de um bueiro cheio de água. Seriam homens-peixe?

Tentativa de ida às montanhas

Eu estou em nossa antiga casa de Canoinhas junto com uns três amigos. Estamos na cozinha; clara e espaçosa com seus azuleijos creme com detalhes em amarelo. Resolvemos ir até o Pico Paraná e nos dirigimos para a garagem. Ninguém leva qualquer tipo de mantimento. Se não sou eu arrumar algumas coisas de última hora todo mundo iria passar fome.

Entramos no carro e saímos pela praça em frente à minha casa. Pegamos uma estrada de chão, ao lado da casa de minha tia. Nesta hora não estamos mais andando de carro, mas sim de motos. Estou em uma moto na frente, para mostrar o caminho e atrás segue outra moto. Piloto a moto me projetando para a frente e encostando a barriga no guidão. Subo a rua de terra deixando um rastro de poeira atrás de mim.

No topo da rua dobro à direita e continua na estrada. Agora ela está mais esburacada e muito cheia de pedras. A paisagem muda para uma estrada do interior. Vejo campos no horizonte. A moto desapareceu e agora estou andando de bicicleta. Passo por algumas casa bem pobres que estão metada embaixo da água. Olho para uma delas e vejo uma sala de visitas cheia de água e uma senhora sentada em um colchão, com água pela cintura. Ela não se importa com aquela condição e continua a conversar com outra mulher mais jovem que está a sua frente. Faz muito calor e o pó cola em meu suor.

Os meus amigos que vinham atrás não chegam nunca. Resolvo voltar e descubro que alguém estava roubando as bicicletas deles. Corro atrás e entro em uma ribanceira cheia de árvores. Vou atrás dos ladrões e consigo pegar as bicicletas. Elas haviam sido jogadas em um riozinho no final da ribanceira. Uma das bicicletas está com a roda de trás avariada, com os raios estourados e sem o cubo. Penso em como pode existir pessoas assim. Retiro as bicicletas do riozinho e jogo-as por cima de uma cerca de arame-farpado. Encontro o Silvio Santos

Troco uma rápida conversa com o Sílvio e digo para ele que também estaria rindo daquele jeito dele se tivesse pelo menos um milhão na minha conta bancária, sem precisar me preocupar com o fim do mês. Ele concorda e continua a rir daquele jeito que todo mundo conhece. Continuo sem rir pois não tenho aquele milhão na conta.

04/04/2004 - Surf e Bar

Passei pela frente de um bar à beira da praia. O bar era todo feito de madeira e entrava um pouco na água; era uma espécie de deck. Tinha diversas varandas e ficava somente no andar superior. Na parte de baixo eram só palafitas para deixá-lo sempre acima da água.

Quando eu estava passando na frente o Barão Vermelho estava tocando lá dentro. A maior folia rolava; som alto e bastante gente dançando. Quem frequentava o bar era a galera do surf. Muita gente ira para o bar só para ficar acompanhando as ondas. Quando elas aumentavam ali era o melhor point para ficar vendo o pessoal pegar as melhores da série. Vi um swell grande entrar e fiquei em uma das varandas do Deck. Um monte de surfistas na água começou a pegar ondas muito legais, a poucos metros de onde eu estava.

Não sei por que a Xuxa apareceu no Bar. Acho que ela iria cantar, mas por alguma razão deixou para lá. Ainda bem!

02/04/2004 - Tiro no Xico

Sonhei com meu amigo Xico, da Itiban. Andávamos na rua quando ouvimos uma discussão em um pequeno prédio arborizado de apartamentos a poucos metros. Continuamos pela rua e vimos um homem e uma mulher brigando. O homem estava batendo na mulher e o Xico entrou pelo portão do prédio indo correndo em direção à dupla. Chegando lá já foi empurrando o homem para o lado e resgatando a mulher. O homem sacou uma pistola e começou a apontar para eles. Eu vendo aquilo me escondi atrás do muro e fiquei somente observando. O Xico muito rápido também tirou uma pistola de suas costas e ficou apontando para o homem. Os dois ficaram se olhando até que o homem disparou, errando. Xico viu que ele estava mesmo a fim de matá-lo e disparou umas três vezes contra o homem. Inexplicavelmente nenhuma bala o atingiu. O homem disparou novamente e três balas pegam em cheio o peito e a perna do Xico, fazendo-o cambalear e cair.

Xico foi levado para o hospital e fui junto. Eu entrei no quarto dele com um pedaço grande de carne crua na mão. Dei uma boa mordida e fiquei mascando aquilo. Me perguntaram por que eu estava fazendo isso, se era vegetariano. Disse que estava com vontade e continuei andando mascando a carne. Lá encontrei a esposa dele, Mitie. Ela estava toda eufórica, parece que iria para uma festa. O Xico estava na cama, conversando e nem parecia ter sido baleado a um ou dois dias atrás. O estranho de tudo era que pareciam ter tirado quase todos os seus órgãos internos, pois dava para ver dentro de seu corpo. Era só carne e osso, feito o que vemos todos os dias no açougue.

01/04/2004 - Japão

Eu estou no Japão. Milhares de pessoas nas ruas e congestionamentos monumentais. Peritos da Prefeitura fazem reparos em um buraco enorme na rua. Parece que alguma tubulação arrebentou e muita terra está espalhada em volta de uma cratera de quase um metro de profundidade. Uma espécie de robô com tela de TV dá as instruções de como os técnicos devem arrumar as tubulações. Os técnicos não estão muito interessados no robô e ficam olhando o movimento da rua. De uma pequena ladeira emana um valor lento e preguiçoso. O robô fica puto e começa a sair uma fumaça de seu monitor de TV. Os técnicos se assustam e começam a trabalhar.

Estou em um carro. Um indivíduo me mostra como encher o tanque do carro. É só parar o carro em qualquer calçada e pegar as mangueiras que pendem de milhares de encanamentos dispostos a uns cinco metros de altura. Olhando para cima você nota quilômetros de canos para todos os lados, acompanhando as ruas até você não conseguir mais enxergá-los. O interessante é que você pode deixar a mangueira conectada no seu carro que os canos permitem que ela siga o seu veículo.

Peço uma informação de como andar naquele trânsito infernal e um japa me diz que é muito fácil, "todas as ruas acabam fluindo para a avenida principal. Quando você estiver perdido é só virar duas vezes para a esquerda que você volta para a avenida principal."

Faço o que o japa me falou e fico impressionado. Funciona mesmo.

31/03/2004 - Vários

Na Floresta

Árvores altas, de troncos lisos e com copas abundantes de folhas. Deslizo perto das copas. Pareço estar flutuando entre elas. Não sei como estou me movendo, mas é como se voasse de uma árvore até outra.

Ixi, a polícia chegou

Estávamos andando de carro, era uma caminhonete grande e confortável. De repente eu e minha esposa começamos a nos beijar e a coisa esquentou. Partimos para o banco de trás e um primo dela (Pedro) ficou dirigindo. Começamos a tirar a roupa mas a impressão era que só nós estávamos no carro. No meio do bem bom, enquanto o carro ainda andava, a polícia nos abordou. Fomos pegos em flagrante no que poderia se dizer como "atentado ao pudor". O Pedro, de 14 anos, foi algemado com uma fita crepe e levado até a prisão. Coloquei a cabeça para fora do carro e gritei que iríamos libertá-lo.

Nos levaram para uma casa bonita e nos colocaram em uma sala grande, bem iluminada, cheia de sofás de veludo marrom. Apareceu um policial para nos interrogar. Ele era gente boa e nos mostrou o seu book. Tinha diversas fotos dele em poses de policial macho, mostrando a arma e até uma foto mais sensual, junto com uma modelo, ambos fazendo cara de mau/sexy.

Sonífero no Shopping

Alguém distribuiu água com sonífero no Shopping. Depois de alguns minutos todas as pessoas das lojas estavam dormindo nos balcões e cadeiras. A pessoa responsável pelo sonífero aproveitou e saiu fazendo a limpa em diversas lojas. Eu passeei pelo shopping mas não lembro o que fiz.

30/03/2004 - Vários

Estacionamento

Eu trabalhava como uma espécie de taxista em uma estacionamento enorme. Parecia ser em um aeroporto. O estacionamento era muiiiito grande e estava em um piso superior De um prédio de uns 3 a 4 andares. Os carros passavam muito rápido e nós dirigíamos vans de um lado para o outro.

Vela Dentro do Sistema

O programa de computador que usávamos ficava dentro de uma caixa. Nesta caixa tinham diversas velas que davam o status do programa. Fiquei me questionando o que acontecia com o programa quando as velas terminassem. Uma colega de trabalho disse que desde 1999 o sistema já funcionava assim. Fiquei com cara de bobo vendo um sistema tão avançado funcionando com um bando de velas. Eu estava examinando a caixa de velas na casa da minha avó, em Canoinhas (SC).

Parque de Diversões ou Supermercado

Em estava em São Paulo em um parque de diversões que também era supermercado. O parque era muito grande e demorava horas para você passear por todo ele. As ruas internas eram de concreto, com diversas instalações de alvenaria onde eram vendidos produtos. Tudo muito arborizado e agradável. Ruas limpas e pessoas te atendendo bem. Encontrei diversos conhecidos por lá: Secco, Cavassin Arnaldo e alguns que não consegui ver os rostos, mas que sei que eram amigos.

Numa determinada hora eu estava vestido com um edredom e um casaco verde e grande de frio. Estava procurando alguns produtos no mercado e não sei por que uma caixinha acabou ficando no capuz do casaco. Quando fui sair para pagar um segurança me parou e disse que eu estava roubando algo. Retirei o casaco e fiquei enleado somente no cobertor. A caixinha apareceu no capuz e o segurança me olhou com ar de culpado. Expliquei que aquilo deveria ter caído dentro do capuz enquanto eu estava olhando outros produtos. No final acho que ele entendeu a situação e me liberou.

Andei com o segurança por alguns lugares dentro do supermercado e ele me mostrou algumas fraldas que tinha comprado para o seu filho. Dei uma olhada nas fraldas mas como não conhecia a marca resolvi não comprar. Olhei outros produtos estranhos mas acabei não comprando nenhum.

29/03/2004 - Ondas, Esqueite e Tramas

Estava em uma van junto com um monte de gente. A estrada era ao lado do mar e rolavam ondas monstruosas. O motorista conseguiu fazer as ondas pararem, daí fazia uma explicação e depois as "liberava" para poderem continuar a quebrar e seguir o seu caminho.

Estacionamos em frente a algum tipo de academia. Quando saímos uns dois esqueitistas negros, com cabelos afro e com cara de mau vieram atrás da gente (nota: eu não sou racista). Acho que desconfiei que eles estavam com más intenções e peguei um longboard na mão. Fui por trás e dei uma porrada tão forte com o long na cabeça de um deles que o crânio se esfacelou. Voou sangue para todos os lados e ele caiu duro no chão. O outro deve ter fugido.

Saí com o esqueite na mão e entrei em uma rua particular, com portão na frente. Alguém insistia em me seguir, parece que queria algum tipo de autógrafo. Era noite e chovia de leve. Estava bem escuro e eu descia uma ladeira com a pessoa insistindo em ficar andando atrás de mim.

Numa determinada hora cheguei no final da rua e já estava claro. Era uma lugar bem grande com árvores e grama para todo o lado. Tinham duas casas de campo por lá. Chegando na primeira vi uma velha que estava se insinuando para mim. Não dei bola e continuei andando ao lado da casa. Encontrei uma mulher e ela estava querendo me chantagear, pois havia roupado dados confidenciais do meu computador. Nem sei o que era. No final do sonho parece que ela estava querendo me contratar para fazer uma espécie de propaganda comercial com diversos vídeos de alta resolução. O trabalho parecia ser fácil pois ela já estava com todos os vídeos, mas eu estava preocupado era com o material da chantagem.

26/03/2004 - Galpão-Boate na noite

Estou em um corredor, largo e escuro. Tem um montão de gente lá também. Parece que todos estão esperando na parte de fora de um grande bar, aguardando alguma coisa. É mais ou menos aquele esquema da muvuca se sempre se forma nas entradas de bares.

O Bar, olhando de fora parece um destes galpões comerciais para alugar. O tijolo é aparente e tem muito reboco de cimento espalhado por todas as paredes. Chego até a porta e entro com alguns amigos.

Da porta para dentro é tudo diferente. O ambiente é agradável, as luzes, cadeiras e mesas são bonitas e nem parecemos estar dentro de um galpão. No fundo desta sala existe uma escada que volta a mostrar o galpão, agora muito maior do que olhando de fora. Ele parece mais do tamanho de um ginásio de esportes do que um simples galpão comercial.

Desço as escadas e encontro muita gente, muita gente mesmo. Parece ter mais de mil pessoas lá dentro. O chão é de brita e existem cadeiras espalhadas a esmo pelo local. Parece que também tem uma fogueira em algum canto. Uma banda está tocando em um palco no fundo do galpão. Muita gente andando de um lado para o outro. Parece um show de rock.

Encontro meus amigos Eder e Davison e conversamos um pouco.